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Atlas Brasileiro de Desastres Naturais 1991 a 2012 – Volume Brasil

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“Nas últimas décadas os Desastres Naturais constituem um tema cada vez mais presente no cotidiano das populações. Há um aumento considerável não só na frequência e intensidade, mas também nos impactos gerados, com danos e prejuízos cada vez mais intensos.

O Atlas Brasileiro de Desastres Naturais é um produto de pesquisa resultado do acordo de cooperação entre a Secretaria Nacional de Defesa Civil e o Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina.

A sua reedição se faz necessária em razão da necessidade de atualização e de ajuste para incorporar os eventos ocorridos nos anos de 2011 e de 2012 que provocaram desastres no Brasil. A pesquisa teve por objetivo ampliar a compilação e a disponibilização de informações sobre os registros de desastres ocorridos em todo o território nacional nos últimos 22 anos (1991 a 2012), por meio da publicação de 26 volumes estaduais e um volume Brasil.

O levantamento dos registros históricos, derivando na elaboração dos mapas temáticos e na produção do Atlas, é relevante na medida em que viabiliza construir um panorama geral das ocorrências e recorrências de desastres no País e suas especificidades por estados e regiões. Possibilita, assim, subsidiar o planejamento adequado em gestão de risco e redução de desastres, a partir da análise ampliada abrangendo o território nacional, dos padrões de frequência observados, dos períodos de maior ocorrência, das relações destes eventos com outros fenômenos globais e da análise sobre os processos relacionados aos desastres no País.

Os bancos de dados sistematizados e integrados sobre as ocorrências de desastres usados na primeira edição do Atlas foram totalmente aproveitados e acrescidos das ocorrências registradas nos anos de 2011 e de 2012. Portanto, está sendo disponibilizado aos profissionais e aos pesquisadores informações processadas acerca destes eventos, em séries históricas, num período de 22 anos.

Este volume apresenta os mapas temáticos de ocorrências de desastres naturais no Brasil, referente a aproximadamente 39.000 registros de ocorrências, que mostram, anualmente, os riscos relacionados a estiagem e seca; inundação brusca e alagamento; inundação gradual; vendaval e/ou ciclone; tornado; granizo; geada; incêndio florestal; movimento de massa; erosão fluvial; erosão linear; e erosão marinha.

Nele, o leitor encontrará informações relativas aos totais de registros dos desastres naturais recorrentes no Brasil, espacializados nos mapas temáticos dos eventos adversos, que, juntamente com a análise dos registros e danos humanos, permitem uma visão global dos desastres no País, de forma a subsidiar o planejamento e a gestão das ações de minimização.” (Prof. Antônio Edésio Jungles, Dr. Coordenador Geral CEPED UFSC)

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Download: Atlas de Desastres Naturais do Brasil 1991 a 2012

Download: Mapas do Atlas Brasil 2012

Referência: Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres. Atlas Brasileiro de Desastres Naturais: 1991 a 2012 / Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres. 2. ed. rev. ampl. – Florianópolis: CEPED UFSC, 2013. 126 p. : il. color. ; 22 cm. Volume Brasil.

Fonte: http://www.ceped.ufsc.br/

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Evento Administração Municipal de Precisão 2018 ocorre a partir do dia 24 de julho de forma presencial e online

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O evento Administração Municipal de Precisão (www.amp.uerj.br) chega a sua sexta edição nos dias 24, 25 e 26 de julho. Com uma programação de palestras gratuitas e minicursos exclusivos, o evento objetiva um fórum para debater Geotecnologias e Gestão Municipal.

Organizado pelo Núcleo de Geotecnologias da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Sistema Labgis), pelo Instituto Pereira Passos da Prefeitura do Rio de Janeiro e pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, a programação desse ano conta com diferentes temas de palestras como plataformas de acesso a geoinformação, planos diretores, eficiência energética, gestão de riscos a desastres naturais, entre outros.

Já os minicursos abordarão análise espacial, classificação automática de imagens de satélite, ecologia de paisagem e transformações cartográficas com as novas regras vigentes na legislação.

São eles:

  • Métricas de paisagem para a manutenção da biodiversidade
  • Análise multicritério em SIG para suporte a decisões
  • Novos métodos e ferramentas para transformações de datum geodésico no ArcGIS e QGIS
  • Classificação automática de imagens de sensores remotos com técnicas estatísticas, de mineração de dados e orientada a objetos

Toda a programação pode ser acompanhada de forma presencial ou online, sendo que as palestras possuem inscrições gratuitas.

Mais informações e inscrições no site do evento: www.amp.uerj.br

Atlas das representações Literárias de Regiões Brasileiras (IBGE)

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Atualmente em seu terceiro volume, o Atlas das Representações Literárias de Regiões Brasileiras associa o conhecimento específico da Geografia à percepção espacial presente em tramas  de grandes obras da Literatura brasileira, sem restringir-se aos limites convencionais político-administrativos.

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VOLUME 1 – Brasil Meridional (2006)

Este Atlas está composto por cinco capítulos e um glossário. Cada um dos capítulos aborda uma região, à exceção do primeiro, que aborda a área das Missões Jesuíticas. Os capítulos que abordam as regiões geográficas incluem a apresentação da região como a Geografia a definiu, tanto no IBGE quanto por geógrafos de outras instituições, estando esta parte composta de texto e mapa. Segue-se a percepção da região pela Literatura e passagens de romances que permitem sua visibilidade -esta parte intitulada Região e Romance. Por fim, tem-se os mapas localizando a região que emerge dos romances e fotos ou imagens da mesma. Em todos os textos foram destacados, em negrito, os termos regionais referentes ao território e seu processo de apropriação. Estes termos formam um glossário no final do Atlas.

Dos cinco capítulos, apenas quatro referem-se a regiões geográficas brasileiras Campanha Gaúcha, Colônias, Vale do ltajaí e Norte do Paraná. A área das Missões no Rio Grande do Sul não pode, a rigor, ser assim classificada, uma vez que, no processo de incorporação daquele território pela Coroa portuguesa, a experiência das Missões, como tal, foi destruída.


VOLUME 2 – Sertões Brasileiros I (2009)

Nesse novo trabalho, o IBGE apresenta algumas das regiões que se formaram ao longo do processo de ocupação do Território Nacional e, particularmente, em segmentos aos quais, por alguma razão, como se verá, foi atribuída um dia a condição de sertão. Estão nele representadas as regiões do vale do Paraíba, da Zona da Mata mineira e do vale do rio Doce – os Sertões do Leste no Século XVIII; a região das Minas, dos Currais da Bahia e do Curral d’El Rei e entorno – os Sertões do Ouro em fins do Século XVII e os Sertões dos Currais ao longo do Século X VIII, respectivamente; a região da Chapada Diamantina dentro de vasta área denominada Sertão de Cima no Século XVIII; e, finalmente, as regiões do Cariri Paraibano, do vale do Pajeú e do Cariri Cearense, que compõem parte dos Sertões Nordestinos no Século XX.


VOLUME 3 – Sertões Brasileiros II (2016)

Esta nova publicação abrange extensa área do Território Nacional em que dois grandes processos deram a tônica no desbravamento. Um deles refere-se a uma ocupação forte mente marcada pelas disputas entre as Coroas portuguesa e espanhola para a definição dos limites de seus respectivos territórios coloniais. O outro foi a incorporação inicial às possessões portuguesas na América predominantemente como áreas de passagem. Assim, este volume foi organizado em duas partes – Sertões do Oeste e Sertões de Passagem. Estão aqui representadas as seguintes regiões: Minas de Cuiabá e de Mato Grosso, Minas dos Goyazes, Pantanal , Ervais Mato-Grossenses , referentes à primeira parte; e Sertão da Farinha Podre (região do atual Triângulo Mineiro), Sertão dos Garcias , Região da Alta Sorocabana e o Pontal do Paranapanema e, por fim, o Jalapão, na segunda.

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Fonte: IBGE

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica

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“A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica – RBMA cuja área foi reconhecida pela UNESCO, em seis fases sucessivas entre 1991 e 2008, foi a primeira unidade da Rede Mundial de Reservas da Biosfera declarada no Brasil. É a maior reserva da biosfera em área florestada do planeta, com cerca de 78.000.000 hectares, sendo 62.000.000 em áreas terrestres e 16.000.000 em áreas marinhas, nos 17 estados brasileiros onde ocorre a Mata Atlântica, o que permite sua atuação na escala de todo o Bioma. (…)

A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica inclui todos os tipos de formações florestais e outros ecossistemas terrestres e marinhos que compõem o DMA , bem como os principais remanescentes florestais e a maioria das unidades de conservação da Mata Atlântica, onde está protegida grande parte da megabiodiversidade brasileira.

Suas Zonas Núcleo correspondem a mais de 700 Unidades de Conservação de Proteção Integral. Em suas Zonas de Amortecimento vivem alguns milhares de pessoas, em grande parte comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, pescadores, etc… ) que representam uma grande riqueza sociocultural e grande diversidade étnica. ” Fonte: RBMA


Para maiores informações sobre o projeto consulte: http://www.rbma.org.br/rbma/index_rbma.asp


Para Download do KML com as áreas CLIQUE AQUI.

Rodovias Federais para download em KML

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O DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) disponibiliza para download os dados em formato KML (Google Earth) das rodovias federais do país.

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Brasil (KML)

Por Unidade da Federação