Mapeamento de Áreas com Potencial de Risco do Estado do Espírito Santo

“O Mapeamento das Áreas com Potencial de Risco do Estado do Espírito Santo é de fundamental importância para a Defesa Civil Estadual no sentido da adoção de uma política preventiva relacionada à segurança pública e privada e na geração de futuros estudos em âmbito local e regional do Estado. As informações contidas nos mapas gerados nos formatos analógico e digital (Atlas de Riscos do Estado do Espírito Santo – ARES) se constituem em dados estatísticos geograficamente representados dentro de normas técnicas, reproduzindo a realidade da segurança pública, em uma visão macro do Espírito Santo, quanto ao risco de determinadas ocorrências ambientais, humanas e biológicas” (Fonte: Defesa Civil ES)

LOCALIDADE DE PEDRA AZUL, DISTRITO DE ARACÊ, MUNICÍPIO DE DOMINGOS MARTINS, ES

Todo o material apresentado oferece elementos essenciais à compreensão do leitor, como Introdução, Objetivos, Metodologia e Bibliografia. A seguir é apresentado um MDE executado a partir de curvas com equidistância de 20 metros para Microregião Serrana.

RELEVO TRIDIMENSIONAL DA MICRORREGIÃO CENTRAL SERRANA

 

No site, são dispostas muitas informações sobre as condições naturais do Estado e inclusive com importantes pontos georreferenciados como é o caso dos pontos de Deslizamento de Encostas e Erosão Marinha. Apesar do site precisar de um nível maior de maturidade, as informações disponíveis valem o esforço, principalmente se você pretende elaborar trabalhos na área.

O link direto é http://www.defesacivil.es.gov.br/riscos/Riscos.htm

EIA e PBA da Integração do Rio São Francisco

Estão disponíveis para download no site do IBAMA os Estudos de Impactos Ambientais do Projeto de Integração do Rio São Francisco, bem como documentos do Projeto Básico Ambiental.

Fonte: EIA

Mapa de Diretrizes e Vulnerabilidade

DOWNLOAD DO EIA

DOWNLOAD DO PBA

Geodiversidade do Estado do Amazonas

O Mapa Geodiversidade do Estado do Amazonas foi gerado a partir dos SIGs Geologia e Recursos Minerais do Estado do Amazonas (2006), escala 1:1.000.000, e do Mapa Geodiversidade do Brasil (2006), escala 1:2.500.000, e de informações agregadas obtidas por meio de trabalho de campo, consulta bibliográfica e dados de instituições públicas e de pesquisa.

Dotado de uma linguagem de compreensão universal, tendo em vista seu caráter multiuso, o produto compartimenta o território amazonense em unidades geológico-ambientais, destacando suas limitações e potencialidades, considerando-se a constituição litológica da supraestrutura e da infraestrutura geológica. São abordadas, também: características geotécnicas; coberturas de solos; migração, acumulação e disponibilidade de recursos hídricos; vulnerabilidades e capacidades de suporte à implantação de diversas atividades antrópicas dependentes dos fatores geológicos; disponibilidade de recursos minerais essenciais ao desenvolvimento social e econômico do estado. Nesse particular, em função de fatores estratégicos, são propostas Áreas de Relevante Interesse Mineral (ARIMs), constituindo-se em valioso subsídio às tomadas de decisão conscientes sobre o uso do território. (Fonte: Geodiversidade do Amazonas)

Clique AQUI para download do Relatório e acesse o Geobank para download dos arquivos vetoriais.

Cartas de Risco Remanescente a Escorregamentos nos Municípios de Teresópolis e Nova Friburgo – RJ

“O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ) divulga as Cartas de Risco Remanescente a Escorregamentos nos Municípios de Teresópolis e Nova Friburgo, após o registro do Megadesastre da Serra Fluminense.

Resumidamente, o DRM-RJ indica que os setores de risco foram divididos em zonas de exclusão – onde não seriam permitas construções – e zonas de risco iminente – onde somente seriam permitidas reconstruções ou ocupação continuada, caso as intervenções de estabilização reduzissem ou eliminassem o risco de novos acidentes.

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Carta de Risco em Teresópolis (Fonte: DRM-RJ)

O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro, até por conta da continuidade dos estudos na área, deu seqüência à atualização do instrumento técnico-científico que pode servir como subsídio para a elaboração do Plano de Contingência para o verão 2011-2012 e para a consecução dos Planos Municipais de Redução de Risco. (…)

Os resultados do trabalho nesses Municípios, no período pós-desastre, apontam para a necessidade de adoção de providências urgentes, com destaque para a elaboração de um Plano de Contingência que contemple: implantação de sistema meteorológico para aviso prévio sobre a ocorrência de chuvas fortes a extremas; criação de abrigos próximos aos setores de risco iminente; planejamento detalhado das obrigações de cada ente público; e treinamento da população.” (Fonte: DRM-RJ)

Potencial do CBERS-2 para mapeamento de cobertura do solo no Cerrado

Através deste post estou inaugurando uma nova série de informações no Blog, trata-se da exposição de trabalhos apresentam resultados e metodologias utilizando diferentes tecnologias de imageamento. A dissertação de hoje observa as condições de mapeamento da cobertura do solo no Cerrado, apresentando potencialidades e restrições da tecnologia. Trata-se do trabalho “Desempenho do satélite sino-brasileiro de recursos terrestres (CBERS-2) no mapeamento da cobertura de solos do cerrado brasileiro (2006)” de Bezerra, H. da S. . Para download do arquivo PDF, clique aqui e para acesso a página oficial do projeto CBERS o link é http://www.cbers.inpe.br/

Cuiabá – MT – Sensor: CCD/CBERS-2 // Órbita Ponto: 166-117
Composição: R3G4B2//Data: 22/12/2003 (Fonte CBERS/INPE)