Atlas do Agronegócio 2018

“O Brasil comumente é “vendido” como um país com múltiplas regiões e diversidade na produção de alimentos. Grãos, frutas, legumes, frango, carne, tudo para alimentar a população com sabor, saúde e abundância. A propaganda no intervalo dos noticiários na TV, das novelas ou das salas de cinema repete com imagens coloridas o sucesso do agronegócio brasileiro: “Agro é Tec”, “Agro é Pop”, “Agro é Tudo”. Será?

O agronegócio é um dos pilares da economia de muitos países do Sul global, e em especial da brasileira. Corporações nacionais do setor agroalimentar estão entre as maiores do mundo, conforme você poderá verificar nas próximas páginas. A história desse sucesso, contudo, não é tão singela como fazem crer equipes de marketing bem remuneradas. É o que mostram dados e informações aqui reunidos, análises dos players mundiais do negócio da alimentação, com ênfase na realidade brasileira.

A presente edição também detalha a tendência de concentração do poder e das
terras, em detrimento das condições de vida e de trabalho da agricultura familiar e camponesa, de povos indígenas e de comunidades tradicionais. Cortes sociais agravam conflitos socioambientais em um contexto de criminalização, perseguições e violação de direitos de quem luta pela terra – ou pela mera existência.

Atlas do Agronegócio foi apresentado em sua primeira edição em 2017 na Alemanha por um conjunto de organizações que defendem a justiça socioambiental global. No Brasil, duas dessas organizações, a Fundação Heinrich Böll e a Fundação Rosa Luxemburgo, juntaram forças para traduzir, atualizar, adaptar e contextualizar informações reunidas no original, acrescentando vários artigos com relevância especial para a sociedade brasileira.”

Fonte: Altas do agronegócio: fatos e números sobre as corporações que controlam o que comemos. Maureen Santos, Verena Glass, organizadoras. – Rio de Janeiro : Fundação Heinrich Böll, 2018. 60 p.; il.; 29,7cm

DOWNLOAD EM https://acervo.socioambiental.org/sites/default/files/documents/T1D00091.pdf

Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações

O Ibict desenvolveu e coordena a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), que integra os sistemas de informação de teses e dissertações existentes nas instituições de ensino e pesquisa do Brasil, e também estimula o registro e a publicação de teses e dissertações em meio eletrônico. A BDTD, em parceria com as instituições brasileiras de ensino e pesquisa, possibilita que a comunidade brasileira de C&T publique e difunda suas teses e dissertações produzidas no País e no exterior, dando maior visibilidade à produção científica nacional.

Atualmente são mais de 470 mil dissertações e 171 mil teses

Acesse pesquise e compartilhe:http://bdtd.ibict.br/vufind/

Webinar “MAPEAMENTO DO USO E COBERTURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: ESTUDOS E TENDÊNCIAS”

Inscreva-se em: https://bit.ly/3dDKxk1

Terça-feira, dia 09 de junho, às 15h00, vamos debater sobre “MAPEAMENTO DO USO E COBERTURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: ESTUDOS E TENDÊNCIAS”. O evento tem como objetivo discutir metodologias, resultados e análises de mapeamentos do uso e cobertura do Estado do Rio de Janeiro, e contará com os seguintes participantes:

Paulo Vinícius Rufino Fevrier

Mestre em Geografia pelo Departamento de Geografia da UFRJ, e analista do Instituto Estadual do Ambiente desde 2007. É responsável por coordenar os trabalhos relacionados ao sensoriamento remoto no Inea e irá apresentar a resultados e análises da evolução do uso e cobertura da terra do Estado do Rio de Janeiro de 2007 a 2018.

Rômulo Weckmüller

Professor do ensino básico e pesquisador no Lagef-UFF

Doutor em Geografia pela UFF, com 10 anos de pesquisa em sensoriamento remoto e detecção de mudanças da cobertura terrestre, irá abordar o tema detecção de mudanças em séries temporais.

José Augusto Sapienza Ramos

Atua em pesquisa, ensino e consultoria em Geotecnologias desde 2000. Graduado em Ciência da Computação pela Univ. Federal Fluminense, mestre em Ciência e Sistemas de Informações Geográficas pela Univ. de Salzburgo (Áustria) e mestre e doutorando em Eng. de Sistemas e Computação pela Univ. Federal do Rio de Janeiro, atua no campo de Análise Espacial, Sensoriamento Remoto, Infraestrutura de Dados Espaciais e Modelagem Computacional.

O link do Webinar será encaminhado por e-mail após inscrição.

Contato: geget@inea.rj.gov.br

Unidades de Conservação Federais e Áreas Embargadas (Atualizado 04/2020)

O ICMBio atualizou a Base de Dados das Áreas Embargadas em abril de 2020

Áreas embargadas

Mapa Temático das Unidades de Conservação Federais

Dados Geoestatísticos das Unidades de Conservação Federais

Limites das Unidades de Conservação Federais (atualizado em julho de 2019)

Fonte: ICMBIO