Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo

O CPRM oferece um recurso on line para buscas específicas sobre:

A – Litoestratigrafia (áreas com descrição e idade das rochas)
B – Total dos Recursos Minerais (indícios, ocorrências, depósitos, minas e garimpos)
C – Recursos Minerais Selecionados (em especial, minas e jazidas)
D – Geocronologia (novas datações de rochas realizadas)
E – Geoquímica (estações de amostragem de sedimentos de corrente para análise multielementar)
F – Paleontologia (sítios contendo fósseis)
G – Principais Projetos Utilizados
H – Campos de Óleo e Gás
I – Kimberlitos e Rochas Afins (rochas potenciais para diamantes)
J – Elementos Estruturais (falhas, fraturas e outros)
K – Diques

Geologia Folha NA.21 – Tumucumaque

“A Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo constitui-se no maior produto da área das geociências do Brasil, sendo único no mundo por reunir o conhecimento de um século de levantamentos geológicos no país e de cinco décadas de pesquisas acadêmicas. Tornou-se um marco importante na história do Serviço Geológico do Brasil, pois representa a consolidação do novo paradigma da geologia, baseado nos bancos de dados, no geoprocessamento avançado e nos Sistemas de Informações Geográficas. Disponível nos formato JPG (imagem) ou PDF (documento do Adobe Acrobat Reader), a Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo contém, além das informações geológicas, vários encartes temáticos, informações cartográficas padrão (legenda, articulação das folhas etc.) e uma base de dados organizada em Sistema de Informações Geográfica (SIG), contendo uma enorme quantidade de informações geológicas, de valor inestimável.
O grande volume de informações representado pelas diversas folhas ao milionésimo está disponível em um conjunto de 41 CD-ROMs (quase 18 gigabytes de informação), cada qual constituindo um Sistema de Informações Geográficas (SIG) próprio, onde os dados podem ser consultados e manuseados de forma extremamente amigável e independente, através do programa Arc-Exibe.” (Fonte: CPRM)

CLIQUE AQUI PARA TER ACESSO ÀS CARTAS DISPONÍVEIS

Unidades de Conservação Federais (shapefile)

O ICMbio está disponibilizado o shapefile das Unidades de Conservação Federais do Brasil com atualização de julho de 2012 , o site oferece ainda uma listagem completa que contempla informações como: Nome da Unidade de Conservação, Coordenação Regional, Município, Unidade Federativa, Data de Criação, Bioma, Grupo, Área e Diploma Legal de Criacão.

Além desses dados há também a Lista das Espécies Ameaçadas com registro de ocorrência em Unidades de Conservação Federais.

Versão em PDF: DOWNLOAD

Versão em DWG: DOWNLOAD

Versão em SHP: DOWNLOAD

Lista de Espécies (formato kmz): DOWNLOAD

Lista de UC’s (PDF): DOWNLOAD

Lembrando que todas essas informações estão disponíveis no I3Geo. Para maiores informações sobre o sistema I3Geo ver POST.

 

Mapeamento da Cobertura Vegetal e Uso da Terra no Município do Rio de Janeiro

A SMAC – Prefeitura do Rio – oferece o SIG Florestas do Rio, cujo objetivo é permitir a visualização na web, a partir de qualquer navegador, dos mapas, das informações gráficas e dos dados de cada fragmento florestal  mapeado, incluindo os dados obtidos do levantamento florístico. O sistema também possui a funcionalidade de cadastro de alertas para auxiliar no monitoramento destes fragmentos.

O SIG Florestas do RIO permite:

  • Navegar no mapa sobre os temas: cobertura vegetal e do uso das terras, sub-bacias hidrográficas, maciços, áreas protegidas, Regiões Administrativa (RAs), Áreas de  Planejamento (APs), bairros, favelas, Imagem de satélite 2010, arruamentos, curvas de  nível e o limite municipal do Rio de Janeiro;
  • Consultar as informações dos fragmentos florestais (classe, área, fotografias, resultados do levantamento florístico);
  • Consultar as áreas e percentuais de cada classe de cobertura e uso da terra por regiões administrativas (RAs, APs e bairros) e pelas unidades de análise ambiental (sub-bacias hidrográficas e maciços rochosos);
  • Fazer download do shapefile de cobertura vegetal e dos relatórios técnicos em formato pdf.

“Os parâmetros legais para definição das classes de mapeamento, escala 1:10.000, estão presentes nas seguintes legislações: LEI Nº 11.428, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica, e dá outras providências; DECRETO Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008, que regulamenta dispositivos da Lei no 11.428, de 22 de dezembro de 2006; RESOLUÇÃO CONAMA N° 06, DE 4 DE MAIO DE 1994, que estabelece definições e parâmetros mensuráveis para análise de sucessão ecológica da mata atlântica no estado do Rio de Janeiro, e RESOLUÇÃO CONAMA N° 388, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2007, que dispõe sobre a convalidação das resoluções que definem a vegetação primária e secundária nos estágios inicial, médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica para fins do disposto no art. 4o § 1o da lei no 11.428, de 22 de dezembro de 2006.

Além da legislação pertinente, a legenda do mapeamento da cobertura e uso da terra do município do Rio de Janeiro teve como embasamento o Manual Técnico de Vegetação Brasileira (IBGE, 1992), o Manual Técnico de Uso da Terra (IBGE, 2006) e Mapeamento de Cobertura Vegetal e Uso das Terras do município do Rio de Janeiro (SMAC, 1999).” (SIG Florestas Rio)

O link para acesso ao sistema é http://sigfloresta.rio.rj.gov.br/

Mapa de Declividade em Percentual do Relevo Brasileiro

“O mapa de declividade é uma ferramenta de grande potencial para a CPRM e a comunidade geocientífica no apoio a estudos geológicos, hidrológicos, ecológicos e geomorfológicos em todo o território brasileiro. A geração de mapas temáticos de classes de
declividade tem se destacado como uma técnica importante na detecção de áreas críticas para deslizamento de encostas, traçados de perfis ecodinâmicos da paisagem e análises de terreno para contextualização urbana, bem como, no planejamento de lavouras
agrícolas e na identificação de áreas suscetíveis à ocorrência de inundações. Em especial,  essa ferramenta mostra-se substancial na implantação de bases de dados para tomada de decisão no desenvolvimento de um Sistema Nacional de Monitoramento e Alerta de
Desastres Naturais, e também um importante instrumento de análise ambiental para o  estudo do espaço geográfico de modo integrado.
– O produto apresentado foi elaborado no software ArcGIS 10, Extensão Spatial Analyst, com uso das ferramentas Slope e Reclassify. O mosaico de imagem SRTM (Shuttle Radar Topography Mission) foi utilizado como dado de base e a classificação da declividade das formas de relevo adotada como referência foi a do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e EMBRAPA (Plano 0 a 3%, Suave ondulado 3 a 8%, Ondulado 8 a 20%, Forte ondulado 20 a 45%, Montanhoso 45 a 75% e Escarpado > 75%). O mapa em questão segue o recorte internacional ao milionésimo e foi gerado no formato raster (extensão tif), a legenda salva em layers (ArcGis 9.0 ou
versões mais recentes), e o georreferenciamento efetuado no sistema de coordenadas geográficas DATUM WGS84.”

MAPA ÍNDICE PARA DOWNLOAD DAS FOLHAS

Fonte: Centro de Desenvolvimento Tecnológico – CEDES – Ciro Jorge Appi – Chefe do CEDES

Autor: José Francisco Ladeira Neto
Colaboradores: Carlos Eduardo Mota
Adriana Gomes de Souza
Maria Adelaide Mansini Maia – Departamento de Gestão Territorial – DEGET

A gestão dos recursos hídricos e a mineração

“A presente publicação, ao contemplar uma abordagem inter-relacionada da gestão de recursos hídricos e mineração e apresentar o estado da arte de significativos casos da atividade minerária no Brasil, contribuirá efetivamente para um melhor entendimento da interação entre a mineração e o uso da água, dos impactos ambientais produzidos e de sua possível reversão, dos instrumentos de gestão de recursos hídricos aplicáveis e, por fim, dos requerimentos para que essa atividade se desenvolva de forma sustentável.”

A gestão dos recursos hídricos e a mineração. / Agência Nacional de Águas, Coordenação-Geral das Assessorias ; Instituto Brasileiro de Mineração ; organizadores, Antônio Félix Domingues, Patrícia Helena Gambogi Boson, Suzana Alípaz. Brasília : ANA, 2006. 334 p. : il.

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Sumário Resumido

CAPÍTULO 1: A GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E A MINERAÇÃO: VISÃO INTERNACIONAL

CAPÍTULO 2: GESTÃO DESCENTRALIZADA E PARTICIPATIVA DOS RECURSOS HÍDRICOS E A MINERAÇÃO: RISCOS E OPORTUNIDADES

CAPÍTULO 3: OS INSTRUMENTOS DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS E SUA IMPLANTAÇÃO NA MINERAÇÃO: A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA

CAPÍTULO 4: A MINERAÇÃO E O USO DA ÁGUA NA LAVRA E NO BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO

CAPÍTULO 5: A GESTÃO INTEGRADA ENTRE A MINERAÇÃO E OS RECURSOS HÍDRICOS, ESTUDOS DE CASO

CAPÍTULO 6: O IBRAM E A GESTÃO INTEGRADA DE RECURSOS HÍDRICOS

CAPÍTULO 7: A ATUAÇÃO INSTITUCIONAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS E A MINERAÇÃO