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Unidades de Conservação no Bioma Mata Atlântica
A área original do bioma Mata Atlântica representaria 13,04% do território nacional com 1.110.182 Km². O bioma já ocupou grande parte da zona costeira brasileira, do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Hoje, restam apenas de 7 a 8% de sua cobertura vegetal, com mais incidência no Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina, além de porções isoladas em outros 11 estados. Mesmo assim, o que resta do bioma Mata Atlântica abriga 20 mil espécies de plantas, 261 espécies de mamíferos, mais de mil espécies de aves e 350 espécies de peixes. (Fonte ICMbio)
Clicando AQUI você será direcionado para uma página do ICMBio, onde encontrará informações pertinentes à UC do referido bioma como Planos de Manejo, Decretos, delimitação em KML entre outros, a exemplo do PARNA Serra da Bocaina a seguir.
NOME DA UNIDADE: Parna da Serra da Bocaina
BIOMA: Mata Atlântica
ÁREA: 104.000 hectares
DIPLOMA LEGAL DE CRIAÇÃO: Dec nº 68.172 de 04 de fevereiro de1971/Dec nº 70.694 de 08 de junho de 1972
COORDENAÇÃO REGIONAL / VINCULAÇÃO: CR8 -Rio de Janeiro
ENDEREÇO / CIDADE / UF / CEP: ARod.estadual da Bocaina, SP 221, KM 0 SÃO JOSÉ DO BARREIRO/SP – CEP:12.830-000
TELEFONE: (12) 3117-2143
Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo
O CPRM oferece um recurso on line para buscas específicas sobre:
A – Litoestratigrafia (áreas com descrição e idade das rochas)
B – Total dos Recursos Minerais (indícios, ocorrências, depósitos, minas e garimpos)
C – Recursos Minerais Selecionados (em especial, minas e jazidas)
D – Geocronologia (novas datações de rochas realizadas)
E – Geoquímica (estações de amostragem de sedimentos de corrente para análise multielementar)
F – Paleontologia (sítios contendo fósseis)
G – Principais Projetos Utilizados
H – Campos de Óleo e Gás
I – Kimberlitos e Rochas Afins (rochas potenciais para diamantes)
J – Elementos Estruturais (falhas, fraturas e outros)
K – Diques
“A Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo constitui-se no maior produto da área das geociências do Brasil, sendo único no mundo por reunir o conhecimento de um século de levantamentos geológicos no país e de cinco décadas de pesquisas acadêmicas. Tornou-se um marco importante na história do Serviço Geológico do Brasil, pois representa a consolidação do novo paradigma da geologia, baseado nos bancos de dados, no geoprocessamento avançado e nos Sistemas de Informações Geográficas. Disponível nos formato JPG (imagem) ou PDF (documento do Adobe Acrobat Reader), a Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo contém, além das informações geológicas, vários encartes temáticos, informações cartográficas padrão (legenda, articulação das folhas etc.) e uma base de dados organizada em Sistema de Informações Geográfica (SIG), contendo uma enorme quantidade de informações geológicas, de valor inestimável.
O grande volume de informações representado pelas diversas folhas ao milionésimo está disponível em um conjunto de 41 CD-ROMs (quase 18 gigabytes de informação), cada qual constituindo um Sistema de Informações Geográficas (SIG) próprio, onde os dados podem ser consultados e manuseados de forma extremamente amigável e independente, através do programa Arc-Exibe.” (Fonte: CPRM)
Unidades de Conservação Federais (shapefile)
O ICMbio está disponibilizado o shapefile das Unidades de Conservação Federais do Brasil com atualização de julho de 2012 , o site oferece ainda uma listagem completa que contempla informações como: Nome da Unidade de Conservação, Coordenação Regional, Município, Unidade Federativa, Data de Criação, Bioma, Grupo, Área e Diploma Legal de Criacão.
Além desses dados há também a Lista das Espécies Ameaçadas com registro de ocorrência em Unidades de Conservação Federais.
Versão em PDF: DOWNLOAD
Versão em DWG: DOWNLOAD
Versão em SHP: DOWNLOAD
Lista de Espécies (formato kmz): DOWNLOAD
Lista de UC’s (PDF): DOWNLOAD
Lembrando que todas essas informações estão disponíveis no I3Geo. Para maiores informações sobre o sistema I3Geo ver POST.
Atlas do trabalho escravo no Brasil
“Idealizado pela organização Amigos da Terra – Amazônia Brasileira e lançado este ano, o Atlas do Trabalho Escravo no Brasil traz dados sobre os casos registrados de trabalho forçado no país e duas novas ferramentas para auxiliar autoridades na formulação de políticas públicas: os índices de probabilidade de trabalho escravo e de vulnerabilidade ao aliciamento.” (Mundo Geo)
Resumo Executivo:
O Atlas do Trabalho Escravo no Brasil caracteriza pela primeira vez a distribuição, os fl uxos, as modalidades e os usos do trabalho escravo no país, nas escalas municipal, estadual e regional, utilizando fontes ofi ciais e consolidadas. Também aponta as associações mais frequentes do fenômeno, como aquela com o desmatamento. Além do diagnóstico inédito, o Atlas oferece dois produtos novos para a sociedade brasileira: o Índice de Probabilidade de Trabalho Escravo e o Índice de Vulnerabilidade ao Aliciamento. No primeiro caso, trata-se de uma ferramenta inovadora e essencial para gestores de políticas públicas, que pode contribuir expressivamente para o planejamento governamental da sustentabilidade socioambiental. É uma ferramenta de avaliação de risco: um risco baixo não deve levar a subestimar o problema, mantendo as políticas de due diligence convencionais. Já um risco alto deve levar a cautelas especiais.
No segundo caso, o da vulnerabilidade, trata-se de uma ferramenta a ser aplicada principalmente por gestores de políticas públicas e sociais. Ela aponta para ação urgente do Poder Público visando a prevenção do trabalho escravo em determinadas regiões, assim como a proteção de grupos sociais altamente expostos ao fenômeno. O mapa do Índice de Vulnerabilidade ao Aliciamento aponta para as regiões de origem do escravo e é, portanto, complementar ao do Índice de Probabilidade de Trabalho Escravo, que põe em foco áreas de ocorrência do problema.
O Atlas também oferece um perfil típico do escravo brasileiro do século XXI: é um migrante maranhense, do Norte de Tocantins ou oeste do Piauí, de sexo masculino, analfabeto funcional, que foi levado para as fronteiras móveis da Amazônia, em municípios de criação recente, onde é utilizado principalmente em atividades vinculadas ao desmatamento. É importante observar que existem fluxos, manchas e modalidades expressivas – e igualmente graves – de trabalho escravo em outras regiões – principalmente no Centro-Oeste e Nordeste – e em outros setores, mas o perfil acima referido é decididamente majoritário. Há, pelo menos, vinte municípios com alto grau de probabilidade de trabalho escravo localizados nas regiões de fronteira na Amazônia brasileira. Nestas áreas, coincidem a queima de madeira para a fabricação do carvão vegetal, as altas taxas de desmatamento, o trabalho pesado de destoca para formação de pastagem e atividades pecuárias nas glebas rurais ocupadas. Na preparação do Atlas foram analisadas as dinâmicas marcadas pelos movimentos das atividades econômicas e da população aliciada e foram usados dados sobre o fenômeno oriundos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)
(Théry, Hervé. Atlas do Trabalho Escravo no Brasil / Hervé h éry, Neli Aparecida de Mello, Julio Hato, Eduardo Paulon Girardi. São Paulo: Amigos da Terra, 2009. 80 p)
O Atlas do Trabalho Escravo no Brasil encontra-se dividido em duas grandes partes, são elas:
Primeira Parte: Avaliando o processo
1. Expressão territorial do trabalho escravo
2. De onde saem e para onde vão os trabalhadores escravizados?
3. A expressão temporal do trabalho escravo
4. As condições educacionais e sociais dos trabalhadores
5. Trabalho escravo e atividades econômicas
5.1 Atividade agropastoril e trabalho escravo
5.2 Pecuária bovina e o trabalho escravo
5.3 Cana-de-açúcar e trabalho escravo
5.4 Carvão e trabalho escravo
5.5 Madeira e trabalho escravo
5.6 Soja e trabalho escravo
5.7 Desmatamento e trabalho escravo
6. Terras protegidas e trabalho escravo
7. Trabalho escravo e violência
Segunda Parte – Relacionando os fatores
1. Análise dos fatores infl uenciadores do trabalho escravo
2. Índices sintéticos: probabilidade de escravidão e vulnerabilidade ao aliciamento
3. Correlações



