Carta de Risco Remanescente aos Escorregamentos de 6 de abril em Teresópolis

O DRM-RJ (Departamento de Recursos Minerais) disponibiliza para download a Carta de Risco Remanescente aos Escorregamentos de 6 de abril em Teresópolis. Nesta carta são indicados os setores de risco remanescente e risco iminente.

Os setores de risco remanescente são considerados aqueles extremamente críticos, recém afetados por escorregamentos, correspondendo a setores de encosta onde os moradores devem ser evacuados imediatamente, sem que haja a demolição das casas destruídas ou parcialmente destruídas, uma vez que estas ainda protegem aquelas que não foram atingidas. (DRM-RJ, 2012)

Os setores de risco iminentes são considerados aqueles críticos, ou seja, onde os condicionantes geológicos e de uso inadequado do solo indicam uma probabilidade de alta de ocorrência de escorregamentos em condições de chuvas normais e elevada possibilidade de destruição de uma ou mais moradias e/ou de mortes. (DRM-RJ, 2012)

Fonte: http://www.drm.rj.gov.br/

Download direto (*formato PDF): Carta de Risco Remanescente aos Escorregamentos de 6 de abril em Teresópolis.

Cartas de Risco Remanescente a Escorregamentos nos Municípios de Teresópolis e Nova Friburgo – RJ

“O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ) divulga as Cartas de Risco Remanescente a Escorregamentos nos Municípios de Teresópolis e Nova Friburgo, após o registro do Megadesastre da Serra Fluminense.

Resumidamente, o DRM-RJ indica que os setores de risco foram divididos em zonas de exclusão – onde não seriam permitas construções – e zonas de risco iminente – onde somente seriam permitidas reconstruções ou ocupação continuada, caso as intervenções de estabilização reduzissem ou eliminassem o risco de novos acidentes.

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Carta de Risco em Teresópolis (Fonte: DRM-RJ)

O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro, até por conta da continuidade dos estudos na área, deu seqüência à atualização do instrumento técnico-científico que pode servir como subsídio para a elaboração do Plano de Contingência para o verão 2011-2012 e para a consecução dos Planos Municipais de Redução de Risco. (…)

Os resultados do trabalho nesses Municípios, no período pós-desastre, apontam para a necessidade de adoção de providências urgentes, com destaque para a elaboração de um Plano de Contingência que contemple: implantação de sistema meteorológico para aviso prévio sobre a ocorrência de chuvas fortes a extremas; criação de abrigos próximos aos setores de risco iminente; planejamento detalhado das obrigações de cada ente público; e treinamento da população.” (Fonte: DRM-RJ)