Esta é uma opção de download de dados organizados em 24 temas, todos trazendo a fonte de informação e a data. Os arquivos estão disponibilizados em formato Shape e o site ainda conta com um visualizador (Gismaps Viewer).
Arquivo Matricial Vs. Arquivo Vetorial
Essencialmente existem dois tipos de arquivos no GIS, os arquivos matriciais e os arquivos vetoriais. Abaixo, serão descritas suas principais características.
Num arquivo matricial, o espaço é representado como uma matriz P(m, n) composto de m colunas e n linhas, onde cada célula possui um número de linha, um número de coluna e um valor correspondente ao atributo estudado e cada célula é individualmente acessada pelas suas coordenadas.
A representação matricial supõe que o espaço pode ser tratado como uma superfície plana, onde cada célula está associada a uma porção do terreno. A resolução do sistema é dada pela relação entre o tamanho da célula no mapa ou documento e a área por ela coberta no terreno. A figura a seguir mostra um mesmo mapa representado por células de diferentes tamanhos (diferentes resoluções).
Fonte: Câmara, Fundamentos de Geoprocessamento
No arquivo vetorial, a localização e a aparência gráfica de cada objeto são representadas por um ou mais pares de coordenadas. Este tipo de representação não é exclusivo do GIS: sistemas CAD e outros tipos de sistemas gráficos também utilizam representações vetoriais. Mas o uso de vetores em GIS é bem mais sofisticado do que o uso em CAD, poisem geral GISenvolve volumes de dados bem maiores, e conta com recursos para tratamento de topologia, associação de atributos alfanuméricos e indexação espacial.
No caso de representação vetorial, consideram-se três elementos gráficos: ponto, linha e pólígono.
Fonte: Câmara, Fundamentos de Geoprocessamento
Seminário (09/06/2011): Cidadania e Preservação Ambiental: Contribuindo para a Consciência Ecológica.
Eólicas. Nem tudo são flores.
Encontrei uma matéria interessante no site da BBC. Como trabalho com empreendimentos ligados ao setor energético e muitas vezes vou a reuniões para ouvir as maravilhas das fontes limpas, achei por bem publicar alguns “poréns”. Não, não sou contra o desenvolvimento, sou super a favor. Mas acho que há muito o que melhorar ainda e essa matéria não é um “diga não” às Eólicas, ninguém é maluco. É uma matéria que aponta para um problema pertinente e mostra que tem gente interessada em estudar e criar soluções. Vou colocar um resuminho aqui e quem se interessar, pode buscar no link de origem.
“(…)A instalação das imensas hélices costuma ser acompanhada de muito barulho. Em parte, literalmente, já que os argumentos da oposição vão desde mudanças na paisagem natural e riscos para populações de pássaros e insetos até o ruído que elas fazem.
Alguns falam até na “síndrome da turbina de vento”, uma suposta doença, proposta pela médica americana Nina Pierpoint, cujos sintomas são dores de cabeça, zunir nos ouvidos, náusea e insônia, entre outros.
Por essas e outras, pesquisadores da universidade de Adelaide, na Austrália, decidiram ir atrás das causas. Os especialistas em acústica sabem que o ruído é provocado pelo choque do ar turbulento contra o lado mais afiado das hélices.No entanto, ainda não se sabe exatamente de que forma a interação entre a turbulência e a beirada das hélices amplifica o som. (…)”
Notícia completa no link:
http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/planeta_clima/2011/06/va_se_dormir_com_um_barulho_de.shtml
Baixei os dados atualizados do IBGE e não consigo mais definir a projeção.
Começo dizendo: foi um grande susto. Eu tinha toda a base BCIMD que estava no FTP, baixei carta por carta quando olhei as informações de atualização e para piorar resolvi substituir tudo que eu tinha. Caro amigo, não confie no IBGE se você tem prazos.
Olhem o que me aconteceu:
O que nos falta agora? Definir a projeção… então vem a surpresa:
E agora? Você acabou de deletar os dados anteriores, parabéns! #NOT
A solução que eu encontrei para isso foi mais simples que cozinhar ovo. Exportei o arquivo com outro nome e defini a projeção nele. Só que até chegar a essa conclusão eu demorei muito mais tempo que o ovo demorou para cozinhar…
Vamos pensar positivamente. Ao impedir o software de criar um arquivo de projeção (por alguma razão que eu desconheço) o IBGE nos ensina a sempre manter o arquivo original intocável. É óbvio que isso só se aplica ao usuários que verificam as informações cartográficas antes de começar a trabalhar… para aqueles que já começam editando tudo o susto vai ser maior no final.




