COVID-19: Mapas, Óbitos e Leitos (Estado e Região Metropolitana do Rio de Janeiro)

O PPGIHD-UFRRJ desenvolveu mapas para acompanhar os casos de COVID-19 no estado.

Mapas elaborados pelo Prof. Gustavo Mota de Sousa, do Laboratório Integrado de Geografia Física Aplicada (LiGA-UFRRJ), com apoio dos professores André Santos da Rocha e Leandro Dias de Oliveira (LAGEP- UFRRJ) – todos estes do Depto. de Geografia (IA-UFRRJ).

A coleta e processamento dos dados conta com a colaboração do professor Alexandre Fortes (Depto. de História, IM-UFRRJ), dos mestrandos Fábio Rossi e Thiago Costa (ambos do PPGIHD-UFRRJ) e da discente de graduação Camila Gonçalves dos Santos (DGG-IA-UFRRJ). Trata-se de uma parceria do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Humanidades Digitais (PPGIHD-UFRRJ) com o Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGGEO-UFRRJ).

Informações sobre COVID-19 atualizadas diariamente com os dados oficiais da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.

Link: https://www.ppgihd-open-lab.com/dados-baixada

Casos de Coronavírus (COVID-19) pelo Mundo

Acompanhe os casos pelo mundo. Através do link é possível ter acesso aos dados e mapas desta Pandemia.

Link: https://gisanddata.maps.arcgis.com/apps/opsdashboard/index.html#/bda7594740fd40299423467b48e9ecf6

LandViewer – EOS data Analytics / Novas Funções!

NOVAS FUNÇÕES DO LANDVIEWER QUE VOCÊ NÃO VAI QUERER PERDER

O LandViewer, um serviço em nuvem desenvolvido pela empresa com base nos EUA, EOS Data Analytics, é conhecido por fornecer acesso fácil a dados de satélites e dados analíticos em ritmo acelerado. Nos meses recentes, ele passou por diversas atualizações que expandiram o catálogo existente de imagens de satélites, introduziram mais ferramentas para análises e acrescentaram alguns outros bônus incríveis.

Uma plataforma única para exploradores de imagens

Ao final de 2018, dados aéreos e espaciais disponíveis para navegação, análise e download por meio do LandViewer incluíam imagens do Sentinel-2 and Sentinel-1 da ESA, Landsat 8 da NASA-USGS e missões anteriores, MODIS, CBERS-4 e NAIP. Esta ampla seleção de dados de observação da Terra cresceu ainda mais com a adição de imagens comerciais de alta resolução do Airbus, SpaceWill e SI Imaging Services.

O LandViewer evoluiu para uma única plataforma, onde, além de dados de fontes abertas, você pode explorar livremente o potencial de dados comerciais com cobertura global, períodos curtos de revisitação e resolução espacial de até 40 cm. O catálogo atual inclui imagens do Pléiades 1a/1b, SPOT 5, SPOT 6 e SPOT 7, juntamente com KOMPSAT-2, 3, 3A e SuperView, Gaofen 1, 2 e Ziyuan-3. Comparado a outros navegadores de imagens em alta resolução, o LandViewer vangloria-se de vantagens como prévia grátis, cálculo de preço automático por área selecionada e entrega rápida de imagem dentro de 3 dias úteis por meio da nuvem do EOS Storage.


Prévia de imagem coletada pelo KOMPSAT-3A acima do Aeroporto Internacional de Shanghai Hongqiao em 29 de outubro de 2018.

Observações de longo prazo com a Análise de Séries de Tempo

A abundância de dados disponíveis, como as imagens atualizadas semanalmente do Sentinel-2 e os dados históricos do Landsat, facilitou o monitoramento de mudanças em longos períodos de tempo. Mas quanto tempo levaria para selecionar e processar diversos anos de dados de satélites para obter uma perspectiva multitemporal? Você nunca saberá, porque a nova Análise de Séries de Tempo pegará todos os dados de detecção remota para você e entregará os resultados em um gráfico facilmente interpretável.


Gráfico de séries temporais do Sentinel-2 gerado para campos agrícolas do estado de Kansas.  

Tudo o que você precisa fazer é selecionar uma área de interesse (AOI), um conjunto de dados de satélite e um período de tempo entre 1 mês e 10 anos. O algoritmo pode pegar todas as imagens com nebulosidade mínima e calcular o NDVI, NDWI ou NDSI em apenas alguns momentos. Por padrão, o gráfico de Séries Temporais gerado contém linhas (representando os valores mín, máx, média e um desvio padrão) que podem ficar escondidos ou exibidos para a sua conveniência, e sempre que você observar um pico ou uma queda incomum nos valores, uma cena do satélite que representa parte da curva pode ser visualizada para estabelecer a causa. Os resultados podem ser baixados como uma imagem (.png) ou um arquivo .csv para Excel.

Análise de vegetação avançada com novos índices espectrais

Todo mundo que busca um olhar mais profundo em relação à cobertura de vegetação ficará satisfeito em descobrir os novos índices espectrais do LandViewer: SAVI, EVI, ARVI, GCI, SIPI e NBR. Esses índices podem complementar a análise NDVI ao fazer correções em relação a efeitos atmosféricos, topográficos ou influências de luminosidade de solo, dependendo da densidade da vegetação, clima e elevação da área de interesse. O índice NBR, por sua vez, é designado para destacar áreas queimadas em relação à vegetação saudável; enquanto a diferença entre os valores NBR antes do incêndio e os valores NBR pós incêndio podem ser aplicados para estimar a severidade da queimada.

O uso de diversos índices simultaneamente permite um melhor insight sobre a saúde da vegetação e ajuda a identificar vegetação estressada ou infectada em estágio precoce.


Análise SAVI derivada do Sentinel-2 de uma região agrícola árida na Arábia Saudita.

Cálculo de área e legenda intuitiva

Outra função do LandViewer, a legenda do índice é designada para resolver o problema da interpretação dos resultados do índice, um problema comum para os novos usuários. Agora, quando um índice espectral é aplicado sobre um território selecionado, o usuário pode visualizar uma legenda detalhada, onde cada classe marcada por cor contém uma curta descrição. Por exemplo, o cálculo de NDVI identificará e destacará as áreas como “vegetação densa”, “vegetação moderada”, “vegetação escassa”, “solo aberto” ou “sem vegetação”.

NDVI com legenda descritiva

Outra funcionalidade para a economia de tempo adicionada recentemente é que a área de cada classe dentro da legenda do índice espectral agora é calculada automaticamente, tanto em metros quadrados como em porcentagem.

E não se esqueça de usar a ferramenta de Área de Interesse (AOI) expandida, que permite o carregamento em massa de muitas AOIs e acelera o trabalho ao permitir a visualização simultânea e a mudança rápida de todas as AOIs no mapa para buscas de imagem e inscrição de nova cena.

Dados analíticos de zona avançados

Ao introduzir a função de Clusterização, os especialistas em detecção remota e desenvolvedores de software do EOS levaram a análise espaço-temporal a um novo nível. Com essa função, os usuários podem executar classificação de dados baseados em satélite sem supervisão de uma área de até 200 sq.km em até 19 agrupamentos (ou clusters). Esse processo envolve a definição de parâmetros customizados (tamanho/número de zonas) e aguardar alguns momentos para que o LandViewer construa uma imagem raster da área com agrupamentos marcados por cor, e uma camada de vetor contornando as fronteiras. Os dois resultados podem ser baixados.

Essa análise em escala pode providenciar vários insights em relação à agricultura, silvicultura, monitoramento costal e outras indústrias. Por exemplo, um fazendeiro pode fazer uso do conveniente mapeamento de zonas por cor dentro do campo com base nos valores NDVI para a navegação precisa no campo e a administração da safra.

De imagens estáticas a animações atraentes


Lapso de tempo do satélite Sentinel-2 da construção do Aeroporto de Istambul, de 2015 a 2018.

Não vamos esquecer que, além dos dados espectrais informativos contidos nos pixels das imagens de satélite, é divertido olhar para esses pixels. Com isso em mente, o LandViewer apresentou a função de Animação de Lapso de Tempo que permite que jornalistas e usuários ativos das redes sociais criem histórias animadas envolventes para compartilhar na Internet. Cada GIF pode conter até 300 cenas, com índices e combinações de banda aplicados.

Desde o desprendimento de icebergs à construção de novos estádios – as imagens de satélite são cheias de informações que valem à pena observar e compartilhar com o mundo, com a ajuda do LandViewer em eos.com/landviewer.

Novo curso de ECOLOGIA DE PAISAGEM e ANÁLISE ESPACIAL

O Sistema Labgis lançou o curso Ecologia de Paisagens: quantificando parâmetros espaciais com 30 horas de aulas. A primeira turma será EAD ao vivo com as aulas começando em novembro.


Ecologia de Paisagens: quantificando parâmetros espaciais

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Objetivo

A necessidade de compreender como mudanças no uso e cobertura da terra afetam a biodiversidade, sobretudo em regiões tropicais, tem destacado a importância das dinâmicas espaciais em pesquisas científicas e tomadas de decisão conservacionistas. Neste contexto, a ecologia de paisagem vem se desdobrando no conhecimento de padrões espaciais, através de métodos que possibilitem a quantificação de atributos espaciais, que representem a heterogeneidade das paisagens antrópicas. Assim, a importância de conhecer e compreender os índices que descrevem características de paisagens, e as ferramentas para tal quantificação, são fundamentais para um bom planejamento de pesquisa em regiões fragmentadas. Neste sentido, este curso se propõe a difundir os princípios da ecologia de paisagem, com ênfase no ensino da quantificação de paisagens.

Software Utilizado

ArcGIS, Fragstat, GRASS, Conefor

Público-alvo

Alunos de graduação e pós-graduação, professores, profissionais da área ambiental (consultores, gestores, analistas, técnicos)

Ementa resumida:
1) Criação de paisagens
2) Cálculo de métricas de paisagem V-Late
3) Métricas no FRAGSTAT
4) Conectividade funcional
5) Cálculo de métricas em paisagens contínuas
6) Dinâmica de paisagem
7) Seleção de fragmentos prioritários para fragmentação da biodiversidade
8) Seleção de paisagens prioritárias para conservação

ACESSE: https://www.labgis.uerj.br/extensao/cursos-extensao/curso.php?id=34

Atlas das representações Literárias de Regiões Brasileiras (IBGE)

Atualmente em seu terceiro volume, o Atlas das Representações Literárias de Regiões Brasileiras associa o conhecimento específico da Geografia à percepção espacial presente em tramas  de grandes obras da Literatura brasileira, sem restringir-se aos limites convencionais político-administrativos.

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VOLUME 1 – Brasil Meridional (2006)

Este Atlas está composto por cinco capítulos e um glossário. Cada um dos capítulos aborda uma região, à exceção do primeiro, que aborda a área das Missões Jesuíticas. Os capítulos que abordam as regiões geográficas incluem a apresentação da região como a Geografia a definiu, tanto no IBGE quanto por geógrafos de outras instituições, estando esta parte composta de texto e mapa. Segue-se a percepção da região pela Literatura e passagens de romances que permitem sua visibilidade -esta parte intitulada Região e Romance. Por fim, tem-se os mapas localizando a região que emerge dos romances e fotos ou imagens da mesma. Em todos os textos foram destacados, em negrito, os termos regionais referentes ao território e seu processo de apropriação. Estes termos formam um glossário no final do Atlas.

Dos cinco capítulos, apenas quatro referem-se a regiões geográficas brasileiras Campanha Gaúcha, Colônias, Vale do ltajaí e Norte do Paraná. A área das Missões no Rio Grande do Sul não pode, a rigor, ser assim classificada, uma vez que, no processo de incorporação daquele território pela Coroa portuguesa, a experiência das Missões, como tal, foi destruída.


VOLUME 2 – Sertões Brasileiros I (2009)

Nesse novo trabalho, o IBGE apresenta algumas das regiões que se formaram ao longo do processo de ocupação do Território Nacional e, particularmente, em segmentos aos quais, por alguma razão, como se verá, foi atribuída um dia a condição de sertão. Estão nele representadas as regiões do vale do Paraíba, da Zona da Mata mineira e do vale do rio Doce – os Sertões do Leste no Século XVIII; a região das Minas, dos Currais da Bahia e do Curral d’El Rei e entorno – os Sertões do Ouro em fins do Século XVII e os Sertões dos Currais ao longo do Século X VIII, respectivamente; a região da Chapada Diamantina dentro de vasta área denominada Sertão de Cima no Século XVIII; e, finalmente, as regiões do Cariri Paraibano, do vale do Pajeú e do Cariri Cearense, que compõem parte dos Sertões Nordestinos no Século XX.


VOLUME 3 – Sertões Brasileiros II (2016)

Esta nova publicação abrange extensa área do Território Nacional em que dois grandes processos deram a tônica no desbravamento. Um deles refere-se a uma ocupação forte mente marcada pelas disputas entre as Coroas portuguesa e espanhola para a definição dos limites de seus respectivos territórios coloniais. O outro foi a incorporação inicial às possessões portuguesas na América predominantemente como áreas de passagem. Assim, este volume foi organizado em duas partes – Sertões do Oeste e Sertões de Passagem. Estão aqui representadas as seguintes regiões: Minas de Cuiabá e de Mato Grosso, Minas dos Goyazes, Pantanal , Ervais Mato-Grossenses , referentes à primeira parte; e Sertão da Farinha Podre (região do atual Triângulo Mineiro), Sertão dos Garcias , Região da Alta Sorocabana e o Pontal do Paranapanema e, por fim, o Jalapão, na segunda.

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Fonte: IBGE