Geographic Information Systems: A Management Perspective – Aronoff, Stan

Está disponível em leilão a partir de 1 real no Mercado Livre o clássico livro de Stan Aronoff, “Geographic Information Systems: A Management Perspective”

O link para o leilão http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-437172118-geographic-information-systems-a-management-perspective-_JM

O livro está em excelente estado de conservação, tem capa dura e está disponível em apenas uma unidade. Obrigada!

Atlas Nordeste: abastecimento urbano de água – Alternativas de oferta de água para as sedes municipais da Região Nordeste do Brasil e do norte de Minas Gerais

A Agência Nacional de Águas oferece para download o livro Atlas Nordeste: abastecimento urbano de água. Alternativas de oferta de água para as sedes municipais da Região Nordeste do Brasil e do norte de Minas Gerais – ANA, SPR, 2006 (coordenação geral, João Gilberto Lotufo Conejo).

A publicação analisa a oferta de água bruta à população urbana dos nove Estados da Região Nordeste e do norte de Minas Gerais e propõe alternativas técnicas para garantir o abastecimento de água para mais de mil sedes municipais, em grande parte inseridas na região do Semi-Árido brasileiro.

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Atlas do trabalho escravo no Brasil

“Idealizado pela organização Amigos da Terra – Amazônia Brasileira e lançado este ano, o Atlas do Trabalho Escravo no Brasil traz dados sobre os casos registrados de trabalho forçado no país e duas novas ferramentas para auxiliar autoridades na formulação de políticas públicas: os índices de probabilidade de trabalho escravo e de vulnerabilidade ao aliciamento.” (Mundo Geo)

Resumo Executivo:

O Atlas do Trabalho Escravo no Brasil caracteriza pela primeira vez a distribuição, os fl uxos, as modalidades e os usos do trabalho escravo no país, nas escalas municipal, estadual e regional, utilizando fontes ofi ciais e consolidadas.  Também aponta as associações mais frequentes do fenômeno, como aquela com o desmatamento. Além do diagnóstico inédito, o Atlas oferece dois produtos novos para a sociedade brasileira: o Índice de  Probabilidade de Trabalho Escravo e o Índice de Vulnerabilidade ao Aliciamento. No primeiro caso, trata-se de uma ferramenta inovadora e essencial para gestores de políticas públicas, que  pode contribuir expressivamente para o planejamento governamental da sustentabilidade socioambiental. É uma  ferramenta de avaliação de risco: um risco baixo não deve levar a subestimar o problema, mantendo as políticas  de due diligence convencionais. Já um risco alto deve levar a cautelas especiais.

No segundo caso, o da vulnerabilidade, trata-se de uma ferramenta a ser aplicada principalmente  por gestores de políticas públicas e sociais. Ela aponta para ação urgente do Poder Público visando a prevenção do trabalho escravo em determinadas regiões, assim como a proteção de grupos sociais  altamente expostos ao fenômeno. O mapa do Índice de Vulnerabilidade ao Aliciamento aponta para as  regiões de origem do escravo e é, portanto, complementar ao do Índice de Probabilidade de Trabalho Escravo, que põe em foco áreas de ocorrência do problema.

O Atlas também oferece um perfil típico do escravo brasileiro do século XXI: é um migrante maranhense, do Norte de Tocantins ou oeste do Piauí, de sexo masculino, analfabeto funcional, que foi levado para as fronteiras móveis da Amazônia, em municípios de criação recente, onde é utilizado principalmente em atividades vinculadas ao desmatamento. É importante observar que existem fluxos, manchas e modalidades expressivas – e igualmente graves – de trabalho escravo em outras regiões – principalmente no Centro-Oeste e Nordeste – e em outros setores, mas o perfil acima referido é decididamente majoritário. Há, pelo menos, vinte municípios com alto grau de probabilidade de trabalho escravo localizados nas regiões de fronteira na Amazônia brasileira. Nestas áreas, coincidem a queima de madeira para a fabricação do carvão vegetal, as altas taxas de desmatamento, o trabalho pesado de destoca para formação de pastagem e atividades pecuárias nas glebas rurais ocupadas. Na preparação do Atlas foram analisadas as dinâmicas marcadas pelos movimentos das atividades econômicas e da população aliciada e foram usados dados sobre o fenômeno oriundos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

(Théry, Hervé. Atlas do Trabalho Escravo no Brasil / Hervé h éry, Neli Aparecida de Mello, Julio Hato, Eduardo  Paulon Girardi. São Paulo: Amigos da Terra, 2009. 80 p)

A soja e o Trabalho Escravo

Atlas do Trabalho Escravo no Brasil encontra-se dividido em duas grandes partes, são elas:

Primeira Parte: Avaliando o processo

1. Expressão territorial do trabalho escravo
2. De onde saem e para onde vão os trabalhadores escravizados?
3. A expressão temporal do trabalho escravo
4. As condições educacionais e sociais dos trabalhadores
5. Trabalho escravo e atividades econômicas
5.1 Atividade agropastoril e trabalho escravo
5.2 Pecuária bovina e o trabalho escravo
5.3 Cana-de-açúcar e trabalho escravo
5.4 Carvão e trabalho escravo
5.5 Madeira e trabalho escravo
5.6 Soja e trabalho escravo
5.7 Desmatamento e trabalho escravo
6. Terras protegidas e trabalho escravo
7. Trabalho escravo e violência

Segunda Parte – Relacionando os fatores

1. Análise dos fatores infl uenciadores do trabalho escravo
2. Índices sintéticos: probabilidade de escravidão e vulnerabilidade ao aliciamento
3. Correlações

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Geodiversidade do Estado de São Paulo

Dando continuidade à série Geodiversidade, o CPRM disponibiliza o livro “Geodiversidade do estado de São Paulo/ Organização Carlos Augusto Brasil Peixoto. – São Paulo: CPRM, 2010. 176 p.”

“O Levantamento da Geodiversidade do Estado de São Paulo, desenvolvido na escala 1:750:000, apresenta a superfície territorial do estado – 248.209,426 km² – compartimentada em 14 domínios, que, por sua vez, foram subdivididos em 50 unidades geológico-ambientais.

Na descrição de cada domínio e de suas unidades formadoras serão abordados os elementos de definição e as áreas de ocorrência do domínio, exemplos de litologias formadoras de cada unidade geológico-ambiental, formas de relevo e suas características.” (Introdução – Capítulo 3)

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OBS: Os arquivos vetoriais estão disponíveis no Geobank

IBGE lança nova base cartográfica em escala 1:250.000

O IBGE disponibilizou recentemente a BC250 em formato shapefile. Na construção da Base Cartográfica, foram utilizados como referência os procedimentos descritos no Manual Técnico de Geociências (nº 12 da série de manuais da Geociências) que pode ser acessado em O Manual de Procedimentos Técnicos para Fiscalização, Controle de Qualidade e Validação da Base Cartográfica na escala 1:250.000, produzido pela Coordenação de Cartografia da Diretoria de Geociências do IBGE, visa a orientar a atividade de fiscalização de serviços de mapeamento, padronizando procedimentos, como o preparo de imagens e construção de mapas, garantindo a qualidade do material produzido.

Com os dados das diversas categorias de informação presentes na Base, de forma integrada e totalmente digital, a nova Base Cartográfica 1:250:000 está preparada para integrar a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE) em futuro próximo.

(Fonte: IBGE)

LINK: ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapeamento_sistematico/base_vetorial_continua_escala_250mil