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Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil 2015 / IBGE

liv94254_Page_001“A publicação Indicadores de desenvolvimento sustentável: Brasil 2015, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, dá continuidade à sua trajetória iniciada em 2002. A presente edição, como as demais, tem como orientação as recomendações da Comissão para o Desenvolvimento Sustentável – CDS (Commission on Sustainable Development – CSD) da Organização das Nações Unidas – ONU (United Nations – UN), com adaptações à realidade brasileira.

Os indicadores fornecem subsídios para o acompanhamento da sustentabilidade do padrão de desenvolvimento brasileiro nas dimensões ambiental, social, econômica e institucional, oferecendo um panorama abrangente de informações necessárias ao conhecimento da realidade do País, ao exercício da cidadania e ao planejamento e formulação de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável. Os temas são variados e a matriz de relacionamentos entre os diferentes indicadores, apresentada ao final da publicação, enfatiza a natureza multidimensional do desenvolvimento sustentável, mostrando a importância de uma visão integrada.

Os 63 indicadores, produzidos com dados adquiridos nas pesquisas do IBGE e de diversas outras instituições, procuram mensurar, em seus aspectos essenciais, as qualidades ambiental e de vida da população, o desempenho macroeconômico do País, os padrões de produção e consumo e a governança para o desenvolvimento sustentável.

Os indicadores são apresentados em fichas metodológicas, com informações necessárias ao seu entendimento, acrescidas de quadros, gráficos e mapas.

O desenvolvimento sustentável prossegue demandando informação, de modo a preencher as lacunas existentes e a incorporar novas questões, que vão sendo debatidas em âmbito internacional, o que se reflete em todas as edições já publicadas, com a introdução de novos indicadores não presentes em edições anteriores ou em novas abordagens para indicadores já existentes, se adaptando a necessidades contemporâneas.”

Fonte: Indicadores de desenvolvimento sustentável : Brasil : 2015 / IBGE

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LINK: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv94254.pdf

Noções Básicas de Cartografia – IBGE

liv8595_v1O IBGE disponibiliza para download a publicação Noções básicas de cartografia (1999), da série de manuais técnicos em geociências da instituição. Esta publicação trata aborda noções relacionadas à cartografia, incluindo a apresentação de questões relacionadas à forma do planeta, levantamentos geodésicos, representação cartográfica, tipos de projeções, classificação das carta e mapas, noções de sensoriamento remoto, além dos procedimentos envolvidos na concepção, produção e interpretação do processo cartográfico. Os links para download seguem abaixo:

VOLUME 1

VOLUME 2 – CADERNO DE EXERCÍCIOS

Plano Municipal de Resíduos Sólidos de Niterói (RJ)

A prefeitura de Niterói disponibiliza para download o Plano Municipal de Resíduos Sólidos, ferramenta de vem de encontro à necessidade de informações para a destinação correta dos resíduos e consequentes mitigação de impactos ambientais.

O plano busca atender “princípios específicos como a busca pela universalização e pela regularidade do atendimento nos serviços públicos de limpeza municipal, visando a prestação dos serviços essenciais para a totalidade da população dentro dos padrões de salubridade indispensáveis.”

LINK

Histórico Demográfico do Município de São Paulo

Pelas páginas deste Histórico Demográfico, editado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, é possível acompanhar mais de 100 anos de evolução da cidade de São Paulo, por meio de informações censitárias colhidas desde 1872, data do 1º censo demográfico feito no Brasil, até o mais recente, realizado em 2010.

1810

Primeira Planta Imperial da Cidade de São Paulo 1810

São oferecidas três opções de consulta ao site. Clicando-se em tabelas, abre-se o acesso aos dados sobre a população paulistana, coletados em cada um dos 12 censos já produzidos. Taxas de crescimento, composição etária e divisão por gênero, além de uma visão da população do município de São Paulo inserida nos contextos metropolitanos, estadual e nacional, são algumas das possibilidades de consulta oferecidas. Informações referentes às diversas porções do município estão presentes nos dados sobre seus 96 distritos, incluindo o recurso às retroprojeções, que permitem comparar dados distritais de 1991, 2000 e 2010 com aqueles coletados entre 1950 e 1980, antes, portanto, da criação da atual divisão territorial do município.

1924

Planta da Cidade de São Paulo 1924 / 1:30.000

Essas informações estão acompanhadas de rico material iconográfico, compondo precioso acervo de imagens que captam as feições da cidade ao longo do tempo e registram as transformações que a conduziram do século XIX ao XXI. Para acesso às fotos e mapas, que vêm acompanhados de textos explicativos, clique em Fotos e Mapas e navegue pelas datas dos Censos. Para ver um breve filme em flash, com fundo musical “São Paulo, São Paulo” do Grupo Premê, clique no botão Animação.

Área Urbanizada 1963/1974

Área Urbanizada 1963/1974

FONTE: http://smdu.prefeitura.sp.gov.br/historico_demografico/index.php

Biocombustíveis sólidos: fonte energética alternativa visando a recuperação de áreas degradadas e à conservação do Bioma Caatinga.

De acordo com a definição da Convenção de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca (CCD), realizada em 1994, desertificação é a degradação da terra nas zonas áridas, semiáridas e subúmidas secas. É um processo que resulta de vários fatores, incluindo as variações climáticas e as atividades humana. No caso do Semiárido brasileiro, o mais populoso do mundo, com 23 milho?s de habitante, a principal causa desse fenômeno é o desmatamento da Caatinga, seja para ampliar as áreas de plantio e pastagem, seja para fornecer madeira para os fornos das indústrias locais. Esta obra parte do estudo da realidade da região do Baixo-Açu potiguar, uma das áreas com os piores índices de desenvolvimento humano do País, a qual se encontra em franco processo de desertificação. Com base nessa realidade, o livro propõe a produção de um biocombustível que consiga amenizar a pressão antrópica sobre o meio ambiente e, ao mesmo tempo, preservar os empregos ora existente e criar outros: os briquetes. Apesar de só recentemente terem começado a ser produzidos em maior escala no País, os briquetes ainda são ilustres desconhecidos da maior parte da população brasileira.

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Fonte: https://www.embrapa.br/solos/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1000307/biocombustiveis-solidos-fonte-energetica-alternativa-visando-a-recuperacao-de-areas-degradadas-e-a-conservacao-do-bioma-caatinga