Reserva da Biosfera da Mata Atlântica

“A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) cuja área foi reconhecida pela UNESCO, em seis fases sucessivas entre 1991 e 2008, foi a primeira unidade da Rede Mundial de Reservas da Biosfera declarada no Brasil. É a maior reserva da biosfera em área florestada do planeta, com cerca de 78.000.000 hectares, sendo 62.000.000 em áreas terrestres e 16.000.000 em áreas marinhas, nos 17 estados brasileiros onde ocorre a Mata Atlântica, o que permite sua atuação na escala de todo o Bioma.

A RBMA estende-se por mais de 5000 dos 8000 Km do litoral nacional, desde o Ceará ao Rio Grande do Sul, avançando mar afora englobando diversas ilhas oceânicas como Fernando de Noronha, Abrolhos e Trindade e adentrando no interior de vários estados costeiros, bem como em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.”

Fonte: http://www.rbma.org.br/

MAPAS DA RBMA

Acesse: http://www.rbma.org.br/rbma/rbma_fase_vi_03_google.asp

Carta de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações de Niterói (1:25.000)

As Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais  de  Massa  e  Inundações foram elaboradas em  atenção  à  diretrizes  da Política  Nacional  de Proteção  e  Defesa  Civil(PNPDEC),  estabelecida pela Lei  Federal  12.608/2012(BRASIL,  2012).  As cartas  indicam áreas  suscetíveis  a fenômenos  e processos do meio físico cuja dinâmica pode gerar desastres  naturais. A  elaboração  das  cartas de suscetibilidade encontra-se   sob a   coordenação nacional do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

Carta de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações de Niterói (CPRM)

Downloads

Link: Mapa (PDF)

Link: SIG

Link: Base Cartográfica

Link: Imagens

Link:  Produtos MDE

Fonte: Cartas de suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e inundações : 1:25.000 (livro eletrônico): nota técnica explicativa / coordenação Omar Yazbek Bitar. — São Paulo : IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo ; Brasília, DF : CPRM – Serviço Geológico do Brasil, 2014. – (Publicação IPT ; 3016) 5 Mb ; PDF

Link: http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/16588/NT-Carta_Suscetibilidade.pdf?sequence=1

Geodiversidade do Estado do Amapá

O Contexto Geológico e as Áreas de Relevante Interesse Mineral

Lima et al. (1991) identificam, no estado do Amapá, 5 unidades morfoestruturais bem definidas e denominadas de Planície Costeira, Planalto da Bacia do Amazonas, Planalto Rebaixado da Amazônia, Planalto Dissecado Jari-Araguari e Planalto Dissecado do Norte do Amapá e afirmam existir uma correspondência com as unidades geotectônicas definidas no estado. Segundo esses autores a Planície Costeira corresponde à faixa de ocorrência de sedimentos quaternários, de ambiência fluvial, flúvio-lacustre e flúvio-marinha; o Planalto Rebaixado da Amazônia como uma extensa faixa de platôs é constituída pelos sedimentos continentais dos Grupos Barreiras e Alter do Chão, este último tendo uma grande importância econômica pelos seus depósitos de caulim e bauxita. As zonas serranas do domínio Tumucumaque-Iratapuru são integrantes do Planalto Dissecado Jari-Araguari e as litologias do Núcleo Arqueano Oiapoque corresponderiam ao Planalto Dissecado do Norte do Amapá (…)

Com base no contexto geológico, nos inúmeros depósitos e ocorrências minerais, no número e na concentração de títulos minerários e muito por decorrência da fertilidade mineral do estado Amapá, a CPRM, ao executar o Projeto Geodiversidade do Estado do Amapá identificou e individualizou 9 (nove) Áreas de Relevante Interesse Mineral ou áreas com potencial para produção mineral…

Fonte: CPRM, 2016

Downloads:
Mapa: http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/13678/geodiversidade_amapa.pdf
Livro: http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/17171/1/LivroGeodiversidadeAP.pdf
SIG: http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/gdap_lito.zip

Fonte: Geodiversidade do estado do Amapá / Organização Xafi da Silva Jorge João [e] Sheila Gatinho Teixeira – Belém: CPRM, 2016.

Geodiversidade do Estado de Alagoas

“A evolução geológica do território pertencente ao estado de Alagoas, localizado na região Nordeste do Brasil, remonta a um histórico de colisões continentais que originaram sequências vulcanossedimentares deformadas e formação de crosta oceânica, que deram origem aos depósitos plataformais, além de sucessivos processos erosivos e de sedimentação aplainando as superfícies e formando as bacias sedimentares. (…)”

Uma das formações mais imponentes encontradas no estado correspondem aos Granitoides Tardi a Pós-orogênicos . As rochas que compreendem esse domínio perfazem a Suíte Intrusiva Xingó, que ocorre em corpos alongados no setor sudoeste da área próximo à divisa com o estado de Sergipe, sendo formado por leucogranitos, granodioritos com muscovita e/ou biotita e turmalina-muscovita granitos.

Fonte: CPRM, 2016

Links para download:
Livro: http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/17029/3/LivroGeodiversidadeAL051216.pdf
Mapa: http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/13677/Geodiv-Alagoas.pdf
SIG: http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/gdal_lito.zip

Fonte: Geodiversidade do estado de Alagoas / Organização Tereza Cristina Bittencourt Villanueva, – Salvador: CPRM, 2016.

Unidades de Conservação com Plano de Manejo

O ICMBio oferece uma importante ferramenta de busca para Unidades de Conservação com Planos de Manejo. As buscas podem ser feitas por nome, categoria, ano ou portaria.

Para as UC’s presentes no banco de dados são fornecidas informações principais, bem como decretos, planos e mapas.

Acesse: http://www.icmbio.gov.br/portal/planosmanejo