Eliminando a Faixa Preta de Imagens de Satélite (LANDSAT, CBERS…)

As imagens de satélites, costumam a apresentar um background negro e quando sobrepostas encobrem a imagem daquela que ficar no plano de informação inferior.

Muitas vezes, para resolver este tipo de problema os usuários simplesmente vão até as propriedades da imagem e indicam que os pixels 0,0,0 devem ser mostrados como “no color“. Muitas vezes é uma solução sim, simples, rápida e prática. Entretanto, quando o background não tem diferenciação da área que de fato corresponde à imagem, acontece como na figura abaixo.

Neste caso, a solução então seria retirar a borda da imagem. Vou descrever o passo a passo no Arc Gis, buscando a solução mais simples, que entretanto não é a única.

  1. Crie um polígono com a área que está imageada, deixando totalmente de fora a área preta da borda. Não se esqueça de definir a projeção do arquivo.
  2. Abra o ARC TOOL BOX >> Spatial Analist Tools >> Extraction >> Extract by mask
  3. Selecione para o “input raster” a imagem que será recortada
  4. Selecione para o “input raster or feature mask data” o arquivo com a área que será usada para o recorte.
  5. No campo “output raster” indique a direção e o nome do arquivo de saída.
  6. Execute

E o resultado é este:

Outros softwares, como Spring e ENVI, também executam este procedimento, não com estes passos obviamente. No ENVI, por exemplo, há duas opções mais simples, uma seria o Region of Interest, mas o caminho é mais longo. Para ter um arquivo ROI (Region of Interest) o usuário deve transformar o shapefile da área no formato vector do envi (evf) e então criar um ROI. A segunda opção seria fazer o recorte espacial “spatial subset” diretamente do arquivo vetor.

Apesar de preferir softwares específicos para trabalhar com imagens, esta função se mostrou mais prática e sem déficit de qualidade no GIS.

Dados e ferramentas sobre Espécies Biológicas

O projeto speciesLink tem por objetivo integrar a informação primária sobre biodiversidade que está disponível em museus, herbários e coleções microbiológicas, tornando-a disponível, de forma livre e aberta na Internet. Paralelamente estão sendo desenvolvidas ferramentas para análise e produção de sínteses do conhecimento.

O principal produto do projeto é o banco de dados distribuído, integrando mais do que 40 acervos de coleções biológicas. Em agosto de 2005 eram cerca de 700 mil registros on-line, disponíveis de forma aberta e livre. O projeto também estruturou um banco de dados com os principais Coletores de Plantas do Brasil (Koch, I. & Shepherd, G.J.) cuja finalidade é oferecer uma fonte de informação para projetos taxonômicos e especialmente para projetos de informatização de coleções, onde listas padronizadas de nomes de coletores são de grande utilidade. Outros produtos do projeto são:

Link do projeto: http://splink.cria.org.br/project?criaLANG=pt

As ferramentas disponíveis são:

networkManager

Gerenciador dos metadados das coleções participantes da rede speciesLink.

indicadores

São relatórios dinâmicos ou diários apresentados em formato de mapas e gráficos.

openModeller

Ferramenta open source para modelagem de distribuição espacial utilizada para prever a distribuição de espécies.

spLinker

Aplicativo que viabiliza o espelhamento dos dados das coleções biológicas participantes da rede speciesLink em servidores regionais

speciesBase

Sistema de gerenciamento de coleções desenvolvido em Microsoft® Access utilizando elementos de dados Darwin Core 2.

coletores de plantas do Brasil

O banco de dados de coletores teve como finalidade oferecer uma fonte de informação para projetos taxonômicos e de informatização de coleções. Os trabalhos foram descontinuados com o término do projeto da Fapesp, mas os resultados obtidos foram mantidos online.

dataCleaning

Essa ferramenta tem por objetivo detectar possíveis erros e facilitar o processo de padronização dos dados das coleções.

geoLoc

O objetivo dessa ferramenta é auxiliar o trabalho de coleções biológicas no georeferenciamento de seus acervos.

infoXY

Obtenha informações sobre coordenadas geográficas.

spOutlier

Esta ferramenta usa técnicas modificadas por Chapman 1999 para detectar outliers (pontos fora do padrão esperado) para os parâmetros latitude, longitude e altitude.

speciesMapper

O speciesMapper permite a visualização de coordenadas em um mapa. Para utilizá-lo, basta inserir medidas de coordenadas geográficas para visualizar o(s) ponto(s) em um mapa.

conversor

Converte diferentes tipos de representação de coordenadas geográficas e datum’s.

Áreas Prioritárias para Conservação, Download

O Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira – PROBIO/MMA realizou ampla consulta para a definição de áreas prioritárias para conservação, uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade na Amazônia, Caatinga, Cerrado e Pantanal, Mata Atlântica e Campos Sulinos, e na Zona Costeira e Marinha. Desta forma, foi possível não só identificar as áreas prioritárias, como também avaliar os condicionantes socioeconômicos e as tendências de ocupação humana do território brasileiro, elencar principais ações para gestão dos nossos recursos biológicos.

O livro Áreas Prioritárias para Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira  é composto pelas seguintes partes: Introdução ao Processo de Avaliação; Bioma Amazônia; Bioma Pantanal; Bioma Cerrado; Bioma Caatinga; Bioma Mata Atlântica; Bioma Pampa; Zona Costeira e Marinha; Resultados e Anexos e está disponível em http://www.mma.gov.br/estruturas/chm/_arquivos/biodiversidade31.pdf

Para download dos arquivos shapefile com as Áreas Prioritárias para Conservação, seguem os links abaixo:

Bioma Amazônia (Novas Áreas e Áreas Protegidas– formato shapefile);

Bioma Caatinga (Novas Áreas e Áreas Protegidas– formato shapefile);

Bioma Cerrado (Novas Áreas e Áreas Protegidas– formato shapefile);

Bioma Mata Atlântica (Novas Áreas e Áreas Protegidas – formato shapefile);

Bioma Pampa (Novas Áreas e Áreas Protegidas– formato shapefile);

Bioma Pantanal (Novas Áreas e Áreas Protegidas– formato shapefile);

Bioma Zona Marítima Costeira (Novas Áreas e Áreas Protegidas– formato shapefile).

Áreas Importantes para a Conservação da Biodiversidade na Bacia do Rio São Francisco (formato shapefile ou pdf);

Link: http://www.ibama.gov.br/zoneamento-ambiental/basedado/areas_prioritarias_arquivos/

Mapa Índice da Bahia

A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), disponibiliza on line e para download o mapa índice com as cartas existentes correspondentes ao Estado da Bahia.

Acesso pelo Link: http://www.sei.ba.gov.br/images/inf_geoambientais/base_cartodig_mapa.swf

ou para download em pdf no link http://www.sei.ba.gov.br/site/geoambientais/mapas/pdf/mapa_mapaindice_2000.pdf

Sistema de Informação de Águas Subterrâneas

O Sistema de Informação de Águas Subterrâneas ou SIAGAS foi desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil – SGB, e é composto por uma base de dados de poços permanentemente atualizada, e por módulos capazes de realizar consulta, pesquisa, extração e geração relatórios. O SIAGAS, a partir do mapeamento e pesquisa hidrogeológica em todo o país, permite a gestão adequada da informação hidrogeológica e a sua integração com outros sistemas.

O Conselho Nacional de Recursos Hídricos – CNRH, através da Moção N. 038, de 7 de dezembro de 2006, recomendou a adoção do SIAGAS, pelos órgãos gestores estaduais, Secretarias dos Governos Estaduais, Agência Nacional de Águas – ANA e Usuários dos Recursos Hídricos Subterrâneos, como base nacional compartilhada para armazenagem, manuseio, intercâmbio e difusão de informações sobre águas subterrâneas. A Moção no 039 da CNRH recomenda a integração entre os sistemas SIAGAS, SNIRH, SINIMA, SIGHIDRO, SNIS e SIPNRH.
Link: http://siagasweb.cprm.gov.br/layout/visualizar_mapa.php