Introdução à Geoestatística, Andriotti (Download)

Segundo Georges Matheron ” a geoestatística é a aplicação do formalismo das Funções Aleatórias ao reconhecimento e à estimação dos fenômenos naturais”.

“A Geoestatística trata as variáveis como regionalizadas, dando a devida importância às relações espaciais existentes entre as amostras a partir das quais efetuamos as avaliações; adicionalmente a Geoestatística quantifica erros cometidos nas avaliações. (…) O presente documento apresenta de forma introdutória os conceitos básicos de Geoestatística Linear, tento sido preparado com o intuito de servir de fonte de informação aos não iniciados na matéria.”

ANDRIOTTI, José Leonardo Silva. Introdução à Geoestatística. Estudos Tecnológicos-Acta Geológica Leopoldensia, São Leopoldo, v. 11, n.27, p. 5-81, 1988.

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Mapa de Solos do Brasil 2011 – Embrapa

A Embrapa Solos disponibiliza para download o Mapa de Solos do Brasil 2011, que já traz as novas classes de mapeamento.

No arquivo zipado, estão disponíveis além do shapefile, um documento com as classes e siglas, o Mapa Publicado em PDF e JPG e uma versão interativa no formato PMF, que pode ser acessada através do programa ArcReader 10, que também está disponível no pacote. Tal software, apesar de ser da família ESRI, possibilita aos usuários a visualizar a informação de forma dinâmica e interativa através de uma versão limitada, porém  gratuita.

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Greenstone Belt de Mundo Novo: caracterização e implicações metalogenéticas e geotectônicas no Cráton de São Francisco

A CBPM – Companhia Baiana de Pesquisa Mineral – é a empresa de pesquisa e desenvolvimento do Estado da Bahia, indutora destes processos no setor mineral do estado. Sua atuação é centrada na ampliação e aprimoramento do conhecimento geológico do território baiano, na identificação e pesquisa de seus recursos minerais. A CBPM disponibiliza a  Série Arquivos Abertos, que oferece

Greenstone Belt de Mundo Novo: caracterização e implicações metalogenéticas e geotectônicas no Cráton de São Francisco, 1994. Salvador – Juracy de Freitas Mascarenhas; Ernesto Fernando Alves da Silva

RESUMO

“A recente descoberta, na região entre Ruy Barbosa e Piritiba, de uma seqüência de basaltos, andesitos, dacitos com textura variolítica, riodacitos, rochas piroclásticas, grauvacas gradadas e produtos exalativos como cherts e formações ferríferas bandadas do tipo Algoma, em associação com sedimentos finos, metamorfizada na fácies xisto verde, permitiu a identificação do Greenstone Belt de Mundo Novo, talvez a mais completa estrutura desse tipo conhecida no Estado da Bahia. Essa estrutura se estende até a região de Juazeiro, ao norte do Estado, subjacente e bordejando o flanco oriental da serra de Jacobina.

Constituem parte integrante desse conjunto vulcanossedimentar os denominados Grupo Jacobina Inferior, Complexo Itapicuru (em parte), Complexo Saúde, Complexo Brejo dos Paulos e seus prolongamentos para norte, caracterizados como constituintes do flanco oriental do Sinclinório de Curaçá.  Admite-se também que as fatias tectônicas de rochas ultramáficas presentes nas formações Serra do Córrego, Rio do Ouro e Cruz das Almas, bem como na Unidade Serra da Paciência, todas do Grupo Jacobina, constituem parte do Grupo Ultramáfico do greenstone belt. Além do mais, considera-se que as importantes mineralizações auríferas relacionadas ao Grupo Jacobina tiveram sua origem nesse greenstone belt. O significado geotectônico dessa descoberta é de alta relevância para a compreensão do modelo de evolução desse segmento do Cráton do São Francisco, pois permite estabelecer claramente o posicionamento relativo, no tempo, das diversas unidades inter-relacionadas, e abre formidável perspectiva para a prospecção de mineralizações auríferas e de metais-base na região.

Nesse contexto, advoga-se que, sobre um embasamento de crosta continental, em parte submetido a metamorfismo da fácies granulito e intensamente erodido, instalou-se o Greenstone Belt de Mundo Novo, que também, após intensa erosão, veio a ser o local onde se implantou o rift cujos elementos representativos constituem o Grupo Jacobina. O processo erosivo pós-greenstone belt, assim como eventos metamórficos e de intenso hidrotermalismo, foi responsável pelas mineralizações auríferas atualmente conhecidas na região.”

1. INTRODUÇÃO
2. CONCEITOS HISTÓRICOS
3. O GREENSTONE BELT DE MUNDO NOVO
3.1 PRINCIPAIS SEÇÕES-TIPO NA REGIÃO RUY BARBOSA-MUNDO NOVO-PIRITIBA
3.1.1 Estrada Ruy Barbosa-Macajuba, a partir de seis quilômetros de Ruy Barbosa
3.1.2 Estrada Mundo Novo-Morro do Chapéu, imediações da Fazenda Coqueiro
3.1.3 Estrada Mundo Novo-Piritiba, proximidades de Mundo Novo
3.1.4 Estradas Piritiba-Areia Branca e Piritiba-Lagoa da Onça; Região de Novilha Morta
3.2 OUTRAS EVIDÊNCIAS REGIONAIS DE VULCANISMO
3.3 ÁREA DE OCORRÊNCIA DO GREENSTONE BELT DE MUNDO NOVO
3.4 RELAÇÕES REGIONAIS DE CONTATO
4. O GREENSTONE BELT, O COMPLEXO METAMÓRFICO-MIGMATÍTICO E O COMPLEXO IPIRÁ: DISCUSSÃO
5. A IDADE DO GREENSTONE BELT DE MUNDO NOVO
6. AS MINERALIZAÇÕES AURÍFERAS DE JACOBINA, AS CONCENTRAÇÕES SULFETADAS DE MUNDO NOVO E O
GREENSTONE BELT
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
8. REFERÊNCIAS BILIOGRÁFICAS

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Biblioteca de Mapas, Cartas, Arquivos Vetoriais – IBGE

“Criada a partir da fusão das Bibliotecas do Instituto Brasileiro de Estatística e Instituto Brasileiro de Geografia, a Biblioteca do IBGE possui um acervo com cerca de 50 mil monografias, 1150 títulos de periódicos, 20 mil mapas e cartas, 30 mil documentos sobre divisão territorial do Brasil, 80 mil fotos, entre outros” (Fonte: IBGE)

Através de um mecanismo de busca simplificado podem ser encontradas cartas em PDF, TIF e DGN. Bem como fotos históricas, documentos sobre formação territorial de Estados, Municípios e Localidades, além de publicações técnicas.

Lagoa Rodrigo de Freitas (s.d.) – (IBGE)

Favelas na margem da Avenida Brasil, Rio de Janeiro – 1958 (IBGE)

Link de acesso principal: http://biblioteca.ibge.gov.br/

Geologia do Estado do Mato Grosso

O CPRM disponibiliza para download o livro Geologia e Recursos Minerais do Estado do Mato Grosso. Este livro é produto do Programa de Integração, Atualização e Difusão de dados da Geologia do Brasil, através do subprograma Mapas Geológicos Estaduais em escala 1:1.000.000.

“A compartimentação e caracterização dos principais domínios e/ou províncias geotectônicas do Estado de Mato Grosso tem dois objetivos. O primeiro é o de reconstituição da evolução geológica no tempo e no espaço dos ambientes tectônicos, paleogeográficos além dos processos envolvidos na formação da crosta continental. O segundo objetivo é avaliar a utilidade dessa divisão de domínios/províncias com relação às concentrações minerais ou como os processos metalogenéticos se relacionam com a evolução desses segmentos crustais. Isso contribui para a formulação de modelos genéticos de geração de depósitos minerais, auxiliando na definição/delimitação de distritos e províncias metálicas e não-metálicas, tema relevante para o êxito da prospecção e pesquisa mineral.”

Citação: LACERDA FILHO, Joffre Valmório de, Geologia e Recursos Minerais do Estado de Mato Grosso. Org. Joffre Valmório de Lacerda Filho, Waldemar Abreu Filho, Cidney Rodrigues Valente, Cipriano Cavalcante de Oliveira e Mário Cavalcanti Albuquerque. Esc. 1:1.000.000. Goiânia: CPRM, 2004. (Convênio CPRM/SICME). 200p. il.;

Link para Download: http://www.cprm.gov.br/publique/media/rel_mato_grosso.pdf