Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil

“A construção de indicadores de desenvolvimento sustentável no Brasil integra-se ao conjunto de esforços internacionais para concretização das ideias e princípios formulados na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, no que diz respeito à relação entre meio ambiente, desenvolvimento e informações para a tomada de decisões.

Com a publicação Indicadores de desenvolvimento sustentável: Brasil 2010, o IBGE dá continuidade à série iniciada em 2002, reafirmando, mais uma vez, seu compromisso de disponibilizar à sociedade um conjunto de informações sobre a realidade brasileira, em suas dimensões ambiental, social, econômica e institucional.

Na atual edição, são apresentados 55 indicadores que, em sua maior parte, correspondem àqueles constantes na edição de 2008 – todos revistos e atualizados – e originam-se de estudos e levantamentos do IBGE e de outras instituições. Fornecem, em sua dimensão ambiental, informações relacionadas ao uso dos recursos naturais e à degradação ambiental, organizadas nos temas atmosfera, terra, água doce, mares e áreas costeiras, biodiversidade e saneamento. Em sua dimensão social, os indicadores vinculam-se à satisfação das necessidades humanas, melhoria da qualidade de vida e justiça social, abrangendo os temas população, trabalho e rendimento, saúde, educação, habitação e segurança. A dimensão econômica dos indicadores busca retratar o desempenho macroeconômico e financeiro e os impactos no consumo de recursos materiais e uso de energia mediante a abordagem dos temas quadro econômico e padrões de produção e consumo. Por sua vez, a dimensão institucional, desdobrada nos temas quadro institucional e capacidade institucional, oferece informações sobre a orientação política, a capacidade e os esforços realizados com vistas às mudanças necessárias para a implementação do desenvolvimento sustentável.

Os indicadores são apresentados sob a forma de tabelas, gráficos e mapas, precedidos de uma ficha contendo a descrição das variáveis utilizadas em sua construção, a justificativa e, em casos específicos, comentários metodológicos, incluindo, ao final da publicação, um glossário com a conceituação da terminologia utilizada. Contemplam série histórica e abrangem, sempre que possível, informações para o País e Unidades da Federação, permitindo o acompanhamento dos fenômenos ao longo do tempo e o exame de sua ocorrência no território.”

Fonte: IBGE

DOWNLOADS

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2002

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2004

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2008

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2010

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – Brasil – 2012 (ATUALIZAÇÃO)

Bacias Hidrográficas e Rios Fluminenses – Síntese Informativa por Macrorregião Ambiental

“Para estabelecer as unidades básicas de planejamento e intervenção da gestão ambiental, o território do Estado do Rio de Janeiro foi dividido em 7 (sete) Macrorregiões Ambientais, designadas pela sigla MRA (…)

Oficializadas pelo Decreto Estadual n° 26.058 de 14 de março de 2000, cada Macrorregião Ambiental abrange uma parte terrestre e outra marinha. A superfície terrestre de cada Macrorregião Ambiental compreende uma ou mais bacias hidrográficas. A porção marinha engloba a zona costeira, incluindo baías, enseadas, praias, ilhas, costões rochosos, mangues e uma faixa de mar aberto, cuja largura será definida de acordo com critérios estabelecidos no Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. A decisão de dividir o Estado levou em conta critérios técnicos-ambientais, administrativos e políticos. Em primeiro lugar, é consenso mundial que a bacia hidrográfica é a unidade territorial para se promover à gestão do meio ambiente, pois, entre outros aspectos, suas fronteiras (divisores de água) são naturais e na
maioria das vezes percebidas com facilidade.

Sobre o assunto, assim se expressa Eugene P. Odum, um dos cientistas mais conceituados em ecologia teórica e aplicada: “A bacia hidrográfica (…) deve ser considerada a unidade mínima de ecossistema, quando se trata de interesses humanos. O conceito de bacia hidrográfica ajuda a colocar em perspectiva muitos dos nossos problemas e conflitos. Por exemplo, as causas e as soluções da poluição da água não serão encontrados olhando-se apenas para dentro da água; geralmente, é o gerenciamento incorreto da bacia hidrográfica que destrói nossos recursos aquáticos” (ODUM, E.P. Ecologia. Ed. Interamericana, 1985).

Fonte:

SEMADS – Bacias Hidrográficas e Rios Fluminenses Síntese Informativa por Macrorregião Ambiental – Rio de Janeiro: SEMADS 2001 – 73p.: il. ISBN 85-87206-10-9

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Capítulos:

1-Introdução

2 -Bacias Hidrográficas da MRA-1
2.1- Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara
2.2- Microbacias Insulares da Baía de Guanabara
2.3- Bacia Hidrográfica da Baixada de Jacarepaguá
2.4- Bacia Hidrográfica da Lagoa Rodrigo de Freitas
2.5- Microbacia Hidrográfica Oceânica da Urca, Leme e Copacabana
2.6- Bacia Hidrográfica das Lagoas de Piratininga e Itaipu
2.7- Bacia Hidrográfica do Sistema Lagunar de Maricá

3- Bacias Hidrográficas da MRA-2
3.1- Bacia Hidrográfica da Baía de Sepetiba
3.2 -Microbacias da Restinga de Marambaia
3.3 -Microbacias Insulares da Baía de Sepetiba

4- Bacias Hidrográficas da MRA-3
4.1- Bacia Hidrográfica da Baía de Ilha Grande
4.2- Microbacias Hidrográficas Insulares da Baía de Ilha Grande

5- Bacias Hidrográficas da MRA-4
5.1- Bacia Hidrográfica do Rio São João
5.2- Bacia Hidrográfica do Rio das Ostras
5.3- Bacia Hidrográfica do Rio Una
5.4- Bacia Hidrográfica da Lagoa de Araruama
5.5- Bacia Hidrográfica da Lagoa de Saquarema
5.6- Bacia Hidrográfica da Lagoa de Jaconé
5.7- Microbacias das Pequenas e Médias Lagoas da Restinga de
Massambaba
5.8- Microbacias das Pequenas Lagoas Litorâneas entre Arraial do Cabo
a Rio das Ostras

6- Bacias Hidrográficas da MRA-5
6.1- Bacia Hidrográfica da Lagoa de Imboassica
6.2- Bacia Hidrográfica do Rio Macaé
6.3- Bacia Hidrográfica da Lagoa Feia
6.3.1- Lagoa Feia
6.3.2- Rio Macabu
6.3.3- Rio Ururaí – Lagoa de Cima
6.4- Canal Macaé – Campos
6.5- Microbacias das Pequenas e Médias Lagoas da MRA-5

7- Bacias Hidrográficas da MRA-6
7.1- Rio Paraíba do Sul e Afluentes
7.2- Lagoas e Lagunas da MRA-6

8- Bacias Hidrográficas da MRA-7
8.1- Rio Itabapoana e Afluentes
8.2- Lagoas e Lagunas da MRA-7

9- Bibliografia
Anexos
I Relação dos Rios de Domínio Federal
II Relação das Barragens e Usinas Hidrelétricas no Estado do Rio de Janeiro 69
Projeto Planágua

Informação Tecnológica em Agricultura (Infoteca-e)

O serviço Informação Tecnológica em Agricultura (Infoteca-e) reúne e permite acesso a informações sobre tecnologias produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as quais se relacionam às áreas de atuação de seus demais centros de pesquisa. Suas coleções são formadas por conteúdos editados na própria instituição (em forma de cartilhas, livros para transferência de tecnologia, programas de rádio e de televisão), com linguagem adaptada de modo que produtores rurais, extensionistas, técnicos agrícolas, estudantes e professores de escolas rurais, cooperativas e outros segmentos da produção agrícola possam assimilá-los com maior facilidade, e, assim, apropriarem-se de tecnologias geradas pela Embrapa. (Fonte: Infoteca-e)

O domínio permite buscas através das Unidades da Embrapa, dos autores, títulos, assuntos, além da interessantíssima opção da Árvore Hiperbólica, na qual a navegação é dedutiva dentro da hierarquia das informações e organização do conhecimento. Há inclusive um manual definindo os conceitos e sistema para download.

O link principal da infoteca-e é http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/

Zoneamento Agroecológico do Estado do Rio de Janeiro

“O objetivo geral do Zoneamento Agroecológico do estado compreende o fornecimento de subsídios técnicos para a execução de políticas públicas para fixar o homem ao campo, de forma econômica e ecologicamente viável, buscando o desenvolvimento sustentável do território fluminense. Apesar da pequena extensão territorial, compreendendo 43.797,5 km2, o estado do Rio de Janeiro apresenta uma grande diversidade ambiental, tanto em termos do meio físico e biótico, quanto sob os aspectos socioeconômicos. A grande variedade de solos que ocorre no estado, é um reflexo dessa diversidade, em especial quanto ao material de origem, relevo, vegetação e clima. Os principais indicadores considerados na elaboração do Zoneamento Agroecológico foram a vulnerabilidade das terras, o potencial de produção agrícola sustentável e a legislação ambiental vigente. As áreas de Proteção Ambiental são constituídas por: Unidades de Conservação da Natureza, remanescentes da Mata Atlântica, dunas, mangues, escarpas e afloramentos de rocha; as áreas indicadas para Atividades Agrícolas compreendem aquelas de produção agrícola intensiva, produção agrícola semi-intensiva, lavouras especiais (perenes, anuais e hortaliças), pastagens e reflorestamento; e as áreas indicadas para Recuperação Ambiental, constituem as terras desmatadas de elevada vulnerabilidade e/ou inaptas para atividades agrícolas, planícies fluviolagunares e áreas de mineração. O estado apresenta cerca de 35% da sua superfície localizada em áreas consideradas de Proteção Ambiental, 10% são indicadas para Recuperação Ambiental e 51% são adequadas para Atividades Agrícolas. Os terrenos mecanizáveis adequados para atividades agrícolas representam cerca de 21% da superfície No entanto, as condições climáticas em geral são restritivas à produção agrícola, principalmente devido ao longo período de estiagem, de cerca de 4 a 6 meses, muitas vezes com ocorrência de veranicos no período das chuvas. Em vista disso, somente 4% da superfície do estado são de terras mecanizáveis ocorrendo em condições climáticas mais favoráveis para atividades agrícolas. Estas questões demonstram o quanto é importante a adoção da irrigação para a garantia da produção, tendo em vista que estes locais, embora com limitações variadas, em geral são adequados para irrigação, a depender da disponibilidade de água em volume e qualidade adequadas. As terras indicadas para lavouras perenes (unidade LP1), pastagens (unidade PA1) e reflorestamento (unidade RN), compreendendo cerca de 30% da superfície estadual. Ocorrem em relevo declivoso e estão sujeitas a acentuados processos erosivos, verificando-se elevados níveis de degradação em muitos locais, em especial no Norte-Noroeste Fluminense e Médio Vale do rio Paraíba do Sul. Tendo em vista a conjugação entre os parâmetros de solo, clima e as características ecológicas dos cultivos, foram indicadas para as áreas de Atividades Agrícolas: 102 culturas anuais e perenes, tanto em sequeiro como sob irrigação, referindo-se o método mais adequado, 90 espécies florestais e 37 gramíneas ou leguminosas forrageiras.”

Zoneamento agroecológico do Estado do Rio de Janeiro / José Francisco Lumbreras… [et al.]. – Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2003. 113 p. – (Embrapa Solos. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento; n. 33)

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Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM

O Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM é uma associação civil sem fins lucrativos, criada em 1º de outubro de 1952, com sede no Rio de Janeiro. Sua fundação recebeu o apoio das associações municipais e dos movimentos relacionados ao municipalismo brasileiro. (Fonte: IBAM)

No site do IBAM é possível encontrar informações básicas dos Municípios Brasileiros, tais como: número de vereadores, população total/urbana/rural, IDH e até mesmo os últimos prefeitos eleitos e o percentual de votos válidos.

Navegando pelo site é possível encontrar os Repasses de FPM a partir do ano de 2008, com informações totalizadas e também por meses, para os municípios brasileiros, bem como documentos relacionados aos temas.

Acesso ao link principal: http://www.ibam.org.br/