Geodiversidade do Rio de Janeiro – Mapa e SIG

Geodiversidade é o estudo da natureza abiótica (meio físico), constituída por uma variedade de ambientes, composições, fenômenos e processos geológicos que dão origem às paisagens, rochas, minerais, águas, fósseis, solos, clima e outros depósitos superficiais que propiciam o desenvolvimento da vida na Terra, tendo como valores intrínsecos a cultura, o estético, o econômico, o científico, o educativo e o turístico (SILVA, 2008).

O termo geodiversidade utilizado pela CPRM/SGB contempla a definição de domínios e unidades geológico-ambientais e seus compartimentos de relevo que constituem as unidades de análise. Cada unidade foi caracterizada a partir da descrição dos parâmetros relacionados a tectônica de dobramento e fraturamento; aspectos texturais, como isotropia e anisotropia; resistência ao intemperismo físico e químico; grau de coerência; textura do manto de alteração; característica lito-hidroestratigráfica (porosidade e tipo de aquífero); caracterização quanto ao padrão de relevo (tipo de forma, intervalos de amplitude topográfica e declividade). (Fonte: CPRM)

Links para Download

Mapa em PDF >> http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/20479/1/geodiversidade_rj_final.pdf

Mapa de Geodiversidade do Rio de Janeiro

Informação ao Usuário >> http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/20479/3/info_ao_usuario.pdf

SIG COMPLETO >> http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/sig_rj_geodiversidade.zip

Sistema de Projeção e Formato dos Dados

Os arquivos constituintes do SIG encontram-se em formato vetorial e raster, compatíveis com a escala 1:400.000 (Base geológica) e 1:250.000 (Base cartográfica). Os dados no SIG foram projetados utilizando o datum SIRGAS2000 (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas), novo sistema de referência geodésico para o Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) e para as atividades da Cartografia Brasileira, adotado pela CPRM a partir de 2014. O mapa impresso é apresentado em Projeção Policônica, datum planimétrico SIRGAS 2000, com latitude de origem 0º e longitude de origem 42º W de Greenwich. As bases cartográficas digitais foram obtidas a partir de simplificações, adaptações e modificações na hidrografia e sistema viário da Base Cartográfica do Projeto Geologia e Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et al, 2016)).

Sobre o SIG Geodiversidade do Rio de Janeiro

O SIG Geodiversidade do Estado do Rio de Janeiro (escala 1:400.000) foi elaborado a partir da reorganização e reinterpretação do Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et al, 2016) de informações agregadas obtidas por meio de trabalho de campo, consulta bibliográfica e dados de instituições públicas e de pesquisa. Os temas que compõem o SIG e que deram origem ao mapa, bem como suas respectivas fontes, são os seguintes:

Atrativos Geoturísticos – Atrativos – elaborado para este projeto a partir da compilação e cruzamento de informações referentes ao geoturismo, localização de geossítios e propostas de geoparques; Caminhos Geológicos – elaborado a partir de dados do projeto Caminhos Geológicos, do Departamento de Recursos Minerais do Rio de Janeiro – DRM (http://www.drm.rj.gov.br). Regiões Turísticas – elaborado a partir da dos dados disponibilizados por TURISRIO (www.turisrio.rj.gov.br/ ). Cavernas, Geoparques propostos, Sítios SIGEP – Base de dados obtida em: CECAV (www.icmbio.gov.br/cecav ), Geoparques do Brasil – Propostas, Volume 1 (Schobbenhaus e Silva, 2012) e Sítios Geológicos e Paleontológicos do Brasil – Volumes I a III (Schobbenhaus et al, 2002; Winge et. Al, 2009; Winge et. Al, 2013)

Base Planimétrica – Massa dágua, Trecho de drenagem, Área edificada, trecho rodoviário e trecho ferroviário. Base cartográfica vetorial ajustada do Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et al, 2016).

Dados do Mar – Blocos de Exploração, Campos de Produção, Polígono Pré Sal, Bacias_Sedimentares (Dados da ANP, disponível http://app.anp.gov.br/webmaps/). Aguas Jurisdicionais, Estruturas Oceano, Ocorrências Minerais, Recursos Minerais Mar (Dados da CPRM, SIG Geologia da Plataforma Continental Jurídica Brasileira e Áreas Oceânicas Adjacentes. Escala 1:2.500.000. CPRM, 2008). Batimetria – Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et al, 2016).

Direitos Minerários – Registros de requerimento, concessão e licenciamento de lavra para diversos bens minerais, segundo o Sistema de Informações Geográficas da Mineração – SIGMINE (DNPM, Disponível em: http://sigmine.dnpm.gov.br/)

Estruturas Geológicas – Estruturas, contatos e diques, segundo SIG Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016).

Geomorfologia – Elaborado a partir do Mapa Geomorfológico do estado do Rio de Janeiro (Dantas, 2001), o qual foi elaborado com base em fotointerpretação de imagens de satélites Landsat 5tm, acoplado com análises de cartas topográficas e trabalhos de campo. Bases metodológicas: Ponçano et al. (1979); IPT (1981); Ross (1990) e Ross & Moroz (1996).

Imagens – Mosaico GEOCOVER (2000), Modelo Digital de Elevação (SRTM e ASTER) e Relevo sombreado: gerado a partir do SRTM com iluminação artificial, declinação de 315° e elevação de 45°. Nota: O Modelo Digital de Elevação (MDE) foi gerado em formato de 16 pixel. • Limites – Limite municipal – extraído do SIG Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016).

Ocorrências Minerais – Base de dados de recursos minerais (Materiais de Uso Direto na Construção Civil, Rochas e Minerais Industriais, Minerais Energéticos, Água Mineral). Dados obtidos a partir do Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016). Disponível em geosgb.cprm.gov.br/.

Potencial Mineral – Áreas consideradas portadoras de significante potencial mineral, geradas a partir de consulta e interpretação dos dados das seguintes fontes: Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016); Geologia e Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro – Texto Explicativo dos Mapas Geológico e de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016) e Contexto Geológico-Geotectônico da Faixa Manganesífera-Grafitosa Localizada entre Itaperuna/RJ e Volta Grande-MG (Guimarães, P.V., 2011).

Processos Geológico-Geotécnicos – Aterros e depósitos antrópicos e Tálus_sujeito_movimentações – Dados obtidos a partir do Mapa geológico e de Recursos Minerais do estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016). Áreas sujeitas à inundação, Depósitos de areias argilas e turfas, Erosão Eólica e Sedimentos_de_mangue – Dados obtidos a partir do Mapa geológico e de Recursos Minerais do estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016) e do Mapa geomorfológico do estado do Rio de Janeiro (Dantas, 2001). Movimentos_de_massa – Dados obtidos a partir do Mapa geológico e de Recursos Minerais do estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016), do Mapa geomorfológico do estado do Rio de Janeiro (Dantas, 2001) e das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos de Massa e Inundação Municipais (CPRM). Baixa suscetibilidade – Dados obtidos a partir do Mapa geológico e de Recursos Minerais do estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016), das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos de Massa e Inundação Municipais (CPRM – Disponível em: . Acesso em: maio 2018), do Projeto Rio de Janeiro (CPRM, 2001) e de Informações de Campo. Feições movimento de massa – Dados obtidos a partir das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos de Massa e Inundação Municipais (CPRM). Suscetibilidade a erosão – Dados obtidos a partir do Mapa de Solos do Estado do Rio de Janeiro (Carvalho Filho et. al, 2003), do Mapa Geomorfológico do Estado do Rio de Janeiro (Dantas, 2001) e das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundação Municipais (CPRM). Solos_expansíveis – Dados obtidos a partir do Mapa de Solos do Estado do Rio de Janeiro (Carvalho Filho et. al, 2003). Erosão marinha – Elaborada a partir de dados do texto Erosão e Progradação no litoral brasileiro – Rio de Janeiro (Muehe, 2006).

Recursos Hídricos – Favorabilidade hídrica do cristalino – Dados gerados por interpolação de informações de litologia, declividade, fraturamento, solos e uso e ocupação, a partir do cruzamento do Mapa geológico (Heilbron et al, 2016) e do Projeto Rio de Janeiro (CPRM, 2001). Parâmetros extraídos de Hsin-Fu Yeh et. al.(2016), Brandão e Gomes (2003) e Jayakaran et. al (2016); Favorabilidade hídrica das bacias sedimentares – Limites dos aquíferos segundo Projeto Rio de Janeiro (CPRM, 2001) e classificação segundo Martins et. al (2006); Poços tubulares cadastrados no Sistema de Informações de Águas Subterrânea (SIAGAS) da CPRM (disponível em
http://siagasweb.cprm.gov.br/layout/ ) e do Projeto Rio de Janeiro (dados originais do INEA, cedidos para o projeto Rio de Janeiro).

Registro Fotográfico – Acervo de fotos das unidades geológico-ambientais por local visitado. Elaborado por este projeto.

Unidades Geológico-Ambientais – Elaborado a partir do agrupamento das unidades geológicas, segundo critérios adotados pelo presente projeto, do SIG do Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et el, 2016)

Unidades de Conservação – Unidades de conservação federais, estaduais e municipais. Dados obtidos em INEA – Instituto Estadual do Ambiente, disponível em http://www.inea.rj.gov.br/Portal/MegaDropDown/EstudosePublicacoes/Publicacoes/index.htm&l ang= e do BRASIL – MMA.

Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil (IBGE)

Apresentação

“O IBGE apresenta à sociedade um novo produto de análise da cobertura e uso da terra através do monitoramento em grade territorial estatística de 1 km², para os anos 2000, 2010, 2012 e 2014. Este trabalho tem a intenção de contribuir para um melhor entendimento da dinâmica de ocupação do território nacional especialmente a partir do avanço de atividades agrícolas e pecuárias, além do uso por funções urbanas.

Esta publicação se diferencia das anteriores pela nova forma de sistematização das informações. A partir desta edição, a Diretoria de Geociências do IBGE por intermédio da Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais disponibilizará à sociedade uma avaliação de cobertura e uso da terra para cada um dos 8,5 milhões de km² do país, permitindo a partir de uma unidade espacial básica, a integração e comparação entre diferentes tipos de dados geocientíficos e estatísticos, além de acompanhamento histórico da organização e espacialização das atividades econômicas e seus impactos sobre os recursos naturais no país, quilômetro a quilômetro.

Além do mapeamento, é oferecida ainda uma contabilidade de dados referentes às alterações nas formas de ocupação do país segundo a classificação adotada. As informações encontram-se ainda disponíveis por Unidade da Federação no formato de mapas estaduais, para o ano de 2014, e gráficos para os demais anos, suprindo assim as demandas dos atores públicos estaduais para subsídio à formulação de políticas públicas de gestão de seu território.”

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Metodologia

As classes de cobertura e uso da terra, bem como as de mudanças na cobertura e uso da terra, foram elaboradas especificamente para este trabalho, a partir da compatibilização entre o Sistema de Classificação da Cobertura e Uso da Terra do IBGE-SCUT, em seus níveis II e III (IBGE, 2013); as classes propostas no Land Cover Functional Unit – LCFU (JAFFRAIN, 2012); e as descrições contidas na obra System of Environmental-Economic Accounting (SEEA), editado pela Comissão Européia e pela FAO (SEEA, 2014).

No trabalho de mapeamento são utilizadas quatorze classes de cobertura e uso. São elas: Área Artificial (1), Área Agrícola (2), Pastagem com manejo (3), Mosaico de área agrícola com remanescentes florestais (4), Silvicultura (5), Vegetação Florestal (6), Mosaico de Vegetação Florestal com atividade agrícola (7), Vegetação Campestre (8), Área úmida (9), Pastagem natural (10), Mosaico de área agrícola com remanescentes campestres (11), Corpo d’água Continental (12) Corpo d’água Costeiro (13) e Área descoberta (14).

Cabe ressaltar que, no caso das pastagens naturais, as descrições utilizadas neste mapeamento e aquelas adotadas nas pesquisas agropecuárias do IBGE não são as mesmas, pois trata-se de trabalhos com objetivos e metodologias distintas. Entretanto, ambas podem ser estudadas de forma complementar.

(…)

As imagens de satélite MODIS (bandas NIR, MIR, Red e o índice de vegetação NDVI) e LANDSAT foram obtidas diretamente no site do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS – GloVis). O critério de escolha envolveu o ano de referência a ser mapeado e a melhor qualidade visual possível, principalmente no que diz respeito à cobertura de nuvens e à presença de material particulado na atmosfera (aerossóis, névoa, poeira, fumaça de queimadas etc.). São necessárias 16 cenas do sensor MODIS e cerca de 380 cenas LANDSAT para cobrir todo o território brasileiro. A fim de dirimir dúvidas em algumas regiões específicas do país, também foram utilizadas imagens RapidEye, de alta resolução espacial e disponibilizadas ao IBGE via Ministério do Meio Ambiente. Também foram usadas outras informações, como os mapas temáticos produzidos pelo IBGE, pelo projeto RADAMBRASIL, por governos estaduais, além de dados dos projetos PRODES e TERRACLASS, desenvolvidos pelo INPE e EMBRAPA, e outras informações cartográficas disponibilizadas por diversas instituições.

(…)

Tendo como objetivo a integração de dados geoespaciais e estatísticos e a otimização do trabalho de mapeamento, o MONITORAMENTO passou por aprimoramentos metodológicos tais como adoção da Grade Estatística; construção de um banco de dados; utilização do software QGIS; e uso das imagens LANDSAT 8 como principal insumo orbital no processo de revisão.

As grades estatísticas possibilitam a integração e a comparabilidade de dados geoespaciais e estatísticos. Uma das principais vantagens diz respeito a sua estabilidade espaço-temporal, pois a célula passa a ser a unidade espacial básica, não sujeita a modificações como a alteração de limites administrativos e a criação de novas unidades territoriais. Na transformação de polígonos em dados discretos (agregados às células), pode haver alguma perda de informação, devido ao critério da classe predominante. Entretanto, esta perda é insignificante quando comparada às vantagens proporcionadas pela comparabilidade de diversos tipos de dados.

A incorporação dos dados do MONITORAMENTO à Grade Estatística do IBGE, tendo células de 1 km² como unidade espacial básica, gerou a necessidade de uma revisão geral de todo material produzido até então. A construção do banco de dados, utilizando o SGBD PostgreSQL com extensão espacial PostGIS, e a adoção do software QGIS possibilitaram a otimização deste trabalho.

(…)

As mudanças classificadas como Erros referem-se às alterações consideradas impossíveis, como por exemplo a mudança de uma célula de Área Artificial (classe 1) para Área Agrícola (classe 2). As mudanças classificadas como Improváveis são aquelas que, apesar de possíveis, dificilmente aconteceriam na realidade. Como exemplo, pode-se citar a alteração de Área Agrícola (classe 2) para Vegetação Florestal (classe 6).

A revisão foi realizada com o auxílio de uma série de insumos, tais como: imagens LANDSAT-8 de todo o Brasil para o ano de 2014; séries temporais do NDVI (Normalized Difference Vegetation Index) para dados do sensor MODIS, desde o ano 2000, acessadas através da ferramenta web SATVeg-EMBRAPA; imagens LANDSAT-5 e LANDSAT-7 para os anos anteriores a 2014 e informações provenientes da Pesquisa de Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE.

De posse desses insumos, os foto-interpretes puderam avaliar, além das alterações ocorridas entre os anos 2012 e 2014, mudanças ocorridas em anos anteriores, contribuindo assim para um refinamento dos anos 2000 e 2010.

O processo de revisão também envolveu a incorporação dos polígonos dos mapas de vegetação do IBGE à Grade Estatística. Trata-se do mapeamento de vegetação de todo o Brasil em escala 1:250.000, desenvolvido pelo projeto Levantamento de Recursos Naturais da Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais do IBGE (Vegetação Brasileira). No processo de incorporação à grade, foram definidas as células de vegetação florestal e as células de vegetação campestre. Essas células foram então compatibilizadas com os dados de cobertura e uso a fim de verificar possíveis incoerências. Por exemplo, classes Vegetação Florestal e Mosaicos Florestais devem corresponder ao que foi definido nos mapas de vegetação do IBGE como ambiente florestal. Por sua vez, classes Vegetação Campestre, Pastagem Natural e Mosaicos Campestres devem estar compatíveis com o que foi definido nos mapas de vegetação como ambiente campestre.

Como já referido nos relatórios anteriores, as alterações nos Corpos d’água, continentais e costeiros, não são mapeadas pelo MONITORAMENTO. São adotados os polígonos de massa d’água oficiais divulgados pelo IBGE (Base Cartográfica Contínua do Brasil – 1:250.000 – BC250). A incorporação deste elemento à grade seguiu o mesmo critério de área mínima adotado nos mapeamentos anteriores, isto é, somente células com mais de 625.000m² ocupados por corpos d’água foram consideradas. Nas células onde houve divergência, foi realizada uma análise focal de vizinhança, na qual o valor predominante entre células adjacentes foi incorporado à célula divergente.

Ao fim do processo, essas células revisadas foram incorporadas ao arquivo geral de mudanças e inseridas no banco de dados, para identificação de novas pendências e repetição dos procedimentos supramencionados até que não restasse nenhuma inconsistência.

(…)

Assim, a disponibilização desses arquivos pretende fornecer subsídios aos gestores públicos envolvidos na elaboração e implementação de políticas de ordenamento territorial e planejamento ambiental. Além de ser um instrumento de suporte e orientação às ações gerenciais e à tomada de decisão em empresas privadas de diferentes setores que utilizem informações ambientais para o desenvolvimento de suas atividades. Por fim, a disponibilização desses arquivos também pretende dar suporte às divulgações realizadas pelas unidades estaduais do IBGE em todo o Brasil, como a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) e Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (ESTADIC).

Vale lembrar que o MONITORAMENTO foi idealizado e desenvolvido como um projeto de mapeamento de todo o país, em escala regional. Sendo assim, os dados são produzidos como um quadro de referência, sem o detalhamento necessário para recortes de pequenas áreas. Em outras palavras, recomenda-se que mapeamentos municipais, de microbacias ou similares apenas utilizem os dados do MONITORAMENTO como base de referência, aplicando técnicas e insumos mais adequados aos seus objetivos.

Nesta divulgação são disponibilizados os mapas de cobertura e uso de 2000, 2010, 2012 e 2014 de todos os Estados brasileiros e do Distrito Federal. Com todo o mapeamento em formato de células, tornou-se necessária a adoção de um critério especial para o recorte das Unidades da Federação, com intuito de não alterar significantemente suas áreas oficiais e manter o formato em células de 1 km². Dentro desta perspectiva, foi adotado o seguinte critério: o recorte deve incluir todas as células internas da UF e também aquelas células que, ao tocarem seus limites, tenham mais de 50% da sua área inseridas no Estado.

Fonte: IBGE

 

Foliômetro do Carnaval do Rio de Janeiro 2018 (Labgis / UERJ)

O Foliômetro foi criado para apoiar simples consultas e estudos por meio de análise e exportação de dados geográficos sobre essa importante atividade cultural que são os blocos de rua da Cidade do Rio de Janeiro. Atenção: antes de ir para o seu bloco, confira se a programação do mesmo não sofreu alterações.

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Neste app você pode selecionar a localização dos blocos conforme mecanismos de busca por Horários, Tamanhos e Datas. Pode ainda associar estas três informações numa única consulta. O site conta ainda com a opção de download de dados e visualização de mapas base variados.

ACESSE e confira as principais informações dos blocos da Cidade do Rio de Janeiro: https://www.labgis.uerj.br/apps/foliometro/

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Essa aplicação foi desenvolvida pelo Núcleo de Geotecnologias da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Sistema Labgis/UERJ. Para contatos, sugestões, erros e críticas, utilize o e-mail labgis@labgis.uerj.br.

Fonte de dados: Listagem de blocos da RioTur e Base de Arruamentos do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos.

Fonte: https://www.labgis.uerj.br

Geodiversidade do Estado de Sergipe – CPRM, 2017

“Geodiversidade, para Brilha, Pereira e Pereira (2008), é a variedade de ambientes geológicos, fenômenos e processos ativos que dão origem a paisagens, rochas, minerais, fósseis, solos e outros depósitos superficiais que são o suporte para a vida na Terra.

No Brasil, os conceitos de geodiversidade se desenvolveram praticamente de forma simultânea ao pensamento internacional, entretanto, com foco direcionado para o planejamento territorial, embora os estudos voltados para geoconservação não sejam desconsiderados. SILVA et al. (2008a).

Na opinião de Veiga (2002), a geodiversidade expressa as particularidades do meio físico, abrangendo rochas, relevo, clima, solos e águas, subterrâneas e superficiais. A Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais/Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SGB) define geodiversidade como:

O estudo da natureza abiótica (meio físico) constituída por uma variedade de ambientes, composição, fenômenos e
processos geológicos que dão origem às paisagens, rochas, minerais, águas, fósseis, solos, clima e outros depósitos superficiais que propiciam o desenvolvimento da vida na
Terra, tendo como valores intrínsecos a cultura, o estético, o econômico, o científico, o educativo e o turístico (CPRM,2006).” (CPRM, 2017)

A evolução geológica do estado de Sergipe registra uma história prolongada de colisões entre continentes, vulcanismo fissural, assoalhos oceânicos, arcos de ilhas,
orogêneses, erosões e formação de bacias sedimentares, que hoje fazem parte do registro geológico das rochas que compõem a superfície de 21.918 km2 do território sergipano. (CPRM, 2017)

Para acesso ao livro em formato PDF CLIQUE

Para acesso aos Mapas em formato PDF CLIQUE

CARVALHO, Luiz Moacyr de; MARTINS, Violeta de Souza. Geodiversidade do estado de Sergipe, 2017 (CPRM)

Livro e Mapa de Geodiversidade da Bahia

O Mapa Geodiversidade do Estado da Bahia foi gerado a partir dos SIGs Geologia e Recursos Minerais do Estado da Bahia (2003), escala 1:1.000.000, e do Mapa Geodiversidade do Brasil (2006), escala 1:2.500.000, e de informações agregadas obtidas por meio de trabalho de campo, consulta bibliográfica e dados de instituições públicas e de pesquisa.

As informações técnicas produzidas pelo levantamento da Geodiversidade do Estado da Bahia – na forma de mapa, SIG e texto explicativo – encontram-se disponíveis no portal da CPRM/SGB. Conforme links abaixo:

Livro: http://www.cprm.gov.br/publique/media/Geodiversidade_BA.pdf

Carvalho, Luiz Moacyr de. Geodiversidade do estado da Bahia / Organização Luiz Moacyr de Carvalho [e] Maria Angélica Barreto Ramos. – Salvador: CPRM, 2010

Mapa em PDF: http://www.cprm.gov.br/publique/media/geodiversidade_bahia.pdf

Dados disponíveis em shapefile no Geobank: http://geobank.sa.cprm.gov.br/