Mapa da Desigualdade – Região Metropolitana do Rio de Janeiro 2020

Formada em 2013 por ativistas, pesquisadores e cidadãos identificados com a visão de um Rio mais integrado. A Casa Fluminense é uma organização estruturada como associação civil sem fins lucrativos, autônoma e apartidária, e tem na rede seu elemento constitutivo essencial, se dedicando a fomentar ações compartilhadas voltadas à promoção de igualdade, ao aprofundamento democrático e ao desenvolvimento sustentável no Rio, alcançando por inteiro nossa “cidade metropolitana” comum.

Região Metropolitana do Rio de Janeiro

“A partir dos 10 eixos que orientam as novas edições do Mapa e da Agenda Rio 2030, oferecemos neste documento uma gama de indicadores para debates, formações, pesquisas, projetos, ações e políticas públicas que busquem justiça socioterritorial. A redução das desigualdades, a defesa da democracia e o horizonte do desenvolvimento sustentável seguem sendo nossos pilares e o combate à pobreza, ao racismo, ao machismo e à degradação do meio ambiente, os nossos valores.
Olhamos para o futuro da metrópole de Santa Cruz à Japeri, passando por Queimados, de São Gonçalo à Maré, de toda a Baixada ao Leste, do Rio inteiro. Acreditamos que os caminhos mais estratégicos para a superação dos desafios expostos aqui, e vivenciados cotidianamente, são construídos pelas organizações e lideranças sociais das periferias.”

Índice do Mapa da Desigualdade 2020

Acesse:https://casafluminense.org.br/mapa-da-desigualdade/

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Mapa de Mortes por Desastres Ambientais (Mapa da Desigualdade, 2020)

Atlas do Agronegócio 2018

“O Brasil comumente é “vendido” como um país com múltiplas regiões e diversidade na produção de alimentos. Grãos, frutas, legumes, frango, carne, tudo para alimentar a população com sabor, saúde e abundância. A propaganda no intervalo dos noticiários na TV, das novelas ou das salas de cinema repete com imagens coloridas o sucesso do agronegócio brasileiro: “Agro é Tec”, “Agro é Pop”, “Agro é Tudo”. Será?

O agronegócio é um dos pilares da economia de muitos países do Sul global, e em especial da brasileira. Corporações nacionais do setor agroalimentar estão entre as maiores do mundo, conforme você poderá verificar nas próximas páginas. A história desse sucesso, contudo, não é tão singela como fazem crer equipes de marketing bem remuneradas. É o que mostram dados e informações aqui reunidos, análises dos players mundiais do negócio da alimentação, com ênfase na realidade brasileira.

A presente edição também detalha a tendência de concentração do poder e das
terras, em detrimento das condições de vida e de trabalho da agricultura familiar e camponesa, de povos indígenas e de comunidades tradicionais. Cortes sociais agravam conflitos socioambientais em um contexto de criminalização, perseguições e violação de direitos de quem luta pela terra – ou pela mera existência.

Atlas do Agronegócio foi apresentado em sua primeira edição em 2017 na Alemanha por um conjunto de organizações que defendem a justiça socioambiental global. No Brasil, duas dessas organizações, a Fundação Heinrich Böll e a Fundação Rosa Luxemburgo, juntaram forças para traduzir, atualizar, adaptar e contextualizar informações reunidas no original, acrescentando vários artigos com relevância especial para a sociedade brasileira.”

Fonte: Altas do agronegócio: fatos e números sobre as corporações que controlam o que comemos. Maureen Santos, Verena Glass, organizadoras. – Rio de Janeiro : Fundação Heinrich Böll, 2018. 60 p.; il.; 29,7cm

DOWNLOAD EM https://acervo.socioambiental.org/sites/default/files/documents/T1D00091.pdf

Geodiversidade do Estado do Espírito Santo

Um grave problema na faixa litorânea do Estado do Espírito Santo é a alta suscetibilidade à erosão costeira. O estado é no Brasil, talvez aquele que mais intervenções sofreu em sua linha de costa compreendendo obras de proteção e construção de portos (DOMINGUEZ, 2010). A ocupação urbana próxima às praias em áreas sujeitas à dinâmica das ondas, onde a movimentação marítima e as correntes de maré realizam o processo de remoção e reposição de areia, expõem a população e a infra-estrutura urbana aos riscos decorrentes da dinâmica costeira.

Os principais fenômenos relacionados a desastres naturais no Brasil são os deslizamentos de encostas e as inundações, que estão associados a eventos pluviométricos intensos e prolongados, repetindo-se a cada período chuvoso mais severo. Apesar das inundações serem os processos que produzem as maiores perdas econômicas e os impactos mais significativos na saúde pública, são os deslizamentos que geram o maior número de vítimas fatais. Este fato justifica a concepção e implantação de políticas públicas municipais específicas para a gestão de risco de deslizamentos em encostas (CARVALHO & GALVÃO, 2006).

Os deslizamentos em encostas e morros urbanos vêm ocorrendo com uma freqüência alarmante nestes últimos anos, devido ao crescimento desordenado das cidades, com a ocupação de novas áreas de risco, principalmente pela população mais carente

Fonte: CPRM, 2014

Downloads:
Mapa: http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/14693/geodiversidade_espirito_santo.pdf
Livro: http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/15426/1/Geodiversidade_ES.pdf
SIG: http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/gdes_lito.zip
Informações ao Usuário: http://www.cprm.gov.br/publique/media/geodiversidade/mapas_estaduais/InformacoesUsuario_ES.pdf

Fonte: Geodiversidade do estado do Espírito Santo / Organização Sandra Fernandes da Silva [e] Marcely Ferreira Machado. – Belo Horizonte CPRM, 2014.

Gerando Índices de Vegetação

A geração de Índices de Vegetação vem sendo um recurso muito utilizado por usuários dos mais diferentes níveis, no entanto é preciso estar atento aos procedimentos metodológicos empregados para a geração do resultado final.

No processamento de imagens digitais para a produção de classificações por pixels, a caracterização espectral de um determinado objeto, ou seja, a leitura da forma como a radiação eletromagnética é recebida e emitida, é um elemento essencial para consistência dos estudos de monitoramento.

[…] o fluxo de radiação refletido por um determinado objeto ou superfície não só apresenta características espectrais definidas pelas propriedades físico-químicas, como também características geométricas específicas da incidência e da reflexão da radiação, uma vez que a maioria das superfícies dos recursos naturais não é isotrópica. Dizemos, portanto, que os fatores de reflectância podem ser bidirecionais quando existem duas geometrias envolvidas no processo de interação entre a radiação eletromagnética e uma dada superfície de um recurso natural: uma caracterizada pelos ângulos zenital e azimutal da foto (geometria de incidência) e outra caracterizada pelos ângulos zenital e azimutal do sensor (geometria de visada). […]
Existe também o fator de reflectância direcional-hemisférica, que é determinado mediante a iluminação direcional […] e a coleta da radiação eletromagnética refletida mediante a utilização das chamadas esferas integradoras. (PONZONI, SHIMABUKURO E KUPLICH, 2012, p. 23-24)

A ação de agentes interferentes na trajetória da radiação é uma condição que, portanto, tornaria a intensidade do sinal captado variável para o mesmo objeto em datas distintas mesmo que este não passasse por mudanças. Assim sendo, é necessário que se entendam as “caracterizações espectrais de objetos específicos e suas relações com parâmetros geo e/ou biofísicos” (PONZONI et al., 2014, p. 2).

Este acerto se dá pela retificação radiométrica que nada mais é “do que o ajuste das radiâncias contidas nas imagens, obtidas em diferentes datas de passagem do satélite, para similares condições atmosféricas, tendo como referência uma dessas passagens.” (MOREIRA, 2007, p. 277)
Para Ponzoni , Shimabukuro e Kuplich (2012, p. 22) “a reflectância é uma propriedade de um determinado objeto de refletir a radiação eletromagnética sobre ele incidente e é expressa por meio dos chamados fatores de reflectância (ρ)”. Estas informações adquiridas pela reflectância tornam possível distinguir os alvos/objetos imageados.

[…] a reflectância de um objeto expressa uma quantidade relativa de radiação eletromagnética que é refletida por esse objeto. Assim, um objeto que apresenta valores elevados de reflectância em uma determinada faixa espectral deverá apresentar níveis de cinza igualmente elevados em uma imagem adquirida por um sensor eletro-óptico colocado a bordo de um avião ou satélite na banda espectral correspondente. Portanto, espera-se que os valores de radiância medidos nessa banda sejam elevados e que uma vez discretizados em uma escala de níveis de cinza, seja esta de 8 bits (256 níveis de cinza) ou de 16 bits (65.536 níveis de cinza), produzam um padrão “claro” dessa objeto na imagem da banda. (PONZONI, SHIMABUKURO E KUPLICH, 2012, p. 47)

Ela é inferida por meio de cálculo destes fatores que relacionam a intensidade de radiação refletida com a intensidade de radiação incidente, em duas etapas. A primeira consiste na conversão dos números digitais (ND) para valores de radiância, conforme equação 1, e em seguida os valores de radiância são convertidos para reflectância, conforme equação 2.

Fonte: Própria autora.

Onde: 𝐿𝜆 é o valor da radiância espectral na banda 𝜆, 𝐿MAX 𝑒 𝐿MIN respectivamente o mínimo e o máximo da radiância na banda, 𝑄calmax 𝑒 𝑄calmin o nível máximo e mínimo de nível digital da imagem, respectivamente, 𝑄cal é o nível digital no pixel da imagem em questão, 𝜌 𝜆 é o valor de reflectância aparente na banda , 𝑑 a distância Terra-Sol em unidades astronômicas, 𝜃s o ângulo solar zenital, e 𝐸SUN 𝜆 o valor de irradiância espectral no topo da atmosfera em 𝜆.

Ressalta-se que “para encontrar os dados referentes à 𝑑 e 𝜃s , o usuário deve procurar os metadados sobre a imagem, como o ângulo de elevação solar e o dia juliano da imagem, conforme indicam os trabalhos de Chander et al. (2009) e Chander (2007)”. (RAMOS E FERREIRA, 2015, p. 2).

Portanto, “a partir da radiância espectral, encontramos a reflectância aparente, que expressa a relação entre a energia irradiada e incidente no topo da atmosfera e a energia irradiada pelos alvos e percebida pelo sensor (MARKHAM E BAKER, 1986 apud RAMOS E FERREIRA, 2015, p. 2).

A segunda etapa do processo é a retificação radiométrica, que consiste na normalização dos valores radiométricos das imagens de reflectância em relação a uma imagem escolhida como referência, cujo método mais comumente utilizado é o de Hall et al. (1991), conforme exposto por Moreira (2007, p. 278), que consiste na transformação linear dos níveis de digitais de uma imagem a partir dos níveis digitais de um conjunto de alvos de comportamento radiométrico constante.

Esse procedimento assegura que as mudanças observadas no comportamento espectral, no tempo e no espaço, estão estritamente ligadas à interação da radiação eletromagnética com o alvo, eliminando quaisquer contribuições do ambiente na reflectância do alvo que foi registrada pelo sensor. (MOREIRA, 2007, p. 277)

Fonte: Exame de Qualificação Doutorado PPGMA-UERJ. Teixeira, 2018. A Lagoa de Itaipu: (re)conhecimento a partir de diálogos no mundo vivido

Biblioteca Virtual CPRM

Biblioteca Virtual

A Biblioteca Virtual disponibiliza, em formato digital, as primeiras coleções do Serviço Geológico do Brasil – CPRM. Também fazem parte deste conjunto a coleção de publicações da Agência Nacional de Mineração – ANM (antigo Departamento Nacional da Produção Mineral – DNPM), os anais de eventos e diversos outros documentos produzidos em parceria com a CPRM.

O sistema contempla documentação técnica e fotocartográfica, digitalizada e integrada em uma tecnologia de busca, a qual permite consultas gerais ou específicas em cada acervo. É fornecido acesso integral ao expressivo depositório de conhecimento geológico e hidrológico básico, assim como todos os relatórios técnicos de projetos executados pela CPRM nas décadas de 70, 80 e 90. Além do acesso compartilhado com todos os acervos da Rede Ametista. Para conhecer as funcionalidades do sistema disponibilizamos o Guia Explicativo. (Fonte: CPRM)

Revistas Técnicas

A biblioteca do Serviço Geológico do Brasil – CPRM torna disponível para acesso online duas revistas técnicas informativas: “A Água em Revista” e “A Terra em Revista“. As publicações são da Diretoria de Infraestrutura Geocientífica – DIG. (Fonte: CPRM)

Acesse: http://www.cprm.gov.br/publique/Redes-Institucionais/Rede-de-Bibliotecas—Rede-Ametista/Biblioteca-Virtual-1327.html