Limites das Unidades de Conservação Federais (Atualizados 06/2018) – ICMBIO

O portal do ICMBIO oferece dados geoestatísticos atualizados em JUNHO DE 2018  das unidades de conservação, em versões shapefile e kmz (google earth).

MapaUCSMaio_2016_Menor

Link de acesso aos dados: http://www.icmbio.gov.br/portal/geoprocessamentos/51-menu-servicos/4004-downloads-mapa-tematico-e-dados-geoestatisticos-das-uc-s

Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais – ICMBIO

icmbio_atlasO ICMBIO disponibiliza na web o belíssimo ” Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais “. O atlas é um produto dos 10 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), trata-se do primeiro esforço em compilar e disponibilizar informações existentes sobre a ocorrência de espécieis de fauna ameaçadas de extinção, nas Unidades de Conservação Brasileiras.

Compilação dos Dados, Elaboração dos Mapas e Síntese dos Resultados:

“Os dados sobre a ocorrência das espécies da fauna ameaçada em Unidades de Conservação Federais foram primeiramente retirados do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (Machado et al., 2008). Para atualização e complementação destes dados foram consultados os Centros Nacionais de Pesquisa e Conservação do ICMBio e as UCs Federais, bem como mais de uma centena de documentos técnicos e científi cos (tais como: Planos de Ação Nacionais para a Conservação, Planos de Manejo de UCs e relatórios técnicos diversos) para a composição deste trabalho.

A opção de iniciar a busca exatamente pelos bancos de dados e documentos técnicos menos acessíveis é parte do esforço de trazer para a sociedade dados que já foram produzidos, mas que em muitos casos estão disponíveis de forma limitada. De uma maneira geral, apenas documentos produzidos nos últimos anos foram utilizados, evitando problemas relacionados à desatualização taxonômica. Documentos sem informação completa, que não nos permitissem verifi car a procedência, veracidade e confi abilidade dos dados de ocorrência também foram descartados. Apesar da grande perda que isto gera, a intenção foi tornar este documento um ponto de partida para que seja frequentemente revisto e atualizado em função do crescente conhecimento na área.

A este Atlas, falta ser acrescida uma compilação mais detalhada da literatura científi ca corrente e das coleções biológicas que certamente guardam ainda referências preciosas sobre a ocorrência destas espécies. De forma similar, inventários nas UCs também devem complementar no futuro esta listagem aqui descrita. Para esta primeira versão, foram privilegiadas fontes que já apresentavam caráter compilatório, facilitando assim o acesso a muitos registros simultaneamente.

Para elaboração dos mapas das UCs Federais com presença de espécies da fauna ameaçadas de extinção, foram utilizados arquivos
vetoriais no formato shapefile, processados no software ArcGis. Os mapas foram produzidos em escala variável de 1:1.300.000 (Paraíba) a 1:10.700.000 (Pará), de acordo com a melhor visualização para cada Estado.

As fontes de dados cartográficos utilizadas foram as seguintes:

  • Limites das UCs Federais; localização das Coordenações Regionais (CRs) e dos Centros Nacionais de Pesquisa e Conservação do
    ICMBio – base de dados do ICMBio (2010);
  • Limite Estadual – IBGE, 2007 – Escala: 1:1.000.000;
  • Hidrografia – IBGE, 2001 – Escala 1:5.000.000;
  • Biomas – IBGE, 2004 – Escala: 1:1.000.000;
  • Imagem de Relevo: GTOPO do U.S. Geological Survey (USGS).

As imagens utilizadas foram obtidas a partir do mosaico de imagens Geocover Landsat 2000, disponíveis no site da Nasa. Todos os mapas foram produzidos no sistema de coordenadas geográfi cas Datum horizontal South American Datum 1969 – SAD 69. (…)”

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Considerações Finais:

“Este trabalho é, portanto, uma primeira iniciativa de organizar e representar espacialmente e de forma acessível a todos os interessados, parte de uma informação que se encontra dispersa em diversos órgãos públicos de pesquisa e gestão de biodiversidade, instituições de ensino e pesquisa, organizações da sociedade civil de interesse público e privado, na literatura científi ca especializada e nas coleções biológicas, dentro e fora do Brasil. Muitas vezes esta informação é de difícil acesso, obtenção e de visualização em escala nacional.

Possíveis incorreções podem ser frutos de questões taxonômicas controversas, informações confl ituosas e falhas no processo de compilação da informação e elaboração dos mapas. Mesmo assim, optou-se por já trazer esta primeira parte da compilação ao público, em função da grande demanda que existe por este tipo de informação.

As informações dos mapas e tabelas foram organizadas de maneira a permitir que leigos e especialistas, gestores, tomadores de decisão, pesquisadores e estudantes, assim como os órgãos dos diversos setores, tenham acesso rápido às informações da forma mais simples possível.

Este trabalho visa servir não somente como fonte de consulta, mas também como estímulo para aqueles profi ssionais que têm a contribuir com críticas, sugestões e complementação de informações, colaborando desta forma para que as próximas versões sejam cada vez mais completas e úteis para a conservação da biodiversidade brasileira.

Pretende-se também dar subsídio para discussões ao redor dos grandes empreendimentos propostos no país e seus possíveis impactos sobre esta fauna ameaçada aqui abordada, tema fundamental para um planejamento de desenvolvimento mais sustentável que garanta a conservação da biodiversidade para as futuras gerações.

Esperamos, portanto, que o Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais venha a contribuir para discussões sobre a efi ciência do SNUC, sobre a situação das nossas espécies ameaçadas, sobre o estado do conhecimento que temos de nossa biodiversidade e, sobretudo, para o planejamento da conservação da biodiversidade brasileira ameaçada.”

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icmbio_atlas_imagem1

Fonte: Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais – ICMBIO, 2011

Temas Vetoriais da Amazônia Legal (SisCom) – Parte 1

O SisCom, Sistema Compartilhado de Informações Ambientais, é um sistema do MMA/IBAMA desenvolvido no CSR onde é permitido consultar Bancos de Dados Geográficos de várias Instituições e IBAMA, nele você poderá cruzar informações, criar e imprimir mapas e ter acesso on-line a informações de meio ambiente dos vários parceiros.

Você pode consultar o projeto através do LINK principal para pesquisas e download de outros dados, como o Limite da Amazônia Legal em formato KML (CLIQUE AQUI). Eventualmente, divulgaremos por partes todos os temas disponíveis no endereço principal.

 PARTE 1
AMAZONIA_LEGAL_LIMITE 170 KB 18/4/2007 17:45:05
AMAZ_LEG_ARCO_DESFLORESTAM 263 KB 6/2/2007 12:00:59
AMAZ_LEG_BO_MUNICIPIO 4063 KB 6/2/2007 12:01:01
AMAZ_LEG_CENA_CBERS 48 KB 6/2/2007 12:01:01
AMAZ_LEG_CENA_LANDSAT 26 KB 6/2/2007 12:01:01
AMAZ_LEG_CURVA_NIVEL_250 25130 KB 6/2/2007 12:01:09
AMAZ_LEG_ESTRADAS_250 2548 KB 6/2/2007 12:01:10
AMAZ_LEG_ESTRADAS_SIPAM 11142 KB 6/2/2007 12:01:15
AMAZ_LEG_ESTRADAS_TERRA_D_MEIO 378 KB 6/2/2007 12:01:15
AMAZ_LEG_HIDROGRAFIA_250 196405 KB 6/2/2007 12:02:00
AMAZ_LEG_HIDRO_POL_250 29256 KB 6/2/2007 12:02:06
AMAZ_LEG_HIPSOMETRIA 826 KB 6/2/2007 12:02:06
AMAZ_LEG_IBAMA_ESC_REG 10 KB 6/2/2007 12:02:06
AMAZ_LEG_IBAMA_GEREX1 6 KB 6/2/2007 12:02:06
AMAZ_LEG_IBAMA_GEREX2 6 KB 6/2/2007 12:02:06
AMAZ_LEG_ILHA_250 8263 KB 6/2/2007 12:02:08
AMAZ_LEG_LIMITE_UF 1365 KB 6/2/2007 12:02:08
AMAZ_LEG_LOCALIDADE 58 KB 6/2/2007 12:02:08
AMAZ_LEG_LOCALIDADE_POL 495 KB 6/2/2007 12:02:08
AMAZ_LEG_MONITORAMENTO 1361 KB 6/2/2007 12:02:09
AMAZ_LEG_MUNICIPIO 1753 KB 6/2/2007 12:02:09
AMAZ_LEG_MUNICIPIO_2006_IBGE 1723 KB 6/2/2007 12:02:10
AMAZ_LEG_SOLOS 1645 KB 6/2/2007 12:02:10
AMAZ_LEG_TER_INDIGENA 10688 KB 6/2/2007 12:02:13
AMAZ_LEG_TRILHA_250 1450 KB 6/2/2007 12:02:13
AMAZ_LEG_UC 4871 KB 6/2/2007 12:02:14
AMAZ_LEG_UF 1364 KB 6/2/2007 12:02:15
AMAZ_LEG_VEGETACAO 1556 KB 6/2/2007 12:02:15

Fonte: SisCom / IBAMA / MMA

GEOPARQUES DO BRASIL (Propostas)

“O Projeto Geoparques do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), criado em 2006, representa importante papel indutor na criação de geoparques no Brasil. Esse projeto tem como premissa básica a identificação, levantamento, descrição, diagnóstico e ampla divulgação de áreas com potencial para  futuros geoparques, incluindo o inventário e quantificação de geossítios, que representam parte do  patrimônio geológico do país.

O Brasil tem grande potencial para a criação de geoparques por sua enorme extensão territorial com uma rica geodiversidade, aliado à presença de sítios não geológicos de importância ecológica, arqueológica, histórica ou cultural. Diversas propostas já foram avaliadas, outras encontram-se em avaliação e outras ainda serão avaliadas em trabalhos futuros.”  Geoparques do Brasil : propostas / organizadores Carlos Schobbenhaus [e] Cássio Roberto da Silva. – Rio de Janeiro: CPRM, 2012.

DOWNLOAD

Relação de propostas do Projeto Geoparques avaliadas, em avaliação e programadas.

1 Cachoeiras do Amazonas – AM – Categoria: Estratigráfico, Espeleológico, Arqueológico

2 Morro do Chapéu – BA  – Categoria: Estratigráfico, Geomorfológico, Histórico

3 Pireneus – GO  – Categoria: Estratigráfico, Tectônico, Geomorfológico, Histórico-cultural

4 Astroblema Araguainha-Ponte Branca – GO/MT  – Categoria: Astroblema (estrutura de impacto de meteorito)

5 Quadrilátero Ferrífero – MG  – Categoria: Estratigráfico, Paleoambiental, História da Mineração, Geomorfológico, Metalogenético

6 Bodoquena-Pantanal – MS  – Categoria: Espeleológico, Paleoambiental, Geomorfológico, PAleontológico, Metalogenético

7 Chapada dos Guimarães MT  – Categoria: Geomorfológico, Paleontológico, Espeleológico, Beleza Cênica

8 Fernando de Noronha – PE – Categoria: Ígneo, Beleza Cênica

9 Seridó – RN  – Categoria: Estratigráfico, Ígneo, Geomorfológico, Metalogenético, Histórico-cultural

10 Quarta Colônia – RS – Categoria: Paleontológico (tetrápodes), Estratigráfico

11 Caminhos dos Cânions do Sul – RS/SC  – Categoria: Beleza Cênica, Geomorfológico, Ígneo, Estratigráfico

12 Serra da Capivara – PI  – Categoria: Estratigráfico, Arqueológico

13 Catimbau-Pedra Furada – PE  – Categoria: Estratigráfico, Paleoambiental, Geomorfológico, Ígneo, Arqueológico

14 Sete Cidades-Pedro II – PI  – Categoria: Geomorfológico, Paleoambiental, Mineralógico, Beleza Cênica

15 Alto Vale do Ribeira – SP/PR  – Categoria: Espeleológico, Paleoambiental

16 Chapada Diamantina – BA  – Categoria: Geomorfológico, Paleoambiental, Beleza Cênica, Histórico-cultural

17 Uberaba, Terra dos Dinossauros do Brasil – MG – Categoria: Paleontológico

18 Litoral Sul de Pernambuco – PE – Categoria: Ígneo, Estratigráfico, Beleza Cênica, Histórico-Cultural

19 Rio de Contas – BA  – Categoria: Estratigráfico, Geomorfológico, Histórico

20 Monte Alegre – PA – Categoria: Estratigráfico, Geomorfológico, Tectônico, Arqueológico

21 Alto Alegre dos Parecís – RO  – Categoria: Estratigráfico, Geomorfológico, Beleza Cênica

22 Serra da Canastra – MG  – Categoria:  BelezaCênica, Geomorfológico

23 Chapada dos Veadeiros – GO – Categoria: Geomorfológico, Estratigráfico, Beleza Cênica

24 Canudos – BA  – Categoria: Petrológico, Estratigráfico, Ígneo, Geomorfológico, Metalogenético, Histórico-cultural

25 Cânion do São Francisco – SE/AL – Categoria: Geomorfológico, Beleza Cênica

26 Rio do Peixe – PB  – Categoria: Paleontológico (Icnofaunas dinossaurianas,etc), Estratigráfico

27 Vale Monumental – CE  – Categoria: Geomorfológico, Ígneo, Beleza Cênica

28 Tepuis – RR  – Categoria: Geomorfológico, Estratigráfico, Paleoambiental, Beleza Cênica

Megacidades, Vulnerabilidades e Mudanças Climáticas: Região Metropolitana do Rio de Janeiro

“O projeto “Megacidades, Vulnerabilidades e Mudanças Climáticas”, concebido e coordenado pelo INPE e pela Unicamp/NEPO, com o apoio da Embaixada Britânica no Brasil, criou a oportunidade de atualizar e ampliar os estudos sobre os impactos das mudanças climáticas na cidade do Rio de Janeiro. O leitor do presente relatório terá a oportunidade de analisar as conclusões e recomendações vinculadas a cada “Leitura Temática”. Tanto os textos como suas indicações tendem a dialogar entre eles já que foram assim concebidos; como visões que se complementam, ainda que não esgotem a temática do Projeto.

Blocos e Leituras Temáticas:

CONTEXTO METROPOLITANO
Tendências de uso e ocupação do território e a gestão metropolitana face às mudanças climáticas – Cláudio A.G. Egler e Paulo P. de Gusmão (IGEO/UFRJ)

IMPACTOS SOBRE O MEIO FÍSICO

Clima e mudanças climáticas na Cidade do Rio de Janeiro – Claudine P. Dereczynski (IGEO/UFRJ), José Marengo (INPE), Maria Gertrudes A. Justi da Silva (IGEO/UFRJ) e Isimar de Azevedo Santos (IGEO/UFRJ)

A orla costeira da Região Metropolitana do Rio de Janeiro: impactos das mudanças climáticas sobre o meio físico – Dieter Muehe (IGEO/UFRJ) e Paulo Cesar C. Rosman (COPPE/UFRJ)

Elevação do nível do mar e redefinição da linha de costa na Região Metropolitana do Rio de Janeiro – Luiz Roberto Arueira da Silva e Felipe Cerbella Mandarino (IPP/PMRJ)

VULNERABILIDADES SÓCIO‐ECONÔMICAS
Vulnerabilidades da infraestrutura de drenagem urbana e os efeitos das mudanças climáticas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro – Marcelo Gomes Miguez, José Paulo Soares de Azevedo e Lázaro Costa Fernandes (Escola Politécnica/UFRJ)

O saneamento ambiental frente aos cenários das mudanças climáticas: a aplicação do estado do conhecimento sobre a realidade da Região Metropolitana do Rio de Janeiro – Isaac Volschan Jr. (Escola Politécnica/UFRJ)

Resíduos sólidos urbanos: considerações sobre a situação da Região Metropolitana do Rio de Janeiro face às mudanças climáticas – José Henrique Penido Monteiro (Comlurb/PCRJ)

Vulnerabilidades em matéria de saúde pública na Região Metropolitana do Rio de Janeiro na perspectiva das mudanças climáticas – Ulisses E.C. Confalonieri, Diana P. Marinho e Martha Barata (FIOCRUZ)

VULNERABILIDADES DOS SISTEMAS NATURAIS

Biodiversidade e Unidades de Conservação na Região Metropolitana do Rio de Janeiro: apreciação geral das vulnerabilidades face às mudanças climáticas ‐ Giovaninni Luigi (COPPE/UFRJ)

Vulnerabilidade dos manguezais da Região Metropolitana do Rio de Janeiro face às mudanças climáticas – Mário Luiz Gomes Soares, Paula Maria Moura de Almeida, Viviane Fernandez Cavalcanti, Gustavo Calderucio Duque Estrada e Daniel Medina Corrêa Santos (NEMA/UERJ)

Vulnerabilidades das lagoas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro às mudanças climáticas – Alex Enrich‐Prast e Luiz Fernando Jardim Bento (IB/UFRJ)

Monitoramento dos problemas de encosta na Cidade do Rio de Janeiro frente às mudanças climáticas em curso e futuras – Andre Avelar, Ana Luiza Coelho Neto (IGEO/UFRJ) e Ricardo D’Orsi (GeoRio/PCRJ)

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