Cartas de Risco a Escorregamento em Encostas nos Municípios Fluminenses: Guapimirim

O DRM-RJ disponibiliza para Download Cartas de Risco a Escorregamento de Municípios do Rio de Janeiro, que aborda os riscos iminentes. A metodologia de análise qualitativa, em escala grande, do risco geológico a escorregamentos, adequada às condições do Estado do Rio de Janeiro, foi definida em 2010, servindo de base para o programa de Mapeamento de trinta e um municípios, considerados prioritários, em função da análise apresentada, em dezembro de 2009, no documento Diagnóstico Preliminar sobre o Risco a Escorregamentos no Estado do Rio de Janeiro, produzido pelo Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro e aprovado pelo Governo do Estado. (DRM-RJ)

Os setores de risco iminentes são considerados aqueles críticos, ou seja, onde os condicionantes geológicos e de uso inadequado do solo indicam uma probabilidade de alta de ocorrência de escorregamentos em condições de chuvas normais e elevada possibilidade de destruição de uma ou mais moradias e/ou de mortes. (DRM-RJ, 2012)

Download direto do Mapa de localização dos setores de risco iminente a escorregamentos (*formato PDF): Carta de Risco de Escorregamento de Encostas de Guapimirim.

Fonte: http://www.drm.rj.gov.br/

Cartas de Risco a Escorregamento em Encostas nos Municípios Fluminenses: Silva Jardim

O DRM-RJ disponibiliza para Download Cartas de Risco a Escorregamento de Municípios do Rio de Janeiro, que aborda os riscos iminentes. A metodologia de análise qualitativa, em escala grande, do risco geológico a escorregamentos, adequada às condições do Estado do Rio de Janeiro, foi definida em 2010, servindo de base para o programa de Mapeamento de trinta e um municípios, considerados prioritários, em função da análise apresentada, em dezembro de 2009, no documento Diagnóstico Preliminar sobre o Risco a Escorregamentos no Estado do Rio de Janeiro, produzido pelo Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro e aprovado pelo Governo do Estado. (DRM-RJ)

Fonte: DRM

Os setores de risco iminentes são considerados aqueles críticos, ou seja, onde os condicionantes geológicos e de uso inadequado do solo indicam uma probabilidade de alta de ocorrência de escorregamentos em condições de chuvas normais e elevada possibilidade de destruição de uma ou mais moradias e/ou de mortes. (DRM-RJ, 2012)

Download direto do Mapa de localização dos setores de risco iminente a escorregamentos (*formato PDF): Carta de Risco de Escorregamento de Encostas de Silva Jardim (RJ).

Fonte: http://www.drm.rj.gov.br/

Geodiversidade do Estado do Espírito Santo

Um grave problema na faixa litorânea do Estado do Espírito Santo é a alta suscetibilidade à erosão costeira. O estado é no Brasil, talvez aquele que mais intervenções sofreu em sua linha de costa compreendendo obras de proteção e construção de portos (DOMINGUEZ, 2010). A ocupação urbana próxima às praias em áreas sujeitas à dinâmica das ondas, onde a movimentação marítima e as correntes de maré realizam o processo de remoção e reposição de areia, expõem a população e a infra-estrutura urbana aos riscos decorrentes da dinâmica costeira.

Os principais fenômenos relacionados a desastres naturais no Brasil são os deslizamentos de encostas e as inundações, que estão associados a eventos pluviométricos intensos e prolongados, repetindo-se a cada período chuvoso mais severo. Apesar das inundações serem os processos que produzem as maiores perdas econômicas e os impactos mais significativos na saúde pública, são os deslizamentos que geram o maior número de vítimas fatais. Este fato justifica a concepção e implantação de políticas públicas municipais específicas para a gestão de risco de deslizamentos em encostas (CARVALHO & GALVÃO, 2006).

Os deslizamentos em encostas e morros urbanos vêm ocorrendo com uma freqüência alarmante nestes últimos anos, devido ao crescimento desordenado das cidades, com a ocupação de novas áreas de risco, principalmente pela população mais carente

Fonte: CPRM, 2014

Downloads:
Mapa: http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/14693/geodiversidade_espirito_santo.pdf
Livro: http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/15426/1/Geodiversidade_ES.pdf
SIG: http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/gdes_lito.zip
Informações ao Usuário: http://www.cprm.gov.br/publique/media/geodiversidade/mapas_estaduais/InformacoesUsuario_ES.pdf

Fonte: Geodiversidade do estado do Espírito Santo / Organização Sandra Fernandes da Silva [e] Marcely Ferreira Machado. – Belo Horizonte CPRM, 2014.

Geodiversidade do Estado do Ceará

O estado do Ceará ocupa um território de aproximadamente 146.000 km2 , dos quais cerca de 74% (108.000 km2) têm seu subsolo constituído de rochas ígneas e metamórficas, genericamente chamadas de cristalinas. Esse domínio geológico, de um modo geral, corresponde a toda a porção central do estado e é bordejado, em sua maior parte, por rochas sedimentares que formam as bacias do Araripe (sul), Parnaíba (oeste) e Apodi (leste), além dos sedimentos da faixa costeira (norte). A diversidade litológica e estrutural reflete-se no desenvolvimento das formas de relevo, na disponibilidade de recursos hídricos superficiais e subterrâneos, na potencialidade de recursos minerais, bem como na variedade de solos existente no território cearense.

O relevo do estado tem predominância muito significativa de terras situadas abaixo do nível de 200 metros, com prevalência de superfícies aplainadas a suavemente onduladas. Os compartimentos serranos (maciços residuais cristalinos e planaltos sedimentares) acima de 700 metros têm extensões restritas. No litoral, além dos campos de dunas modelados em sedimentos atuais, os depósitos mais antigos (sedimentos do Grupo Barreiras) são entalhados incipientemente pela drenagem superficial, isolando interflúvios tabulares que representam os tabuleiros costeiros (SOUZA, 2000).

Fonte: CPRM, 2014

O clima regional, apesar da evidente predominância do semiárido (cerca de 92% do território cearense), marcado por prolongados períodos de estiagem, apresenta variações. As áreas úmidas circunscrevem os topos e vertentes de barlavento dos maciços cristalinos e dos planaltos sedimentares. As áreas subúmidas, com totais pluviométricos pouco superiores a 900 mm anuais, abrangem o litoral e asseguram um teor de umidade que se prolonga por 6-7 meses durante o ano. A semiaridez propriamente dita, com déficits hídricos na maior parte do ano, apresenta um caráter mais acentuado nas depressões interiores, como nas regiões dos Inhamuns, de Irauçuba e do Médio-Jaguaribe, configuradas como núcleos de desertificação. Atenua-se nos pés-de- -serra, nos baixos maciços e nos sertões mais próximos do litoral. De modo genérico, as chuvas são de verão-outono INTRODUÇÃO e as médias térmicas superiores a 24oC, caracterizando um clima quente ou megatérmico (SOUZA, 2000). Os recursos hídricos superficiais e subterrâneos dependem dos fatores geológicos, geomorfológicos e climáticos.

O regime hidrológico do estado do Ceará é caracterizado pela marcante intermitência dos seus cursos d’água, que normalmente escoam nos períodos chuvosos e secam nos períodos de estiagem. No domínio das rochas cristalinas as águas subterrâneas acumulam-se em fraturas das rochas, constituindo aquíferos de baixa produtividade, em que a qualidade hídrica muitas vezes é comprometida pela elevada concentração de sais. Já nas áreas sedimentares, destaca-se a maior potencialidade de recursos hídricos subterrâneos, representados pelas formações aquíferas das bacias sedimentares do Araripe, Parnaíba e Apodi, além de pequenas bacias sedimentares interiores (bacias de Iguatu, Malhada Vermelha, Lima Campos e Lavras da Mangabeira) e os sedimentos das formações cenozoicas representados por depósitos aluvionares, depósitos litorâneos, dunas, Grupo Barreiras e coberturas detríticas.

Downloads:
Mapa: http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/14692/Geodiv-Ceara.pdf
Livro: http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/16726/1/Geodiversidade_CE.pdf
SIG: http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/gdce_lito.zip
Informações ao Usuário: http://www.cprm.gov.br/publique/media/geodiversidade/mapas_estaduais/InformacoesUsuario_CE.pdf

Fonte: Geodiversidade do estado do Ceará / Organização Ricardo de Lima Brandão [e] Luís Carlos Bastos Freitas – Fortaleza : CPRM, 2014.

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica

“A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) cuja área foi reconhecida pela UNESCO, em seis fases sucessivas entre 1991 e 2008, foi a primeira unidade da Rede Mundial de Reservas da Biosfera declarada no Brasil. É a maior reserva da biosfera em área florestada do planeta, com cerca de 78.000.000 hectares, sendo 62.000.000 em áreas terrestres e 16.000.000 em áreas marinhas, nos 17 estados brasileiros onde ocorre a Mata Atlântica, o que permite sua atuação na escala de todo o Bioma.

A RBMA estende-se por mais de 5000 dos 8000 Km do litoral nacional, desde o Ceará ao Rio Grande do Sul, avançando mar afora englobando diversas ilhas oceânicas como Fernando de Noronha, Abrolhos e Trindade e adentrando no interior de vários estados costeiros, bem como em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.”

Fonte: http://www.rbma.org.br/

MAPAS DA RBMA

Acesse: http://www.rbma.org.br/rbma/rbma_fase_vi_03_google.asp