Veduca: Acesso a aulas dos melhores cursos universitários do Brasil e do Mundo

“Assistir a aulas das melhores universidades do mundo pela internet virou uma realidade quando Massachussets Institute of Techonology (MIT) disponibilizou alguns de seus conteúdos de graça na rede, em 2002. O movimento foi seguido por diversas instituições e, agora, ficou muito mais acessível aos brasileiros: o Portal Veduca, criado este ano, disponibiliza diversos vídeos, com legendas em português, de aulas em instituições americanas renomadíssimas como Harvard, MIT, Berkeley, Columbia, Princeton e UCLA.”

Estão presentes temas como Geografia, Mudanças Climáticas, Desenvolvimento Sustentável, Ciências da Terra, entre outros.

Fonte: O Globo

Mapeamento Geomorfológico do Estado do Espírito Santo

O Instituto Jones dos Santos Neves – IJSN, por meio de sua Coordenação de Geoespacialização, juntamente com o Departamento de Geografia da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES, tem a satisfação de apresentar à sociedade capixaba, os resultados oriundos do Projeto Mapeamento Geomorfológico do Espírito Santo, que teve como missão aumentar a precisão do Mapeamento Geomorfológico realizado pelo Projeto RADAMBRASIL, no inicio da década de 80. O relatório e o mapa de Morfoestruturas, Regiões
e Unidades Geomorfológicas a seguir, são fruto do avanço e da otimização de materiais e métodos que as inovações tecnológicas propiciaram à área de estudos naturais. Os dados encontram-se na projeção Universal Transversa de Mercator (UTM), Zona 24 Sul com parâmetros de datum adotados referentes ao Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas (SIRGAS 2000).

“Utilizou-se inicialmente, produtos do Projeto Radambrasil, como os mapas Geomorfológicos em escala de 1:250.000, Mapas Geomorfológicos e Geológicos em escala de 1.000.000 nos volumes 32 e 34; Relatórios dos Volumes 32 e 34 no formato analógico e digital (RADAMBRASIL, 1983 e 1987) e consulta no Manual Técnico de Geomorfologia (IBGE, 2009).

O procedimento de delimitação das unidades de relevo se deu com emprego da técnica de edição vetorial em tela, consultando os mapas geomorfológicos em escalas 1:250.000 e 1:1.000.000 digitalizados, mosaicados e georreferenciados, um Modelo Numérico do Terreno – MNT, derivado dos dados do radar interferométrico da missão SRTM (Shuttle Radar Topography Mission), com 90 metros de resolução espacial, abrangendo o Espírito Santo (EMBRAPA, 2005), e imagens orbitais do sensor TM / Landsat 2010 (IJSN, 2010) com resolução espacial de 30 x 30m, compostas nas bandas RGB colorido com a combinação da banda 1 associada ao filtro azul, banda 2 ao filtro verde e a banda 4 ao filtro vermelho (2B; 3G; 4R), correspondendo, respectivamente, aos comprimentos de ondas azul, verde e vermelho. Nesta composição foram realçadas as características da água (tons de azul escuro ao roxo), do solo e áreas urbanizadas (tons de azul) enquanto a vegetação apresenta tons de verde.

Para o detalhamento das unidades menores consultou-se as fotografias aéreas ortorretificadas com resolução espacial de 1 x 1m do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – IEMA/ES (2007/2008), além do mapa de declividades e rede de drenagem derivados dos dados da Missão SRTM.”

 Instituto Jones dos Santos Neves, Mapeamento geomorfológico do estado do Espírito Santo. Vitória, ES, 2012.

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Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil

“A construção de indicadores de desenvolvimento sustentável no Brasil integra-se ao conjunto de esforços internacionais para concretização das ideias e princípios formulados na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, no que diz respeito à relação entre meio ambiente, desenvolvimento e informações para a tomada de decisões.

Com a publicação Indicadores de desenvolvimento sustentável: Brasil 2010, o IBGE dá continuidade à série iniciada em 2002, reafirmando, mais uma vez, seu compromisso de disponibilizar à sociedade um conjunto de informações sobre a realidade brasileira, em suas dimensões ambiental, social, econômica e institucional.

Na atual edição, são apresentados 55 indicadores que, em sua maior parte, correspondem àqueles constantes na edição de 2008 – todos revistos e atualizados – e originam-se de estudos e levantamentos do IBGE e de outras instituições. Fornecem, em sua dimensão ambiental, informações relacionadas ao uso dos recursos naturais e à degradação ambiental, organizadas nos temas atmosfera, terra, água doce, mares e áreas costeiras, biodiversidade e saneamento. Em sua dimensão social, os indicadores vinculam-se à satisfação das necessidades humanas, melhoria da qualidade de vida e justiça social, abrangendo os temas população, trabalho e rendimento, saúde, educação, habitação e segurança. A dimensão econômica dos indicadores busca retratar o desempenho macroeconômico e financeiro e os impactos no consumo de recursos materiais e uso de energia mediante a abordagem dos temas quadro econômico e padrões de produção e consumo. Por sua vez, a dimensão institucional, desdobrada nos temas quadro institucional e capacidade institucional, oferece informações sobre a orientação política, a capacidade e os esforços realizados com vistas às mudanças necessárias para a implementação do desenvolvimento sustentável.

Os indicadores são apresentados sob a forma de tabelas, gráficos e mapas, precedidos de uma ficha contendo a descrição das variáveis utilizadas em sua construção, a justificativa e, em casos específicos, comentários metodológicos, incluindo, ao final da publicação, um glossário com a conceituação da terminologia utilizada. Contemplam série histórica e abrangem, sempre que possível, informações para o País e Unidades da Federação, permitindo o acompanhamento dos fenômenos ao longo do tempo e o exame de sua ocorrência no território.”

Fonte: IBGE

DOWNLOADS

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2002

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2004

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2008

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2010

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2012 (ATUALIZAÇÃO)

Fotos da Evolução Urbana de Copacabana

O G1 disponbiliza um pequeno acervo que evidencia a mudança espacial de um dos Bairros mais famosos do Rio de Janeiro.

Link: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/fotos/2012/07/veja-fotos-da-evolucao-de-copacabana.html

Bacias Hidrográficas e Rios Fluminenses – Síntese Informativa por Macrorregião Ambiental

“Para estabelecer as unidades básicas de planejamento e intervenção da gestão ambiental, o território do Estado do Rio de Janeiro foi dividido em 7 (sete) Macrorregiões Ambientais, designadas pela sigla MRA (…)

Oficializadas pelo Decreto Estadual n° 26.058 de 14 de março de 2000, cada Macrorregião Ambiental abrange uma parte terrestre e outra marinha. A superfície terrestre de cada Macrorregião Ambiental compreende uma ou mais bacias hidrográficas. A porção marinha engloba a zona costeira, incluindo baías, enseadas, praias, ilhas, costões rochosos, mangues e uma faixa de mar aberto, cuja largura será definida de acordo com critérios estabelecidos no Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. A decisão de dividir o Estado levou em conta critérios técnicos-ambientais, administrativos e políticos. Em primeiro lugar, é consenso mundial que a bacia hidrográfica é a unidade territorial para se promover à gestão do meio ambiente, pois, entre outros aspectos, suas fronteiras (divisores de água) são naturais e na
maioria das vezes percebidas com facilidade.

Sobre o assunto, assim se expressa Eugene P. Odum, um dos cientistas mais conceituados em ecologia teórica e aplicada: “A bacia hidrográfica (…) deve ser considerada a unidade mínima de ecossistema, quando se trata de interesses humanos. O conceito de bacia hidrográfica ajuda a colocar em perspectiva muitos dos nossos problemas e conflitos. Por exemplo, as causas e as soluções da poluição da água não serão encontrados olhando-se apenas para dentro da água; geralmente, é o gerenciamento incorreto da bacia hidrográfica que destrói nossos recursos aquáticos” (ODUM, E.P. Ecologia. Ed. Interamericana, 1985).

Fonte:

SEMADS – Bacias Hidrográficas e Rios Fluminenses Síntese Informativa por Macrorregião Ambiental – Rio de Janeiro: SEMADS 2001 – 73p.: il. ISBN 85-87206-10-9

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Capítulos:

1-Introdução

2 -Bacias Hidrográficas da MRA-1
2.1- Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara
2.2- Microbacias Insulares da Baía de Guanabara
2.3- Bacia Hidrográfica da Baixada de Jacarepaguá
2.4- Bacia Hidrográfica da Lagoa Rodrigo de Freitas
2.5- Microbacia Hidrográfica Oceânica da Urca, Leme e Copacabana
2.6- Bacia Hidrográfica das Lagoas de Piratininga e Itaipu
2.7- Bacia Hidrográfica do Sistema Lagunar de Maricá

3- Bacias Hidrográficas da MRA-2
3.1- Bacia Hidrográfica da Baía de Sepetiba
3.2 -Microbacias da Restinga de Marambaia
3.3 -Microbacias Insulares da Baía de Sepetiba

4- Bacias Hidrográficas da MRA-3
4.1- Bacia Hidrográfica da Baía de Ilha Grande
4.2- Microbacias Hidrográficas Insulares da Baía de Ilha Grande

5- Bacias Hidrográficas da MRA-4
5.1- Bacia Hidrográfica do Rio São João
5.2- Bacia Hidrográfica do Rio das Ostras
5.3- Bacia Hidrográfica do Rio Una
5.4- Bacia Hidrográfica da Lagoa de Araruama
5.5- Bacia Hidrográfica da Lagoa de Saquarema
5.6- Bacia Hidrográfica da Lagoa de Jaconé
5.7- Microbacias das Pequenas e Médias Lagoas da Restinga de
Massambaba
5.8- Microbacias das Pequenas Lagoas Litorâneas entre Arraial do Cabo
a Rio das Ostras

6- Bacias Hidrográficas da MRA-5
6.1- Bacia Hidrográfica da Lagoa de Imboassica
6.2- Bacia Hidrográfica do Rio Macaé
6.3- Bacia Hidrográfica da Lagoa Feia
6.3.1- Lagoa Feia
6.3.2- Rio Macabu
6.3.3- Rio Ururaí – Lagoa de Cima
6.4- Canal Macaé – Campos
6.5- Microbacias das Pequenas e Médias Lagoas da MRA-5

7- Bacias Hidrográficas da MRA-6
7.1- Rio Paraíba do Sul e Afluentes
7.2- Lagoas e Lagunas da MRA-6

8- Bacias Hidrográficas da MRA-7
8.1- Rio Itabapoana e Afluentes
8.2- Lagoas e Lagunas da MRA-7

9- Bibliografia
Anexos
I Relação dos Rios de Domínio Federal
II Relação das Barragens e Usinas Hidrelétricas no Estado do Rio de Janeiro 69
Projeto Planágua