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“Geodiversidade, para Brilha, Pereira e Pereira (2008), é a variedade de ambientes geológicos, fenômenos e processos ativos que dão origem a paisagens, rochas, minerais, fósseis, solos e outros depósitos superficiais que são o suporte para a vida na Terra.

No Brasil, os conceitos de geodiversidade se desenvolveram praticamente de forma simultânea ao pensamento internacional, entretanto, com foco direcionado para o planejamento territorial, embora os estudos voltados para geoconservação não sejam desconsiderados. SILVA et al. (2008a).

Na opinião de Veiga (2002), a geodiversidade expressa as particularidades do meio físico, abrangendo rochas, relevo, clima, solos e águas, subterrâneas e superficiais. A Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais/Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SGB) define geodiversidade como:

O estudo da natureza abiótica (meio físico) constituída por uma variedade de ambientes, composição, fenômenos e
processos geológicos que dão origem às paisagens, rochas, minerais, águas, fósseis, solos, clima e outros depósitos superficiais que propiciam o desenvolvimento da vida na
Terra, tendo como valores intrínsecos a cultura, o estético, o econômico, o científico, o educativo e o turístico (CPRM,2006).” (CPRM, 2017)

A evolução geológica do estado de Sergipe registra uma história prolongada de colisões entre continentes, vulcanismo fissural, assoalhos oceânicos, arcos de ilhas,
orogêneses, erosões e formação de bacias sedimentares, que hoje fazem parte do registro geológico das rochas que compõem a superfície de 21.918 km2 do território sergipano. (CPRM, 2017)

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CARVALHO, Luiz Moacyr de; MARTINS, Violeta de Souza. Geodiversidade do estado de Sergipe, 2017 (CPRM)

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