Atlas Brasileiro de Desastres Naturais. Volume do Rio de Janeiro (1991 a 2012)

O Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD) disponibiliza para Download o Atlas Brasileiro de Desastres Naturais em versões por estados.

“A primeira edição do Atlas Brasileiro de Desastres Naturais é um exemplo desse avanço. Trata-se da evolução de um trabalho concluído em 2010, que contou com a cooperação de todos os estados e do Distrito Federal, além da academia, num amplo trabalho de levantamento de informações necessárias para a caracterização do cenário nacional de desastres entre 1991 e 2010.

Realizado por meio de uma parceria entre a Secretaria Nacional de Defesa Civil – SEDEC e a Universidade de Santa Catarina, esta nova edição do Atlas foi atualizada com informações referentes aos anos de 2011 e 2012 e contempla novas metodologias para melhor caracterização dos cenários.

A perspectiva agora é a de que as atualizações dessas informações ocorram de forma ainda mais dinâmica. Com a implementação do primeiro módulo do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres – S2ID, no início de 2013, os registros sobre desastres passaram a ser realizados on-line, gerando bancos de dados em tempo real. Logo, as informações relacionadas a cada desastre ocorrido são disponibilizadas na internet, com informações que poderão prover tanto gestores de políticas públicas relacionadas à redução dos riscos de desastres, como também a academia, a mídia e os cidadãos interessados.” ( Humberto Viana, Secretário Nacional de Defesa Civil)

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Download: Atlas de Desastres Naturais do RJ de 1991 a 2012

Download: Mapas do Atlas Rio de Janeiro 2012

Referência: Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres. Atlas brasileiro de desastres naturais: 1991 a 2012 / Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres. 2. ed. rev. ampl. – Florianópolis: CEPED UFSC, 2013. 120 p. : il. color. ; 22 cm. Volume Rio de Janeiro.

Fonte: http://www.ceped.ufsc.br/

 

Limites das Placas Tectônicas e Falhas do Quaternário

FALHAS DO QUATERNÁRIO

faults Falhas e dobras associadas nos Estados Unidos que se acredita serem fontes de terremotos M> 6 durante o Quaternário.

Com a crescente conscientização do público sobre os riscos do terremoto que levaram ao 100º aniversário do terremoto de 1906 em San Francisco, o US Geological Survey (USGS) está lançando novos mapas da área da Baía de São Francisco, projetados para dar aos moradores e a outros uma nova visão da história geológica. e perigos da região. O “Mapa de falhas quaternárias ativas na região da Baía de São Francisco” mostra falhas que aumentaram as montanhas e geraram terremotos nos últimos dois milhões de anos, e provavelmente serão a fonte do próximo grande terremoto na região. O mapa também inclui respostas a perguntas comuns sobre falhas.

Link direto:https://geomaps.wr.usgs.gov/sfgeo/quaternary/downloads.html

Fonte: USGS


PLACAS TECTÔNICAS

A parte mais externa da Terra consiste em um mosaico de “placas” rígidas que se movem em relação umas às outras por centenas de milhões de anos. (Fonte: USGS)

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Download das Placas Tectônicas em kmz via Google drive: CLIQUE AQUI

Download do arquivo mais recente disponível: CLIQUE AQUI (2018)

Fonte: USGS


DICA: Habilite o marcador Limites e Marcadores >> Marcadores>> Montanhas e tenha acesso aos perfis das elevações e principais informações.


Post antigo sobre o tema: https://sosgisbr.com/2014/01/04/limites-das-placas-tectonicas-em-kml/

Livro: Cadeias produtivas e seus ambientes (INPA)

A editora do INPA lança o livro CADEIAS PRODUTIVAS & SEUS AMBIENTES. O livro Foi organizado pelo Dr. Reinaldo Corrêa Costa do Laboratório de Estudos Sociais (LAES/INPA) e pela Dra Cecilia Verônica Nunez do Laboratório de Bioprospecção e Biotecnologia (LABB/INPA) e é um dos resultados gerados pelas pesquisas realizadas a partir do financiamento de vários editais de pesquisa do CNPq e CAPES, em que a lógica primordial é a pesquisa de cadeias produtivas e uso da biodiversidade, cuja base de produção é o campesinato. (INPA)

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A propriedade e uso da terra, seja em assentamento de reforma agrária ou Resex, são componentes das múltiplas formas em que cadeias produtivas, campesinato e biodiversidade, ou de forma mais ampla, mercado, sujeitos sociais e natureza, se conectam. Os trabalhos refletem momentos e conjunturas históricas e socioeconômicas que envolvem lideranças (de sindicatos, associações e de instituições do governo como Resex, ICMBIO e outros) que envolvem o processo de reprodução do campesinato amazonense com cadeias produtivas oriundas da biodiversidade, um processo de concretude, de originalidade e frequência nos debates (econômicos, políticos e culturais) e tal campesinato pode vir com os mais variados nomes culturais ou institucionais, ou oriundos de escolas econômicas: caboclo, ribeirinho, lavrador, agricultor familiar, pequeno agricultor, pescador ribeirinho, pescador artesanal, entre tantos outros. (INPA)

O livro conta com 6 capítulos que refletem a realidade produtiva do norte do pais com uma abordagem científica, mas com uma linguagem clara e dinâmica. (INPA)

 Download direto (*formato PDF): Cadeias produtivas & seus ambientes / Reinaldo Corrêa Costa, Cecilia Verônica Nunez (organizadores). — Manaus: Editora INPA, 2017. 147 p. : il. color. ISBN: 978-85-211-0169-7

 Fonte: https://ppbio.inpa.gov.br/

Portal da Qualidade da Água Mundial (UNESCO)

“O novo Portal da Qualidade da Água Mundial, lançado pelo Programa Hidrológico Internacional (PHI) da UNESCO, fornece informações sobre a qualidade da água doce em escala mundial, usando dados de sensoriamento remoto.” (Unesco)

“A qualidade da água afeta a saúde humana, assim como os ecossistemas, a biodiversidade, a produção de alimentos e o crescimento econômico. Embora o aprimoramento da qualidade da água em todo o mundo seja essencial para o desenvolvimento sustentável, são raros os dados confiáveis, especialmente em áreas remotas e em países em desenvolvimento nos quais não existem capacidades ou redes de monitoramento.

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O Portal da Qualidade da Água Mundial (World Water Quality Portal), da Iniciativa Internacional sobre Qualidade da Água (International Initiative of Water Quality – IIWQ) atende a uma necessidade urgente de aprimorar o acesso à informação e a base de conhecimento, para se entender melhor os impactos das mudanças causadas pelo clima e pelas atividades humanas na segurança hídrica. O Portal facilitará uma tomada de decisões consciente e com base científica para a gestão da água, e apoiará os esforços dos Estados-membros na implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável sobre água potável e saneamento (ODS 6), assim como vários outros Objetivos e Metas que estão relacionados diretamente com a qualidade e a poluição da água.

O Portal (…) fornece dados sobre cinco indicadores-chave da qualidade da água: turbidez e distribuição sedimentar, clorofila A, floração de algas nocivas (FAN), absorção orgânica e temperatura da superfície.

Esses indicadores também fornecem informações quanto ao impacto de outros setores e usos da terra, como as áreas urbanas, uso de fertilizantes na agricultura, mudança climática ou gestão de represas e reservatórios. Por exemplo, acompanhar mudanças na turbidez (o grau em que a luz é retrodifundida em partículas na água) é útil para o monitoramento de resquícios de sedimentos em atividades de dragagem e despejo. A clorofila A é um pigmento encontrado em células de fitoplâncton, enquanto o indicador FAN mostra áreas possivelmente afetadas por florações de algas nocivas, formadas por cianobactérias e que contêm ficocianina. O Portal utiliza dados óticos dos satélites Landsat e Sentinel-2 (…).

Nessa fase de demonstração, o Portal da Qualidade da Água Mundial do IIWQ fornece uma série cronológica de dados referentes a sete bacias hidrográficas e recursos hídricos da superfície em todas regiões do mundo, monitorando esses cinco indicadores desde janeiro de 2016. As bacias e regiões consideradas nessa fase são: Lago Sevan, na região do Cáucaso (Armênia e Azerbaijão); Reservatório de Itaipu e a Bacia do Rio Paraná (Argentina, Brasil e Paraguai); Planalto do Lago Mecklenburg (Alemanha); Rio Nilo e Represa de Assuã (Egito e Sudão); Delta do Rio Mekong (Vietnã); Lagos da Flórida (EUA); e Bacia do Rio Zambeze (Zâmbia e Zimbábue). (…)

Série Temporal da Turbidez

Série Temporal da Turbidez

(…) O Portal é mais um item do conjunto de ferramentas fornecidas pela UNESCO para ajudar os Estados-membros a monitorarem e administrarem os recursos hídricos de forma sustentável, e para que alcancem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Essas ferramentas incluem bases de dados interativas, como o Sistema de Redes de Informação sobre a Água, e publicações de avaliação e monitoramento periódico, como o Relatório Mundial sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos, e relatórios para monitorar o progresso dos indicadores do ODS 6, o primeiro dos quais será publicado em junho de 2018.”

  • Para mais informações, contatar: Sarantuyaa Zandaryaa (s.zandaryaa@unesco.org).

FONTE: Texto retirado da UNESCO (Link da Notícia: AQUI)


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ACESSO À PLATAFORMA: http://www.worldwaterquality.org/


 

Fogo Cruzado – Plataforma Digital Colaborativa

O Fogo Cruzado é uma plataforma digital colaborativa que tem o objetivo de registrar a incidência de tiroteios e a prevalência de violência armada na região metropolitana do Rio de Janeiro através de um aplicativo para tecnologia mobile combinado a um banco de dados.

Link de acesso: https://fogocruzado.org.br/