Livro: Macrocaracterização dos Recursos Naturais do Brasil – Subprovíncias Estruturais

Dando continuidade à coleção Macrocaracterização dos Recursos Naturais do Brasil, iniciada em 2019, o IBGE traz a público o seu terceiro volume, cujo tema,Geologia, enfoca o que pode ser considerado um complemento ao que fora discutido no primeiro volume, em que as províncias estruturais do Brasil ali retratadas e descritas, na escala 1:250 000, são agora detalhadas em sua arquitetura, nessa mesma escala, constituindo o que se denomina subprovíncias estruturais.

A compartimentação do Brasil em províncias e subprovíncias estruturais objetiva representar, espacialmente, os principais eventos geológicos relacionados às dinâmicas interna e externa da Terra no Território Nacional. Dentre eles, destacam-se a movimentação/interação de fragmentos da litosfera conhecidos como placas tectônicas, a consequente formação e/ou aglutinação de continentes, bem como a abertura e/ou o fechamento de oceanos e bacias sedimentares continentais durante os últimos 4,5 bilhões de anos da história geológica do planeta. Com esse objetivo, procurou-se seguir e representar, em mapa, os modelos de evolução e caracterização tectônica de nosso território disponíveis na literatura geológica nacional e internacional, contudo não foram poucas as dificuldades encontradas para tal. (fonte: IBGE)

Acesse e faça download gratuito do PDF: https://loja.ibge.gov.br/macrocaracterizac-o-dos-recursos-naturais-do-brasil-subprovincias-estruturais.html

Cidades e Estados do Brasil (IBGE)

O IBGE conta com uma série de produtos para atender a grande variedade de demandas e usuários distintos.
O Brasil em Síntese é um sistema agregador de informações sobre os municípios e estados do Brasil, onde é possível encontrar as pesquisas do IBGE, infográficos e mapas. Além disso podem ser elaboradas comparações de indicadores entre municípios e estados. É possível ver rankings e séries históricas sobre diversos temas, como trabalho, educação, gênero, saúde, entre outros. Além disso, você também pode encontrar dados do PIB, IPCA, IDH, Censo e de diversas outras pesquisas.

Acesse e conheça:
https://cidades.ibge.gov.br/

Logradouros do Censo Demográfico 2010

A Base Territorial do Censo Demográfico 2010 foi elaborada de forma a integrar a representação espacial das áreas urbanas e rurais do território nacional em um ambiente de Banco de Dados Geoespaciais, utilizando insumos diversificados e modernos recursos de tecnologia da informação.

Para obter esta base, o IBGE realizou uma programação sistematizada e abrangente para a construção de cadastros territoriais e mapas digitais referentes aos municípios, às localidades e aos setores censitários. Esta programação incluiu o estabelecimento de parcerias com órgãos produtores de mapeamento, contratação de empresas privadas para provimento de mapeamentos e campanhas de campo para atualização da rede viária, da rede hidrográfica, da toponímia em geral e dos limites administrativos, assim como a definição dos limites dos novos setores censitários, adequando-os ao território atualizado.

A base territorial digital integra as bases cartográficas urbanas e rurais ao Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos – CNEFE, que, por sua vez, foi atualizado com os registros de unidades domiciliares recenseadas em 2010. A divulgação da Base de Faces de Logradouros do Censo Demográfico 2010 contempla todos os 5.568 municípios brasileiros, o Distrito Estadual de Fernando de Noronha em Pernambuco e a Capital Federal Brasília. (Fonte: IBGE)

Para download dos logradouros clique AQUI.

Para maiores informações baixe o arquivo (PDF) de divulgação da base clicando AQUI.

Se você precisa de auxílio para encontrar o dado que deseja, há um excelente tutorial no link: http://www.processamentodigital.com.br/2016/08/10/ibge-conheca-a-base-de-face-de-logradouros-do-censo-demografico-2010/

Outra forma de encontrar o logradouro que deseja é através da tabela oferecida pelo próprio IBGE. CLIQUE AQUI para acessar.

ESPECIFICAÇÕES E NORMAS PARA LEVANTAMENTOS GEODÉSICOS ASSOCIADOS AO SISTEMA GEODÉSICO BRASILEIRO

normas_levantamentos_geodesicos 1Em 2017, o IBGE elaborou a publicação: ESPECIFICAÇÕES E NORMAS PARA LEVANTAMENTOS GEODÉSICOS ASSOCIADOS AO SISTEMA GEODÉSICO BRASILEIRO. O referido “documento foi elaborado com o objetivo de revisar os procedimentos da norma anterior, bem como padronizar a aplicação das diferentes técnicas, métodos de coleta e processamento utilizados nos levantamentos realizados pelo IBGE, possibilitando assim a compatibilidade e comparabilidade da informação geodésica, visando a sua integração ao SGB.” (IBGE, 2017)

DOWNLOAD: ESPECIFICAÇÕES E NORMAS PARA LEVANTAMENTOS GEODÉSICOS ASSOCIADOS AO SISTEMA GEODÉSICO BRASILEIRO

 

Atlas das representações Literárias de Regiões Brasileiras (IBGE)

Atualmente em seu terceiro volume, o Atlas das Representações Literárias de Regiões Brasileiras associa o conhecimento específico da Geografia à percepção espacial presente em tramas  de grandes obras da Literatura brasileira, sem restringir-se aos limites convencionais político-administrativos.

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VOLUME 1 – Brasil Meridional (2006)

Este Atlas está composto por cinco capítulos e um glossário. Cada um dos capítulos aborda uma região, à exceção do primeiro, que aborda a área das Missões Jesuíticas. Os capítulos que abordam as regiões geográficas incluem a apresentação da região como a Geografia a definiu, tanto no IBGE quanto por geógrafos de outras instituições, estando esta parte composta de texto e mapa. Segue-se a percepção da região pela Literatura e passagens de romances que permitem sua visibilidade -esta parte intitulada Região e Romance. Por fim, tem-se os mapas localizando a região que emerge dos romances e fotos ou imagens da mesma. Em todos os textos foram destacados, em negrito, os termos regionais referentes ao território e seu processo de apropriação. Estes termos formam um glossário no final do Atlas.

Dos cinco capítulos, apenas quatro referem-se a regiões geográficas brasileiras Campanha Gaúcha, Colônias, Vale do ltajaí e Norte do Paraná. A área das Missões no Rio Grande do Sul não pode, a rigor, ser assim classificada, uma vez que, no processo de incorporação daquele território pela Coroa portuguesa, a experiência das Missões, como tal, foi destruída.


VOLUME 2 – Sertões Brasileiros I (2009)

Nesse novo trabalho, o IBGE apresenta algumas das regiões que se formaram ao longo do processo de ocupação do Território Nacional e, particularmente, em segmentos aos quais, por alguma razão, como se verá, foi atribuída um dia a condição de sertão. Estão nele representadas as regiões do vale do Paraíba, da Zona da Mata mineira e do vale do rio Doce – os Sertões do Leste no Século XVIII; a região das Minas, dos Currais da Bahia e do Curral d’El Rei e entorno – os Sertões do Ouro em fins do Século XVII e os Sertões dos Currais ao longo do Século X VIII, respectivamente; a região da Chapada Diamantina dentro de vasta área denominada Sertão de Cima no Século XVIII; e, finalmente, as regiões do Cariri Paraibano, do vale do Pajeú e do Cariri Cearense, que compõem parte dos Sertões Nordestinos no Século XX.


VOLUME 3 – Sertões Brasileiros II (2016)

Esta nova publicação abrange extensa área do Território Nacional em que dois grandes processos deram a tônica no desbravamento. Um deles refere-se a uma ocupação forte mente marcada pelas disputas entre as Coroas portuguesa e espanhola para a definição dos limites de seus respectivos territórios coloniais. O outro foi a incorporação inicial às possessões portuguesas na América predominantemente como áreas de passagem. Assim, este volume foi organizado em duas partes – Sertões do Oeste e Sertões de Passagem. Estão aqui representadas as seguintes regiões: Minas de Cuiabá e de Mato Grosso, Minas dos Goyazes, Pantanal , Ervais Mato-Grossenses , referentes à primeira parte; e Sertão da Farinha Podre (região do atual Triângulo Mineiro), Sertão dos Garcias , Região da Alta Sorocabana e o Pontal do Paranapanema e, por fim, o Jalapão, na segunda.

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Fonte: IBGE