As imagens de satélites, costumam a apresentar um background negro e quando sobrepostas encobrem a imagem daquela que ficar no plano de informação inferior.
Muitas vezes, para resolver este tipo de problema os usuários simplesmente vão até as propriedades da imagem e indicam que os pixels 0,0,0 devem ser mostrados como “no color“. Muitas vezes é uma solução sim, simples, rápida e prática. Entretanto, quando o background não tem diferenciação da área que de fato corresponde à imagem, acontece como na figura abaixo.
Neste caso, a solução então seria retirar a borda da imagem. Vou descrever o passo a passo no Arc Gis, buscando a solução mais simples, que entretanto não é a única.
- Crie um polígono com a área que está imageada, deixando totalmente de fora a área preta da borda. Não se esqueça de definir a projeção do arquivo.
- Abra o ARC TOOL BOX >> Spatial Analist Tools >> Extraction >> Extract by mask
- Selecione para o “input raster” a imagem que será recortada
- Selecione para o “input raster or feature mask data” o arquivo com a área que será usada para o recorte.
- No campo “output raster” indique a direção e o nome do arquivo de saída.
- Execute
E o resultado é este:
Outros softwares, como Spring e ENVI, também executam este procedimento, não com estes passos obviamente. No ENVI, por exemplo, há duas opções mais simples, uma seria o Region of Interest, mas o caminho é mais longo. Para ter um arquivo ROI (Region of Interest) o usuário deve transformar o shapefile da área no formato vector do envi (evf) e então criar um ROI. A segunda opção seria fazer o recorte espacial “spatial subset” diretamente do arquivo vetor.
Apesar de preferir softwares específicos para trabalhar com imagens, esta função se mostrou mais prática e sem déficit de qualidade no GIS.



O projeto speciesLink tem por objetivo integrar a informação primária sobre biodiversidade que está disponível em museus, herbários e coleções microbiológicas, tornando-a disponível, de forma livre e aberta na Internet. Paralelamente estão sendo desenvolvidas ferramentas para análise e produção de sínteses do conhecimento.
O Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira – PROBIO/MMA realizou ampla consulta para a definição de áreas prioritárias para conservação, uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade na Amazônia, Caatinga, Cerrado e Pantanal, Mata Atlântica e Campos Sulinos, e na Zona Costeira e Marinha. Desta forma, foi possível não só identificar as áreas prioritárias, como também avaliar os condicionantes socioeconômicos e as tendências de ocupação humana do território brasileiro, elencar principais ações para gestão dos nossos recursos biológicos.
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