Atlas geográfico escolar – 7ª edição (IBGE)

O IBGE disponibiliza para venda e download o Atlas geográfico escolar – 7ª edição atualizado, “com informações geográficas, estatísticas e cartográficas sobre o Brasil e outros países. Dentre os temas abordados destacam-se clima, vegetação, usos da terra, litosfera, estrutura e dinâmica da população, divisões políticas e regionais, características demográficas, indicadores sociais, espaço das redes, espaço econômico e diversidades ambiental e cultural sobre o Brasil e aproximadamente 200 países. Fotos, ilustrações, imagens de satélite, textos descritivos e analíticos, mapas físicos, políticos e temáticos do Brasil e do mundo também fazem parte da publicação e ajudam na compreensão da nossa realidade e de outras que compõem a cenário sociopolítico e econômico mundial” (IBGE, 2016).

ISBN: 9788524404373

 

 

 

 

 

 

 

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Download: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv99345.pdf

Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais – ICMBIO

icmbio_atlasO ICMBIO disponibiliza na web o belíssimo ” Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais “. O atlas é um produto dos 10 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), trata-se do primeiro esforço em compilar e disponibilizar informações existentes sobre a ocorrência de espécieis de fauna ameaçadas de extinção, nas Unidades de Conservação Brasileiras.

Compilação dos Dados, Elaboração dos Mapas e Síntese dos Resultados:

“Os dados sobre a ocorrência das espécies da fauna ameaçada em Unidades de Conservação Federais foram primeiramente retirados do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (Machado et al., 2008). Para atualização e complementação destes dados foram consultados os Centros Nacionais de Pesquisa e Conservação do ICMBio e as UCs Federais, bem como mais de uma centena de documentos técnicos e científi cos (tais como: Planos de Ação Nacionais para a Conservação, Planos de Manejo de UCs e relatórios técnicos diversos) para a composição deste trabalho.

A opção de iniciar a busca exatamente pelos bancos de dados e documentos técnicos menos acessíveis é parte do esforço de trazer para a sociedade dados que já foram produzidos, mas que em muitos casos estão disponíveis de forma limitada. De uma maneira geral, apenas documentos produzidos nos últimos anos foram utilizados, evitando problemas relacionados à desatualização taxonômica. Documentos sem informação completa, que não nos permitissem verifi car a procedência, veracidade e confi abilidade dos dados de ocorrência também foram descartados. Apesar da grande perda que isto gera, a intenção foi tornar este documento um ponto de partida para que seja frequentemente revisto e atualizado em função do crescente conhecimento na área.

A este Atlas, falta ser acrescida uma compilação mais detalhada da literatura científi ca corrente e das coleções biológicas que certamente guardam ainda referências preciosas sobre a ocorrência destas espécies. De forma similar, inventários nas UCs também devem complementar no futuro esta listagem aqui descrita. Para esta primeira versão, foram privilegiadas fontes que já apresentavam caráter compilatório, facilitando assim o acesso a muitos registros simultaneamente.

Para elaboração dos mapas das UCs Federais com presença de espécies da fauna ameaçadas de extinção, foram utilizados arquivos
vetoriais no formato shapefile, processados no software ArcGis. Os mapas foram produzidos em escala variável de 1:1.300.000 (Paraíba) a 1:10.700.000 (Pará), de acordo com a melhor visualização para cada Estado.

As fontes de dados cartográficos utilizadas foram as seguintes:

  • Limites das UCs Federais; localização das Coordenações Regionais (CRs) e dos Centros Nacionais de Pesquisa e Conservação do
    ICMBio – base de dados do ICMBio (2010);
  • Limite Estadual – IBGE, 2007 – Escala: 1:1.000.000;
  • Hidrografia – IBGE, 2001 – Escala 1:5.000.000;
  • Biomas – IBGE, 2004 – Escala: 1:1.000.000;
  • Imagem de Relevo: GTOPO do U.S. Geological Survey (USGS).

As imagens utilizadas foram obtidas a partir do mosaico de imagens Geocover Landsat 2000, disponíveis no site da Nasa. Todos os mapas foram produzidos no sistema de coordenadas geográfi cas Datum horizontal South American Datum 1969 – SAD 69. (…)”

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Considerações Finais:

“Este trabalho é, portanto, uma primeira iniciativa de organizar e representar espacialmente e de forma acessível a todos os interessados, parte de uma informação que se encontra dispersa em diversos órgãos públicos de pesquisa e gestão de biodiversidade, instituições de ensino e pesquisa, organizações da sociedade civil de interesse público e privado, na literatura científi ca especializada e nas coleções biológicas, dentro e fora do Brasil. Muitas vezes esta informação é de difícil acesso, obtenção e de visualização em escala nacional.

Possíveis incorreções podem ser frutos de questões taxonômicas controversas, informações confl ituosas e falhas no processo de compilação da informação e elaboração dos mapas. Mesmo assim, optou-se por já trazer esta primeira parte da compilação ao público, em função da grande demanda que existe por este tipo de informação.

As informações dos mapas e tabelas foram organizadas de maneira a permitir que leigos e especialistas, gestores, tomadores de decisão, pesquisadores e estudantes, assim como os órgãos dos diversos setores, tenham acesso rápido às informações da forma mais simples possível.

Este trabalho visa servir não somente como fonte de consulta, mas também como estímulo para aqueles profi ssionais que têm a contribuir com críticas, sugestões e complementação de informações, colaborando desta forma para que as próximas versões sejam cada vez mais completas e úteis para a conservação da biodiversidade brasileira.

Pretende-se também dar subsídio para discussões ao redor dos grandes empreendimentos propostos no país e seus possíveis impactos sobre esta fauna ameaçada aqui abordada, tema fundamental para um planejamento de desenvolvimento mais sustentável que garanta a conservação da biodiversidade para as futuras gerações.

Esperamos, portanto, que o Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais venha a contribuir para discussões sobre a efi ciência do SNUC, sobre a situação das nossas espécies ameaçadas, sobre o estado do conhecimento que temos de nossa biodiversidade e, sobretudo, para o planejamento da conservação da biodiversidade brasileira ameaçada.”

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Fonte: Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais – ICMBIO, 2011

Atlas Escolar Digital – IBGE

O Atlas Escolar Digital é uma ferramenta simples e didática, com uma interface gráfica atraente, para encontrar ilustrações animadas sobre geografia e cartografia, além de consultar mapas do Brasil e do Mundo.

Áreas Protegidas no Mundo

Áreas Protegidas no Mundo (Fonte: IBGE)

Temas como formação dos continentes e origem no universo são representados em uma série de animações repletas de figuras e textos. A Geografia do Mundo e do Brasil também são contempladas através de mapas, são mais de 70 ilustrações.

O Atlas Escolar Digital está disponível no link: http://atlasescolar.ibge.gov.br/

Atlas Nordeste: abastecimento urbano de água – Alternativas de oferta de água para as sedes municipais da Região Nordeste do Brasil e do norte de Minas Gerais

A Agência Nacional de Águas oferece para download o livro Atlas Nordeste: abastecimento urbano de água. Alternativas de oferta de água para as sedes municipais da Região Nordeste do Brasil e do norte de Minas Gerais – ANA, SPR, 2006 (coordenação geral, João Gilberto Lotufo Conejo).

A publicação analisa a oferta de água bruta à população urbana dos nove Estados da Região Nordeste e do norte de Minas Gerais e propõe alternativas técnicas para garantir o abastecimento de água para mais de mil sedes municipais, em grande parte inseridas na região do Semi-Árido brasileiro.

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Atlas do trabalho escravo no Brasil

“Idealizado pela organização Amigos da Terra – Amazônia Brasileira e lançado este ano, o Atlas do Trabalho Escravo no Brasil traz dados sobre os casos registrados de trabalho forçado no país e duas novas ferramentas para auxiliar autoridades na formulação de políticas públicas: os índices de probabilidade de trabalho escravo e de vulnerabilidade ao aliciamento.” (Mundo Geo)

Resumo Executivo:

O Atlas do Trabalho Escravo no Brasil caracteriza pela primeira vez a distribuição, os fl uxos, as modalidades e os usos do trabalho escravo no país, nas escalas municipal, estadual e regional, utilizando fontes ofi ciais e consolidadas.  Também aponta as associações mais frequentes do fenômeno, como aquela com o desmatamento. Além do diagnóstico inédito, o Atlas oferece dois produtos novos para a sociedade brasileira: o Índice de  Probabilidade de Trabalho Escravo e o Índice de Vulnerabilidade ao Aliciamento. No primeiro caso, trata-se de uma ferramenta inovadora e essencial para gestores de políticas públicas, que  pode contribuir expressivamente para o planejamento governamental da sustentabilidade socioambiental. É uma  ferramenta de avaliação de risco: um risco baixo não deve levar a subestimar o problema, mantendo as políticas  de due diligence convencionais. Já um risco alto deve levar a cautelas especiais.

No segundo caso, o da vulnerabilidade, trata-se de uma ferramenta a ser aplicada principalmente  por gestores de políticas públicas e sociais. Ela aponta para ação urgente do Poder Público visando a prevenção do trabalho escravo em determinadas regiões, assim como a proteção de grupos sociais  altamente expostos ao fenômeno. O mapa do Índice de Vulnerabilidade ao Aliciamento aponta para as  regiões de origem do escravo e é, portanto, complementar ao do Índice de Probabilidade de Trabalho Escravo, que põe em foco áreas de ocorrência do problema.

O Atlas também oferece um perfil típico do escravo brasileiro do século XXI: é um migrante maranhense, do Norte de Tocantins ou oeste do Piauí, de sexo masculino, analfabeto funcional, que foi levado para as fronteiras móveis da Amazônia, em municípios de criação recente, onde é utilizado principalmente em atividades vinculadas ao desmatamento. É importante observar que existem fluxos, manchas e modalidades expressivas – e igualmente graves – de trabalho escravo em outras regiões – principalmente no Centro-Oeste e Nordeste – e em outros setores, mas o perfil acima referido é decididamente majoritário. Há, pelo menos, vinte municípios com alto grau de probabilidade de trabalho escravo localizados nas regiões de fronteira na Amazônia brasileira. Nestas áreas, coincidem a queima de madeira para a fabricação do carvão vegetal, as altas taxas de desmatamento, o trabalho pesado de destoca para formação de pastagem e atividades pecuárias nas glebas rurais ocupadas. Na preparação do Atlas foram analisadas as dinâmicas marcadas pelos movimentos das atividades econômicas e da população aliciada e foram usados dados sobre o fenômeno oriundos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

(Théry, Hervé. Atlas do Trabalho Escravo no Brasil / Hervé h éry, Neli Aparecida de Mello, Julio Hato, Eduardo  Paulon Girardi. São Paulo: Amigos da Terra, 2009. 80 p)

A soja e o Trabalho Escravo

Atlas do Trabalho Escravo no Brasil encontra-se dividido em duas grandes partes, são elas:

Primeira Parte: Avaliando o processo

1. Expressão territorial do trabalho escravo
2. De onde saem e para onde vão os trabalhadores escravizados?
3. A expressão temporal do trabalho escravo
4. As condições educacionais e sociais dos trabalhadores
5. Trabalho escravo e atividades econômicas
5.1 Atividade agropastoril e trabalho escravo
5.2 Pecuária bovina e o trabalho escravo
5.3 Cana-de-açúcar e trabalho escravo
5.4 Carvão e trabalho escravo
5.5 Madeira e trabalho escravo
5.6 Soja e trabalho escravo
5.7 Desmatamento e trabalho escravo
6. Terras protegidas e trabalho escravo
7. Trabalho escravo e violência

Segunda Parte – Relacionando os fatores

1. Análise dos fatores infl uenciadores do trabalho escravo
2. Índices sintéticos: probabilidade de escravidão e vulnerabilidade ao aliciamento
3. Correlações

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