Avatar de Desconhecido

Sobre SOS GISbr

Trabalho como freelancer e meu tempo disponível é sempre um mistério. Estou na área de consultoria ambiental desde 2008 desenvolvendo mapas, bases cartográficas e relatórios para estudos ambientais. Sou geógrafa formada pela UFF e mestre em Geomática pela UERJ.

Carta de Risco Remanescente aos Escorregamentos de 6 de abril em Teresópolis

O DRM-RJ (Departamento de Recursos Minerais) disponibiliza para download a Carta de Risco Remanescente aos Escorregamentos de 6 de abril em Teresópolis. Nesta carta são indicados os setores de risco remanescente e risco iminente.

Os setores de risco remanescente são considerados aqueles extremamente críticos, recém afetados por escorregamentos, correspondendo a setores de encosta onde os moradores devem ser evacuados imediatamente, sem que haja a demolição das casas destruídas ou parcialmente destruídas, uma vez que estas ainda protegem aquelas que não foram atingidas. (DRM-RJ, 2012)

Os setores de risco iminentes são considerados aqueles críticos, ou seja, onde os condicionantes geológicos e de uso inadequado do solo indicam uma probabilidade de alta de ocorrência de escorregamentos em condições de chuvas normais e elevada possibilidade de destruição de uma ou mais moradias e/ou de mortes. (DRM-RJ, 2012)

Fonte: http://www.drm.rj.gov.br/

Download direto (*formato PDF): Carta de Risco Remanescente aos Escorregamentos de 6 de abril em Teresópolis.

Guia de citações NBR 10502:2002

APRESENTAÇÃO

guia_citacoesDe acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 10520:2002 – citação “é a menção de uma informação extraída de outra fonte”. Trata-se de trechos transcritos ou informações retiradas de outro documento, com o objetivo de esclarecer o texto ou complementar as ideias do autor.

Ao fazer uma citação é necessária a indicação da fonte onde a informação foi retirada, garantindo respeito aos direitos autorais. As características exigíveis para a apresentação das citações no texto são especificadas pela NBR 10520:2002

Baseado na NBR 10520, de agosto de 2002, o presente instrumento visa apresentar, de forma objetiva, as orientações para a apresentação das citações em documentos, sendo estes em formato impresso ou digital, atendendo aos padrões atuais estabelecidos pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Objetivando oferecer padrões de qualidade aos produtos do Serviço Geológico do Brasil disponibilizados à sociedade, recomendamos a utilização de normas brasileiras que propiciem aos produtos uma apresentação organizada e sistematizada da informação, a fim de transmitir adequadamente seus conteúdos.

As instruções, esclarecimentos e exemplos expostos nesta publicação, com base na ABNT pretendem oferecer de maneira clara, um roteiro prático para orientação dos pesquisadores em organizar de maneira adequada o caráter técnico científico do texto, observando as regras exigíveis a sua excelência. (Paula, 2015)


DOWNLOADS

Download direto do PDF: CLIQUE

Download do PDF via Google drive: CLIQUE


Referência: Guia de citações – NBR 10520 : 2002 : com exemplos em geociências / [organização de] Roberta Silva de Paula. – Rio de Janeiro : CPRM- Serviço Geológico do Brasil, 2015. 22 p. 30 cm

Grids (Tiles) de Imagens Modis (Download)

SOBRE O MODIS

O sensor MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer) se encontra nos dois satélites americanos TERRA e o AQUA do Programa EOS (Earth Observing System), para o mapeamento e o monitoramento da cobertura vegetal e uso da terra. As imagens MODIS oferecem uma serie de dados de observação das condições do solo, oceanos e atmosfera em resoluções espaciais de 250m (Bandas 1 e 2), 500m (Bandas 3 – 7) e 1000m (Bandas 8 – 36), distribuídos num total de 36 bandas (Resolução Radiométrica de 12bits). Suas principais potencialidades são:

  • Ampla Cobertura Espacial e Espectral
  • As 36 bandas estão localizadas em comprimentos de onda que permitem observar as propriedades das nuvens; a dinâmica e as propriedades da vegetação na cobertura terrestre; e a temperatura da superfície dos oceanos no mundo
  • Resolução Temporal

TIPOS DE PRODUTOS MODIS

Calibração

  • MOD 01 – Level – 1A Radiance Counts
  • MOD 02 – Level – 1B Calibrated Geolocated Radiances
  • MOD 03 – Geolocation Data Set

Atmosfera

  • MOD 04 – Aerosol Product
  • MOD 05 – Total Precipitable Water (Water Vapor)
  • MOD 06 – Cloud Product
  • MOD 07 – Atmospheric Profiles
  • MOD 08 – Gridded Atmospheric Product
  • MOD 35 – Cloud Mask

Terra

  • MOD 09 – Surface Reflectance
  • MOD 11 – Land Surface Temperature & Emissivity
  • MOD 12 – Land Cover/Land Cover Change
  • MOD 13 – Gridded Vegetation Indices (NDVI&EVI)
  • MOD 14 – Thermail Anomalies, Fires & Biomass Burning
  • MOD 15 – Leaf Area Index & FPAR
  • MOD 16 – Evapotranspiration
  • MOD 17 – Net Photosynthesis and Primary Productivity
  • MOD 43 – Bidirectional Reflectance Distribution Function and  Albedo
  • MOD 44 – Vegetation Cover Conversion

Criosfera

  • MOD 10 – Snow Cover
  • MOD 29 – Sea Ice Cover

Oceano

  • MOD 18 – Normalized Water – leaving Radiance
  • MOD 19 – Pigment Concentration
  • MOD 20 – Chlorophyll Fluorescence
  • MOD 21 – Chlorophyll_a Pigment Concentration
  • MOD 22 – Photosynthetically Available Radiation  (PAR)
  • MOD 23 – Suspended – Solids Concentration
  • MOD 24 – Organic Matter Concentration
  • MOD 25 – Coccolith Concentration
  • MOD 26 – Ocean Water Attenuation Coefficient
  • MOD 27 – Ocean Primary Productivity
  • MOD 28 – Sea Surface Temperature
  • MOD 31 – Phycoerythrin Concentration
  • MOD 36 – Total Absorption Coefficient
  • MOD 37 – Ocean Aerosol Properties
  • MOD 39 – Clear Water Epsilon

DOWNLOAD DOS TILES

Os download podem ser feitos através do link na imagem abaixo ou Via Google drive: DOWNLOAD da Articulação das Imagens (Tiles) em KMZ

Slide11

DOWNLOAD DAS IMAGENS

OPÇÃO 1: REVERB

Link 1: http://reverb.echo.nasa.gov/

Tutorial: http://www.echo.nasa.gov/reverb/tutorial/Tutorial.html

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?time_continue=7&v=ozbDfWnz9eg

OPÇÃO 2: LINK DIRETO

Link 2: http://e4ftl01.cr.usgs.gov/MOLT/

Produto: MOD13Q1.006 (http://e4ftl01.cr.usgs.gov/MOLT/MOD13Q1.006/)

OPÇÃO 3: GloVis USGS Global Visualization Viewer

O USGS global Visualization Viewer ( GloVis ) é uma ferramenta de pesquisa e encomenda on-line de dados de satélite seleccionados. O visualizador permite o acesso a todas as imagens de navegação disponíveis do Landsat 7 ETM + , Landsat TM 4/5 , Landsat 1-5 MSS , EO- 1 ALI , EO- 1 Hyperion , MRLC , bem como Aster TIR , Aster VNIR e MODIS que encontram-se no inventário DAAC.

Através de uma interface dedutiva, o usuário pode selecionar qualquer área de interesse e visualizar todas as imagens disponíveis para o local especificado. GloVis também oferece recursos adicionais, como limites de cobertura de nuvens , limites de data, acesso aos metadados, entre outros.

LINK: http://glovis.usgs.gov/

Guia Quick Start : http://glovis.usgs.gov/QuickStart.shtml

Foliômetro do Carnaval do Rio de Janeiro 2018 (Labgis / UERJ)

O Foliômetro foi criado para apoiar simples consultas e estudos por meio de análise e exportação de dados geográficos sobre essa importante atividade cultural que são os blocos de rua da Cidade do Rio de Janeiro. Atenção: antes de ir para o seu bloco, confira se a programação do mesmo não sofreu alterações.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Neste app você pode selecionar a localização dos blocos conforme mecanismos de busca por Horários, Tamanhos e Datas. Pode ainda associar estas três informações numa única consulta. O site conta ainda com a opção de download de dados e visualização de mapas base variados.

ACESSE e confira as principais informações dos blocos da Cidade do Rio de Janeiro: https://www.labgis.uerj.br/apps/foliometro/

Untitled5

Essa aplicação foi desenvolvida pelo Núcleo de Geotecnologias da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Sistema Labgis/UERJ. Para contatos, sugestões, erros e críticas, utilize o e-mail labgis@labgis.uerj.br.

Fonte de dados: Listagem de blocos da RioTur e Base de Arruamentos do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos.

Fonte: https://www.labgis.uerj.br

Curso de PostgreSQL & PostGIS da UERJ.

POR QUE BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS?

O DESAFIO DE ORGANIZAR UM VOLUME INÉDITO DE DADOS

O conteúdo abaixo é de autoria do Prof. José Augusto Sapienza Ramos, coordenador acadêmico do Sistema Labgis/UERJ, onde as referências ao livro original se encontram ao final deste texto. José Sapienza é mestre em Ciência e Sistema de Informações Geográficas, tendo também graduação e pós-graduação na área de Computação. Será professor do próximo curso de PostgreSQL & PostGIS da UERJ.

“Determinadas técnicas e tecnologias criadas pelo homem deram significativos saltos na produção e circulação de informação nas sociedades. Para citar apenas algumas: a escrita, a prensa de Gutenberg, o rádio, a TV, o computador e a internet.

Toda a vez que essa produção de informação aumentou rapidamente se fez ainda mais presente o desafio de organizar e fazer a informação produzida circular dentro das sociedades. Afinal, a informação deve ser útil a uma quantidade maior de pessoas para que ela agregue mais valor àquela sociedade.

Para ilustrar a ideia, a organização do conhecimento humano em bibliotecas já acontecia antes da invenção da prensa de Gutenberg, porém as bibliotecas tiveram novos desafios para fazer a curadoria de um maior volume de obras impressas que começaram a ser reproduzidas pelas prensas em escala inédita à época.

Podemos entender que o banco de dados é uma iniciativa que vai ao encontro ao desafio da nova escala de produção de informação permitida pelos computadores. Em outras palavras, o desenvolvimento dos bancos de dados começa praticamente junto com o advento dos computadores eletrônicos. Ele permite estratégias para organizar e facilitar o compartilhamento de um inédito volume de dados digitais dentro de um cenário onde a forma de comunicar e consumir informações ganha nova dinâmica, principalmente, com a internet.

O conceito sobre a informação e sobre a sua ciência desempenha um papel central na sociedade contemporânea, inclusive para uma gestão municipal mais articulada. Embora a geração e comunicação de conhecimento sejam fenômenos básicos de todas as sociedades humanas, a ascensão das tecnologias da informação e seus impactos globais é que nos fazem uma sociedade da informação.

Hoje se entende que o dado e a informação assumem papel fundamental para geração de capital, conhecimento e governança. A natureza digital da informação é o que a torna especialmente importante no mundo contemporâneo; um recurso imprescindível para lidarmos com os novos desafios de nossa sociedade, inclusive os desafios sobre o meio ambiente.

Todavia, para que a informação cumpra o seu potencial, ela precisa ser organizada e distribuída de forma eficiente, sendo o banco de dados uma das principais estratégias que hoje pode ser adotada. Em outras palavras, dependendo da complexidade, volume e dinâmica da base de dados, armazená-la em arquivos e pastas em disco de um computador não é suficiente; é necessário lançar mão de ferramentas e técnicas mais apropriadas a fim que a informação seja mais bem utilizada; agregue mais valor.”

Leia mais na fonte original: capítulo Banco de dados geográficos para a gestão ambiental municipal do livro “Gestão e Governança Local para a Amazônia Sustentável – Volume 2” organizado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM). Baixe o livro completo gratuitamente aqui.

SOBRE O CURSO:

DATA: 05/02/2018 a 08/02/2018 – RIO DE JANEIRO – SEGUNDA A QUINTA.

Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã, Pavilhão João Lyra Filho, 2ºandar, Bloco F, sala 2044 – Sistema LABGIS.

HORÁRIO: 9H ATÉ 17H30

Investimento para profissionais

Matrícula de R$ 420,00 + 1 parcela de R$ 420,00.

Investimento para estudantes e professores*

Matrícula de R$ 320,00 + 1 parcela de R$ 320,00.
*Estudantes das redes pública e privada ou professores da rede pública: saiba mais.

Inscreva-se AQUI!

Programa de aula

1) Introdução

  • Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados
  • Os projetos PostgreSQL e PostGIS
  • Instalando o PostgreSQL com a extensão PostGIS
  • Carregando o primeiro banco de dados
  • Acessando o PostGIS pelo QGIS e outros aplicativos
  • Modelo relacional e formas normais

2) Estruturas e recursos básicos do PostgreSQL/PostGIS

  • Criando Schemas
  • Construindo Databases
  • Criando e editando Tables
  • Colunas geometry e geography
  • Restrições de integridade
  • Configurando layers para o GIS
  • Conexão, importação e consulta pelo Quantum GIS

3) Linguagem SQL

  • Conceitos básicos
  • SELECT, INSERT e DELETE
  • Manipulando a estrutura do banco pelo SQL
  • Utilizando functions do PostGIS pelo SQL

4) Mais recursos do PostgreSQL/PostGIS

  • Views
  • Views como layers no GIS
  • Trabalhando com dados matricias no PostGIS
  • Indexação e indexação Espacial
  • Functions
  • Triggers

5) Manutenção e acesso dos banco de dados

  • Backup
  • Rotinas de manutenção
  • Configuração de acesso

FONTE: LABGIS