Geodiversidade do Estado do Amazonas

O Mapa Geodiversidade do Estado do Amazonas foi gerado a partir dos SIGs Geologia e Recursos Minerais do Estado do Amazonas (2006), escala 1:1.000.000, e do Mapa Geodiversidade do Brasil (2006), escala 1:2.500.000, e de informações agregadas obtidas por meio de trabalho de campo, consulta bibliográfica e dados de instituições públicas e de pesquisa.

Dotado de uma linguagem de compreensão universal, tendo em vista seu caráter multiuso, o produto compartimenta o território amazonense em unidades geológico-ambientais, destacando suas limitações e potencialidades, considerando-se a constituição litológica da supraestrutura e da infraestrutura geológica. São abordadas, também: características geotécnicas; coberturas de solos; migração, acumulação e disponibilidade de recursos hídricos; vulnerabilidades e capacidades de suporte à implantação de diversas atividades antrópicas dependentes dos fatores geológicos; disponibilidade de recursos minerais essenciais ao desenvolvimento social e econômico do estado. Nesse particular, em função de fatores estratégicos, são propostas Áreas de Relevante Interesse Mineral (ARIMs), constituindo-se em valioso subsídio às tomadas de decisão conscientes sobre o uso do território. (Fonte: Geodiversidade do Amazonas)

Clique AQUI para download do Relatório e acesse o Geobank para download dos arquivos vetoriais.

Articulação das Folhas 1:25.000 – Projeto RJ-25 – IBGE

O Projeto RJ-25 oferece para download as Ortofotos do Estado do Rio de Janeiro em escala 1:25.000. A seguir é apresentada a articulação e disponibilidade das folhas no Estado(Download em PDF).

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CLIQUE AQUI para download da Articulação em Shapefile.

CLIQUE AQUI para acessar a página com as Ortofotos em formato TIF.

CLIQUE AQUI para acessar a página com as Ortofotos em formato PDF.

(Fonte: IBGE)

Cartas de Risco Remanescente a Escorregamentos nos Municípios de Teresópolis e Nova Friburgo – RJ

“O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ) divulga as Cartas de Risco Remanescente a Escorregamentos nos Municípios de Teresópolis e Nova Friburgo, após o registro do Megadesastre da Serra Fluminense.

Resumidamente, o DRM-RJ indica que os setores de risco foram divididos em zonas de exclusão – onde não seriam permitas construções – e zonas de risco iminente – onde somente seriam permitidas reconstruções ou ocupação continuada, caso as intervenções de estabilização reduzissem ou eliminassem o risco de novos acidentes.

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Carta de Risco em Teresópolis (Fonte: DRM-RJ)

O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro, até por conta da continuidade dos estudos na área, deu seqüência à atualização do instrumento técnico-científico que pode servir como subsídio para a elaboração do Plano de Contingência para o verão 2011-2012 e para a consecução dos Planos Municipais de Redução de Risco. (…)

Os resultados do trabalho nesses Municípios, no período pós-desastre, apontam para a necessidade de adoção de providências urgentes, com destaque para a elaboração de um Plano de Contingência que contemple: implantação de sistema meteorológico para aviso prévio sobre a ocorrência de chuvas fortes a extremas; criação de abrigos próximos aos setores de risco iminente; planejamento detalhado das obrigações de cada ente público; e treinamento da população.” (Fonte: DRM-RJ)

Gigafoto do Everest

Uma ONG que documenta as condições das geleiras do Himalaia divulgou uma gigafoto da região do Monte Everest, a montanha mais alta do mundo, na Ásia. Montada com a união de 477 fotos realizadas pelo cinegrafista David Breashears, a gigafoto revela a geleira de Khumbu, de acordo com o site da ONG Glacierworks. (Fonte: G1)

Para acesso à Gigafoto >> LINK

Potencial do CBERS-2 para mapeamento de cobertura do solo no Cerrado

Através deste post estou inaugurando uma nova série de informações no Blog, trata-se da exposição de trabalhos apresentam resultados e metodologias utilizando diferentes tecnologias de imageamento. A dissertação de hoje observa as condições de mapeamento da cobertura do solo no Cerrado, apresentando potencialidades e restrições da tecnologia. Trata-se do trabalho “Desempenho do satélite sino-brasileiro de recursos terrestres (CBERS-2) no mapeamento da cobertura de solos do cerrado brasileiro (2006)” de Bezerra, H. da S. . Para download do arquivo PDF, clique aqui e para acesso a página oficial do projeto CBERS o link é http://www.cbers.inpe.br/

Cuiabá – MT – Sensor: CCD/CBERS-2 // Órbita Ponto: 166-117
Composição: R3G4B2//Data: 22/12/2003 (Fonte CBERS/INPE)