Trabalho como freelancer e meu tempo disponível é sempre um mistério. Estou na área de consultoria ambiental desde 2008 desenvolvendo mapas, bases cartográficas e relatórios para estudos ambientais. Sou geógrafa formada pela UFF e mestre em Geomática pela UERJ.
A organização da nona edição do evento Geotecnologias na Gestão Pública (GGP) abriu no dia 25 de fevereiro a fase de submissões de resumos técnicos ou científicos de trabalhos concluídos ou em andamento. Os trabalhos aprovados pelo comitê avaliador serão apresentados durante a programação e também integrarão a publicação com os anais do evento. O GGP é organizado pelo Núcleo de Geotecnologias da UERJ (Sistema Labgis), o Instituto Pereira Passos da Prefeitura do Rio de Janeiro e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
O evento Geotecnologias na Gestão Pública se consolida como um espaço para apresentação e debate de políticas e técnicas que versam sobre aplicações de Geotecnologias nas três esferas e poderes do governo. O evento já contou com a participação de vários atores importantes do governo como Agência Espacial Brasileira, Exército, IBGE, Marinha, IPHAN, Petrobras, Embrapa, ANP, CONCAR, EPE, INEA/RJ, ISP/RJ, além de diversas secretarias estaduais e municipais como Fazenda, Casa Civil, Urbanismo, Planejamento, Transporte, Defesa Civil, entre outros. O evento também contou com a participação de diferentes universidades, empresas privadas e a sociedade civil organizada. “Um dos principais objetivos do evento é aproximar a academia, a iniciativa privada, ONGs e o governo para debater demandas e soluções.” – afirma o coordenador do evento Rui Alberto Azevedo dos Santos.
Assim como nos outros anos, a participação para assistir as palestras será gratuita e serão abertas em breve pelo site do evento. Acesse o link abaixo para mais informações sobre a submissão de resumos.
Para a confecção de um mapa é necessário estabelecer a superfície de referência que a será utilizada para representar a superfície terrestre no modelo matemático. Sobre esta superfície, são necessárias as seguintes informações: as dimensões do elipsóide de referência melhor adaptado à região a ser mapeada (raio do equador e raio polar), a sua orientação no espaço e a origem do sistema de coordenadas geodésicas referenciadas a esta superfície. Com este conjunto de informações é estabelecido o datum horizontal. (Fonte: Teixeira, F.A.P, 2008)
O datum é o produto de um conjunto de informações (as dimensões do elipsóide de referência melhor adaptado à região a ser mapeada – raio do equador e raio polar – , a sua orientação no espaço e a origem do sistema de coordenadas geodésicas referenciadas a esta superfície)que busca o elipsóide de melhor ajuste e varia de acordo a localização da área a ser mapeada, por essa razão que cada região tende a adotar um datum específico. No Brasil, até o final da década de 1970, utilizava-se o elipsóide Internacional de Hayford e, Córrego Alegre-MG, como a origem das coordenadas. A partir de 1977, passou-se a adotar o SAD-69 (Datum Sul-Americano), que apresenta o vértice Chuá-MG como a origem das coordenadas, e como elipsóide de referência o recomendado pela União Astronômica Internacional, homologado em 1967 pela Associação Internacional de Geodésia. Com o advento do GPS, tem sido comum o emprego do datum planimétrico global WGS-84, cujo elipsóide é adotado para o mapeamento global. (Fonte: Teixeira, F.A.P, 2008)
Conversor da Engenharia Cartográfica da UFRGS
Atualmente, o Datum definido pelo IBGE é o SIRGAS 2000. Estas questões já foram abordadas nas seguintes postagens:
A transformação de coordenadas é uma operação que deve garantir a concordância entre os diferentes sistemas. O site da UFRGS oferece oito tipos de conversão que podem ser feitas ponto a ponto e em lotes.
O Foliômetro foi criado para apoiar simples consultas e estudos por meio de análise e exportação de dados geográficos sobre essa importante atividade cultural que são os blocos de rua da Cidade do Rio de Janeiro. Atenção: antes de ir para o seu bloco, confira se a programação do mesmo não sofreu alterações.
Essa aplicação foi desenvolvida pelo Núcleo de Geotecnologias da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Sistema Labgis/UERJ. Para contatos, sugestões, erros e críticas, utilize o e-mail labgis@labgis.uerj.br.
Fonte de dados: Listagem de blocos da RioTur e Base de Arruamentos do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos.
Geodiversidade é o estudo da natureza abiótica (meio físico), constituída por uma variedade de ambientes, composições, fenômenos e processos geológicos que dão origem às paisagens, rochas, minerais, águas, fósseis, solos, clima e outros depósitos superficiais que propiciam o desenvolvimento da vida na Terra, tendo como valores intrínsecos a cultura, o estético, o econômico, o científico, o educativo e o turístico (SILVA, 2008).
O termo geodiversidade utilizado pela CPRM/SGB contempla a definição de domínios e unidades geológico-ambientais e seus compartimentos de relevo que constituem as unidades de análise. Cada unidade foi caracterizada a partir da descrição dos parâmetros relacionados a tectônica de dobramento e fraturamento; aspectos texturais, como isotropia e anisotropia; resistência ao intemperismo físico e químico; grau de coerência; textura do manto de alteração; característica lito-hidroestratigráfica (porosidade e tipo de aquífero); caracterização quanto ao padrão de relevo (tipo de forma, intervalos de amplitude topográfica e declividade). (Fonte: CPRM)
Os arquivos constituintes do SIG encontram-se em formato vetorial e raster, compatíveis com a escala 1:400.000 (Base geológica) e 1:250.000 (Base cartográfica). Os dados no SIG foram projetados utilizando o datum SIRGAS2000 (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas), novo sistema de referência geodésico para o Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) e para as atividades da Cartografia Brasileira, adotado pela CPRM a partir de 2014. O mapa impresso é apresentado em Projeção Policônica, datum planimétrico SIRGAS 2000, com latitude de origem 0º e longitude de origem 42º W de Greenwich. As bases cartográficas digitais foram obtidas a partir de simplificações, adaptações e modificações na hidrografia e sistema viário da Base Cartográfica do Projeto Geologia e Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et al, 2016)).
Sobre o SIG Geodiversidade do Rio de Janeiro
O SIG Geodiversidade do Estado do Rio de Janeiro (escala 1:400.000) foi elaborado a partir da reorganização e reinterpretação do Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et al, 2016) de informações agregadas obtidas por meio de trabalho de campo, consulta bibliográfica e dados de instituições públicas e de pesquisa. Os temas que compõem o SIG e que deram origem ao mapa, bem como suas respectivas fontes, são os seguintes:
• Atrativos Geoturísticos – Atrativos – elaborado para este projeto a partir da compilação e cruzamento de informações referentes ao geoturismo, localização de geossítios e propostas de geoparques; Caminhos Geológicos – elaborado a partir de dados do projeto Caminhos Geológicos, do Departamento de Recursos Minerais do Rio de Janeiro – DRM (http://www.drm.rj.gov.br). Regiões Turísticas – elaborado a partir da dos dados disponibilizados por TURISRIO (www.turisrio.rj.gov.br/ ). Cavernas, Geoparques propostos, Sítios SIGEP – Base de dados obtida em: CECAV (www.icmbio.gov.br/cecav ), Geoparques do Brasil – Propostas, Volume 1 (Schobbenhaus e Silva, 2012) e Sítios Geológicos e Paleontológicos do Brasil – Volumes I a III (Schobbenhaus et al, 2002; Winge et. Al, 2009; Winge et. Al, 2013)
• Base Planimétrica – Massa dágua, Trecho de drenagem, Área edificada, trecho rodoviário e trecho ferroviário. Base cartográfica vetorial ajustada do Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et al, 2016).
• Dados do Mar – Blocos de Exploração, Campos de Produção, Polígono Pré Sal, Bacias_Sedimentares (Dados da ANP, disponível http://app.anp.gov.br/webmaps/). Aguas Jurisdicionais, Estruturas Oceano, Ocorrências Minerais, Recursos Minerais Mar (Dados da CPRM, SIG Geologia da Plataforma Continental Jurídica Brasileira e Áreas Oceânicas Adjacentes. Escala 1:2.500.000. CPRM, 2008). Batimetria – Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et al, 2016).
• Direitos Minerários – Registros de requerimento, concessão e licenciamento de lavra para diversos bens minerais, segundo o Sistema de Informações Geográficas da Mineração – SIGMINE (DNPM, Disponível em: http://sigmine.dnpm.gov.br/)
• Estruturas Geológicas – Estruturas, contatos e diques, segundo SIG Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016).
• Geomorfologia – Elaborado a partir do Mapa Geomorfológico do estado do Rio de Janeiro (Dantas, 2001), o qual foi elaborado com base em fotointerpretação de imagens de satélites Landsat 5tm, acoplado com análises de cartas topográficas e trabalhos de campo. Bases metodológicas: Ponçano et al. (1979); IPT (1981); Ross (1990) e Ross & Moroz (1996).
• Imagens – Mosaico GEOCOVER (2000), Modelo Digital de Elevação (SRTM e ASTER) e Relevo sombreado: gerado a partir do SRTM com iluminação artificial, declinação de 315° e elevação de 45°. Nota: O Modelo Digital de Elevação (MDE) foi gerado em formato de 16 pixel. • Limites – Limite municipal – extraído do SIG Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016).
• Ocorrências Minerais – Base de dados de recursos minerais (Materiais de Uso Direto na Construção Civil, Rochas e Minerais Industriais, Minerais Energéticos, Água Mineral). Dados obtidos a partir do Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016). Disponível em geosgb.cprm.gov.br/.
• Potencial Mineral – Áreas consideradas portadoras de significante potencial mineral, geradas a partir de consulta e interpretação dos dados das seguintes fontes: Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016); Geologia e Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro – Texto Explicativo dos Mapas Geológico e de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016) e Contexto Geológico-Geotectônico da Faixa Manganesífera-Grafitosa Localizada entre Itaperuna/RJ e Volta Grande-MG (Guimarães, P.V., 2011).
• Processos Geológico-Geotécnicos – Aterros e depósitos antrópicos e Tálus_sujeito_movimentações – Dados obtidos a partir do Mapa geológico e de Recursos Minerais do estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016). Áreas sujeitas à inundação, Depósitos de areias argilas e turfas, Erosão Eólica e Sedimentos_de_mangue – Dados obtidos a partir do Mapa geológico e de Recursos Minerais do estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016) e do Mapa geomorfológico do estado do Rio de Janeiro (Dantas, 2001). Movimentos_de_massa – Dados obtidos a partir do Mapa geológico e de Recursos Minerais do estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016), do Mapa geomorfológico do estado do Rio de Janeiro (Dantas, 2001) e das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos de Massa e Inundação Municipais (CPRM). Baixa suscetibilidade – Dados obtidos a partir do Mapa geológico e de Recursos Minerais do estado do Rio de Janeiro (Heilbron et. al, 2016), das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos de Massa e Inundação Municipais (CPRM – Disponível em: . Acesso em: maio 2018), do Projeto Rio de Janeiro (CPRM, 2001) e de Informações de Campo. Feições movimento de massa – Dados obtidos a partir das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos de Massa e Inundação Municipais (CPRM). Suscetibilidade a erosão – Dados obtidos a partir do Mapa de Solos do Estado do Rio de Janeiro (Carvalho Filho et. al, 2003), do Mapa Geomorfológico do Estado do Rio de Janeiro (Dantas, 2001) e das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundação Municipais (CPRM). Solos_expansíveis – Dados obtidos a partir do Mapa de Solos do Estado do Rio de Janeiro (Carvalho Filho et. al, 2003). Erosão marinha – Elaborada a partir de dados do texto Erosão e Progradação no litoral brasileiro – Rio de Janeiro (Muehe, 2006).
• Recursos Hídricos – Favorabilidade hídrica do cristalino – Dados gerados por interpolação de informações de litologia, declividade, fraturamento, solos e uso e ocupação, a partir do cruzamento do Mapa geológico (Heilbron et al, 2016) e do Projeto Rio de Janeiro (CPRM, 2001). Parâmetros extraídos de Hsin-Fu Yeh et. al.(2016), Brandão e Gomes (2003) e Jayakaran et. al (2016); Favorabilidade hídrica das bacias sedimentares – Limites dos aquíferos segundo Projeto Rio de Janeiro (CPRM, 2001) e classificação segundo Martins et. al (2006); Poços tubulares cadastrados no Sistema de Informações de Águas Subterrânea (SIAGAS) da CPRM (disponível em http://siagasweb.cprm.gov.br/layout/ ) e do Projeto Rio de Janeiro (dados originais do INEA, cedidos para o projeto Rio de Janeiro).
• Registro Fotográfico – Acervo de fotos das unidades geológico-ambientais por local visitado. Elaborado por este projeto.
• Unidades Geológico-Ambientais – Elaborado a partir do agrupamento das unidades geológicas, segundo critérios adotados pelo presente projeto, do SIG do Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Rio de Janeiro (Heilbron et el, 2016)
NOVAS FUNÇÕES DO LANDVIEWER QUE VOCÊ NÃO VAI QUERER PERDER
O LandViewer, um serviço em nuvem desenvolvido pela empresa com base nos EUA, EOS Data Analytics,é
conhecido por fornecer acesso fácil a dados de satélites e dados analíticos em
ritmo acelerado. Nos meses recentes, ele passou por diversas atualizações que
expandiram o catálogo existente de imagens de satélites, introduziram mais
ferramentas para análises e acrescentaram alguns outros bônus incríveis.
Uma plataforma única para exploradores de
imagens
Ao final de 2018,
dados aéreos e espaciais disponíveis para navegação, análise e download por
meio do LandViewer incluíam imagens do Sentinel-2 and Sentinel-1 da ESA,
Landsat 8 da NASA-USGS e missões anteriores, MODIS, CBERS-4 e NAIP. Esta ampla
seleção de dados de observação da Terra cresceu ainda mais com a adição de
imagens comerciais de alta resolução do Airbus, SpaceWill e SI Imaging
Services.
O LandViewer
evoluiu para uma única plataforma, onde, além de dados de fontes abertas, você
pode explorar livremente o potencial de dados comerciais com cobertura global,
períodos curtos de revisitação e resolução espacial de até 40 cm. O catálogo
atual inclui imagens do Pléiades 1a/1b, SPOT 5, SPOT 6 e SPOT 7, juntamente com
KOMPSAT-2, 3, 3A e SuperView, Gaofen 1, 2 e Ziyuan-3. Comparado a outros
navegadores de imagens em alta resolução, o LandViewer vangloria-se de vantagens
como prévia grátis, cálculo de preço automático por área selecionada e entrega
rápida de imagem dentro de 3 dias úteis por meio da nuvem do EOS Storage.
Prévia de imagem coletada pelo KOMPSAT-3A acima do Aeroporto Internacional de Shanghai Hongqiao em 29 de outubro de 2018.
Observações de longo prazo com a Análise de
Séries de Tempo
A abundância de
dados disponíveis, como as imagens atualizadas semanalmente do Sentinel-2 e os
dados históricos do Landsat, facilitou o monitoramento de mudanças em longos
períodos de tempo. Mas quanto tempo levaria para selecionar e processar
diversos anos de dados de satélites para obter uma perspectiva multitemporal?
Você nunca saberá, porque a nova Análise de Séries de Tempo pegará todos os
dados de detecção remota para você e entregará os resultados em um gráfico
facilmente interpretável.
Gráfico de séries temporais do Sentinel-2 gerado para campos agrícolas do estado de Kansas.
Tudo o que você
precisa fazer é selecionar uma área de interesse (AOI), um conjunto de dados de
satélite e um período de tempo entre 1 mês e 10 anos. O algoritmo pode pegar
todas as imagens com nebulosidade mínima e calcular o NDVI, NDWI ou NDSI em apenas alguns momentos. Por padrão, o
gráfico de Séries Temporais gerado contém
linhas (representando os valores mín, máx, média e um desvio padrão) que podem ficar escondidos ou exibidos para a sua
conveniência, e sempre que você observar um pico ou uma queda incomum nos
valores, uma cena do satélite que representa parte da curva pode ser
visualizada para estabelecer a causa. Os resultados podem ser baixados como uma
imagem (.png) ou um arquivo .csv para Excel.
Análise de vegetação avançada com novos índices
espectrais
Todo mundo que
busca um olhar mais profundo em relação à cobertura de vegetação ficará
satisfeito em descobrir os novos índices espectrais do LandViewer: SAVI, EVI,
ARVI, GCI, SIPI e NBR. Esses índices podem complementar a análise NDVI ao fazer
correções em relação a efeitos atmosféricos, topográficos ou influências de
luminosidade de solo, dependendo da densidade da vegetação, clima e elevação da
área de interesse. O índice NBR, por sua vez, é designado para destacar áreas
queimadas em relação à vegetação saudável; enquanto a diferença entre os
valores NBR antes do incêndio e os valores NBR pós incêndio podem ser aplicados
para estimar a severidade da queimada.
O uso de diversos
índices simultaneamente permite um melhor insight sobre a saúde da vegetação e
ajuda a identificar vegetação estressada ou infectada em estágio precoce.
Análise SAVI derivada do Sentinel-2 de uma região agrícola árida na Arábia Saudita.
Cálculo de área e legenda intuitiva
Outra função do
LandViewer, a legenda do índice é designada para resolver o problema da interpretação dos
resultados do índice, um problema comum para os novos usuários. Agora, quando
um índice espectral é aplicado sobre um território selecionado, o usuário pode
visualizar uma legenda detalhada, onde cada classe marcada por cor contém uma
curta descrição. Por exemplo, o cálculo de NDVI identificará e destacará as
áreas como “vegetação densa”, “vegetação moderada”, “vegetação escassa”, “solo
aberto” ou “sem vegetação”.
NDVI com legenda descritiva
Outra
funcionalidade para a economia de tempo adicionada recentemente é que a área de
cada classe dentro da legenda do índice espectral agora é calculada
automaticamente, tanto em metros quadrados como em porcentagem.
E não se esqueça de
usar a ferramenta de Área de Interesse (AOI) expandida, que permite o
carregamento em massa de muitas AOIs e acelera o
trabalho ao permitir a visualização simultânea e a mudança rápida de todas as
AOIs no mapa para buscas de imagem e inscrição de nova cena.
Dados analíticos de zona avançados
Ao introduzir a
função de Clusterização, os especialistas em detecção remota e desenvolvedores
de software do EOS levaram a análise espaço-temporal a um novo nível. Com essa
função, os usuários podem executar classificação de dados baseados em satélite
sem supervisão de uma área de até 200 sq.km em até 19 agrupamentos (ou clusters). Esse processo envolve a definição de
parâmetros customizados (tamanho/número de zonas) e aguardar alguns momentos
para que o LandViewer construa uma imagem raster da área com agrupamentos marcados por cor, e uma camada de vetor contornando as fronteiras. Os dois
resultados podem ser baixados.
Essa análise em escala pode providenciar vários insights em relação à agricultura, silvicultura, monitoramento costal e outras indústrias. Por exemplo, um fazendeiro pode fazer uso do conveniente mapeamento de zonas por cor dentro do campo com base nos valores NDVI para a navegação precisa no campo e a administração da safra.
De imagens estáticas a animações atraentes
Lapso de tempo do satélite Sentinel-2 da construção do Aeroporto de Istambul, de 2015 a 2018.
Não vamos esquecer
que, além dos dados espectrais informativos contidos nos pixels das imagens de
satélite, é divertido olhar para esses pixels. Com isso em mente, o LandViewer
apresentou a função de Animação de Lapso de Tempo que permite que jornalistas e
usuários ativos das redes sociais criem histórias animadas envolventes para
compartilhar na Internet. Cada GIF pode conter até 300 cenas, com índices e
combinações de banda aplicados.
Desde o desprendimento de icebergs à construção de novos
estádios – as imagens de satélite são cheias de informações que valem à pena
observar e compartilhar com o mundo, com a ajuda do LandViewer em eos.com/landviewer.