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Sobre SOS GISbr

Trabalho como freelancer e meu tempo disponível é sempre um mistério. Estou na área de consultoria ambiental desde 2008 desenvolvendo mapas, bases cartográficas e relatórios para estudos ambientais. Sou geógrafa formada pela UFF e mestre em Geomática pela UERJ.

Imagens de Satélite para Download

Um dos meus grandes companheiros dos últimos tempos tem sido o REMOTE PIXEL. Um grande projeto que integra recursos de download e processamento de dados SRTM, LANDSAT, MODIS, SENTINEL, entre outros.

O primeiro Projeto que apresentarei para vocês é o SATELLITE SEARCH. Uma ferramenta de busca inteligente de Imagens LANDSAT 8 e SENTINEL 2.

Passo 1: Selecionar o Satélite

Seleção do Satélite

A seleção do satélite se dá pela movimentação da bolinha entre o Landsat 8 e o Sentinel 2. Depois de escolhido, você seleciona a quadrícula com a área que abrange a sua área de estudo e onde está “Click on Tile” aparecerão imagens, clique nelas e será direcionado para a tela a seguir.

Seleção de Imagens

Cada imagem oferece 4 opções: Visualização de Composições e Download, Download de Bandas e Composições Prontas (Landsat 8), Download Direto da Nuvem e Download Direto do USGS.

Visualização e Download (opção 1)

Download (opção 2)

Bons Downloads

Link: https://remotepixel.ca/projects/satellitesearch.html

 

Obras Raras Disponíveis para Download

Aos interessados em documentos como livros, revistas e manuscritos, o site do Senado Federal (SIM! SE-NA-DO FE-DE-RAL) disponibiliza cópias digitalizadas de 1392 obras raras da história do brasil e do mundo.

Caso os links parem de funcionar, acessem pelo link principal do senado >> Biblioteca Digital >> Coleções da Biblioteca Digital >> Obras Raras (http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/4)

Algumas opções são:

Maschek, E. de
(Rio de Janeiro : Laemmert & Cia., [entre 1885 e 1905], 1885)
Portugal ( Lisboa : Na Impressão Regia, Anno 1826 )
Primeira revista a ser editada em Brasília em consequência do art. 19 da lei nº 2874 de 19 de setembro de 1956.
Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil
(Rio de Janeiro : H. Lombaerts & C., Impressores do Observatorio, 1894)

Geodiversidade do Estado de Sergipe – CPRM, 2017

“Geodiversidade, para Brilha, Pereira e Pereira (2008), é a variedade de ambientes geológicos, fenômenos e processos ativos que dão origem a paisagens, rochas, minerais, fósseis, solos e outros depósitos superficiais que são o suporte para a vida na Terra.

No Brasil, os conceitos de geodiversidade se desenvolveram praticamente de forma simultânea ao pensamento internacional, entretanto, com foco direcionado para o planejamento territorial, embora os estudos voltados para geoconservação não sejam desconsiderados. SILVA et al. (2008a).

Na opinião de Veiga (2002), a geodiversidade expressa as particularidades do meio físico, abrangendo rochas, relevo, clima, solos e águas, subterrâneas e superficiais. A Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais/Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SGB) define geodiversidade como:

O estudo da natureza abiótica (meio físico) constituída por uma variedade de ambientes, composição, fenômenos e
processos geológicos que dão origem às paisagens, rochas, minerais, águas, fósseis, solos, clima e outros depósitos superficiais que propiciam o desenvolvimento da vida na
Terra, tendo como valores intrínsecos a cultura, o estético, o econômico, o científico, o educativo e o turístico (CPRM,2006).” (CPRM, 2017)

A evolução geológica do estado de Sergipe registra uma história prolongada de colisões entre continentes, vulcanismo fissural, assoalhos oceânicos, arcos de ilhas,
orogêneses, erosões e formação de bacias sedimentares, que hoje fazem parte do registro geológico das rochas que compõem a superfície de 21.918 km2 do território sergipano. (CPRM, 2017)

Para acesso ao livro em formato PDF CLIQUE

Para acesso aos Mapas em formato PDF CLIQUE

CARVALHO, Luiz Moacyr de; MARTINS, Violeta de Souza. Geodiversidade do estado de Sergipe, 2017 (CPRM)

Logística de Energia 2015 – IBGE

“Neste estudo, busca-se abordar, de maneira integrada, dois grandes eixos da produção e distribuição de energia no País: de um lado os combustíveis, como os derivados de petróleo, os biocombustíveis e o gás e, de outro, a energia elétrica em seus diversos métodos de produção, enfatizando o papel do território e o da organização espacial envolvida.” (IBGE, 2016)

“O objetivo do presente estudo é apresentar, descrever e analisar os padrões espaciais da logística da energia no Brasil, com ênfase na compreensão do território, por meio da análise geográfica das estruturas que compõem a geração, a circulação e a distribuição dos insumos energéticos. Entende-se que os sistemas de energia no País fazem parte de um complexo sistema logístico territorial mais amplo, no qual o Estado, além de ser o provedor da infraestrutura, procura reconfigurar o território mediante uma macrologística que engloba as estratégias espaciais particulares do setor privado, conduzindo a um processo de ordenamento com vistas ao desenvolvimento nacional.

A publicação traz Notas técnicas, com informações sobre as bases de dados utilizadas e os procedimentos operacionais adotados na elaboração do presente estudo, entre outras considerações de natureza metodológica, e análises estruturadas em duas grandes seções: a primeira voltada ao petróleo, gás e biocombustíveis, contemplando aspectos de produção, transporte, armazenamento, distribuição, revenda e consumo; e a segunda com foco na geração e transmissão de energia elétrica. O volume é acompanhado de um mapa-mural sintético, integrando ambos os tipos de infraestrutura” (IBGE, 2016)

Link do Livro: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv97260.pdf

Link do Mapa: ftp://geoftp.ibge.gov.br/organizacao_do_territorio/redes_e_fluxos_geograficos/logistica_de_energia/mapa_LogEnergia2015_5mi.pdf

Link dos Dados: http://www.ibge.com.br/home/geociencias/geografia/redes_fluxos/logistica_de_energia_2015/base.shtm

Logística de energia : 2015 / IBGE, Coordenação de Geografia. – Rio de Janeiro : IBGE, 2016. 102p.
Acima do título: Redes e fluxos do território.
Inclui bibliografia.
ISBN 978-85-240-4382-6

WEKA – Software para Mineração de Dados

O Weka é um software open source que possui uma coleção de algoritmos para mineração de dados e oferece tarefas de pré-processamento, classificação, regressão, clusterização, associação de regras e visualização.

BMW classification data in WEKA. Fonte: https://www.ibm.com/developerworks/library/os-weka2/

O Weka foi desenvolvido utilizando a linguagem Java. Criada nas dependências da Universi dade de Waikato, Nova Zelândia. Atualmente é mantida por uma comunidade de entusiastas por ser u m software livre disponível sobre a licensa GPL. O processo de Descoberta de Conhecimento em Banco de Dados (DCBD) é um processo não trivial de identificação de padrões novos, válidos e potencial mente úteis (FAYYAD et al., 1996). Estes padrões estão ocultos nos dados e devem ser novos para o sistema, de preferência para o usuário, válidos em relação aos dados armazenados e as políticas do negócio, úteis para sua devida utilização nas tarefas para o qual foi requisitado.

Exemplo de Árvore de Decisão

Através do Weka, os resultados gerados por exemplo, em processos de segmentação e extração de atributos no Interimage (ver: https://sosgisbr.com/2017/06/01/) poderão ser validados de acordo com os coeficientes e poderão ser levantadas as possibilidades de árvores de decisão para implementação do mapeamento de classes. (http://www.cs.waikato.ac.nz/ml/weka/)

Dica 01: INTRODUÇÃO A MINERAÇÃO DE DADOS UTILIZANDO O WEKA, Marcelo Damasceno.

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte/Campus Macau

Link: http://connepi.ifal.edu.br/ocs/index.php/connepi/CONNEPI2010/paper/viewFile/258/207

Dica 02: https://www.ibm.com/developerworks/library/os-weka2/