Biblioteca Virtual CPRM

Biblioteca Virtual

A Biblioteca Virtual disponibiliza, em formato digital, as primeiras coleções do Serviço Geológico do Brasil – CPRM. Também fazem parte deste conjunto a coleção de publicações da Agência Nacional de Mineração – ANM (antigo Departamento Nacional da Produção Mineral – DNPM), os anais de eventos e diversos outros documentos produzidos em parceria com a CPRM.

O sistema contempla documentação técnica e fotocartográfica, digitalizada e integrada em uma tecnologia de busca, a qual permite consultas gerais ou específicas em cada acervo. É fornecido acesso integral ao expressivo depositório de conhecimento geológico e hidrológico básico, assim como todos os relatórios técnicos de projetos executados pela CPRM nas décadas de 70, 80 e 90. Além do acesso compartilhado com todos os acervos da Rede Ametista. Para conhecer as funcionalidades do sistema disponibilizamos o Guia Explicativo. (Fonte: CPRM)

Revistas Técnicas

A biblioteca do Serviço Geológico do Brasil – CPRM torna disponível para acesso online duas revistas técnicas informativas: “A Água em Revista” e “A Terra em Revista“. As publicações são da Diretoria de Infraestrutura Geocientífica – DIG. (Fonte: CPRM)

Acesse: http://www.cprm.gov.br/publique/Redes-Institucionais/Rede-de-Bibliotecas—Rede-Ametista/Biblioteca-Virtual-1327.html

Geodiversidade do Estado do Ceará

O estado do Ceará ocupa um território de aproximadamente 146.000 km2 , dos quais cerca de 74% (108.000 km2) têm seu subsolo constituído de rochas ígneas e metamórficas, genericamente chamadas de cristalinas. Esse domínio geológico, de um modo geral, corresponde a toda a porção central do estado e é bordejado, em sua maior parte, por rochas sedimentares que formam as bacias do Araripe (sul), Parnaíba (oeste) e Apodi (leste), além dos sedimentos da faixa costeira (norte). A diversidade litológica e estrutural reflete-se no desenvolvimento das formas de relevo, na disponibilidade de recursos hídricos superficiais e subterrâneos, na potencialidade de recursos minerais, bem como na variedade de solos existente no território cearense.

O relevo do estado tem predominância muito significativa de terras situadas abaixo do nível de 200 metros, com prevalência de superfícies aplainadas a suavemente onduladas. Os compartimentos serranos (maciços residuais cristalinos e planaltos sedimentares) acima de 700 metros têm extensões restritas. No litoral, além dos campos de dunas modelados em sedimentos atuais, os depósitos mais antigos (sedimentos do Grupo Barreiras) são entalhados incipientemente pela drenagem superficial, isolando interflúvios tabulares que representam os tabuleiros costeiros (SOUZA, 2000).

Fonte: CPRM, 2014

O clima regional, apesar da evidente predominância do semiárido (cerca de 92% do território cearense), marcado por prolongados períodos de estiagem, apresenta variações. As áreas úmidas circunscrevem os topos e vertentes de barlavento dos maciços cristalinos e dos planaltos sedimentares. As áreas subúmidas, com totais pluviométricos pouco superiores a 900 mm anuais, abrangem o litoral e asseguram um teor de umidade que se prolonga por 6-7 meses durante o ano. A semiaridez propriamente dita, com déficits hídricos na maior parte do ano, apresenta um caráter mais acentuado nas depressões interiores, como nas regiões dos Inhamuns, de Irauçuba e do Médio-Jaguaribe, configuradas como núcleos de desertificação. Atenua-se nos pés-de- -serra, nos baixos maciços e nos sertões mais próximos do litoral. De modo genérico, as chuvas são de verão-outono INTRODUÇÃO e as médias térmicas superiores a 24oC, caracterizando um clima quente ou megatérmico (SOUZA, 2000). Os recursos hídricos superficiais e subterrâneos dependem dos fatores geológicos, geomorfológicos e climáticos.

O regime hidrológico do estado do Ceará é caracterizado pela marcante intermitência dos seus cursos d’água, que normalmente escoam nos períodos chuvosos e secam nos períodos de estiagem. No domínio das rochas cristalinas as águas subterrâneas acumulam-se em fraturas das rochas, constituindo aquíferos de baixa produtividade, em que a qualidade hídrica muitas vezes é comprometida pela elevada concentração de sais. Já nas áreas sedimentares, destaca-se a maior potencialidade de recursos hídricos subterrâneos, representados pelas formações aquíferas das bacias sedimentares do Araripe, Parnaíba e Apodi, além de pequenas bacias sedimentares interiores (bacias de Iguatu, Malhada Vermelha, Lima Campos e Lavras da Mangabeira) e os sedimentos das formações cenozoicas representados por depósitos aluvionares, depósitos litorâneos, dunas, Grupo Barreiras e coberturas detríticas.

Downloads:
Mapa: http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/14692/Geodiv-Ceara.pdf
Livro: http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/16726/1/Geodiversidade_CE.pdf
SIG: http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/gdce_lito.zip
Informações ao Usuário: http://www.cprm.gov.br/publique/media/geodiversidade/mapas_estaduais/InformacoesUsuario_CE.pdf

Fonte: Geodiversidade do estado do Ceará / Organização Ricardo de Lima Brandão [e] Luís Carlos Bastos Freitas – Fortaleza : CPRM, 2014.

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica

“A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) cuja área foi reconhecida pela UNESCO, em seis fases sucessivas entre 1991 e 2008, foi a primeira unidade da Rede Mundial de Reservas da Biosfera declarada no Brasil. É a maior reserva da biosfera em área florestada do planeta, com cerca de 78.000.000 hectares, sendo 62.000.000 em áreas terrestres e 16.000.000 em áreas marinhas, nos 17 estados brasileiros onde ocorre a Mata Atlântica, o que permite sua atuação na escala de todo o Bioma.

A RBMA estende-se por mais de 5000 dos 8000 Km do litoral nacional, desde o Ceará ao Rio Grande do Sul, avançando mar afora englobando diversas ilhas oceânicas como Fernando de Noronha, Abrolhos e Trindade e adentrando no interior de vários estados costeiros, bem como em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.”

Fonte: http://www.rbma.org.br/

MAPAS DA RBMA

Acesse: http://www.rbma.org.br/rbma/rbma_fase_vi_03_google.asp

Geodiversidade do Estado do Amapá

O Contexto Geológico e as Áreas de Relevante Interesse Mineral

Lima et al. (1991) identificam, no estado do Amapá, 5 unidades morfoestruturais bem definidas e denominadas de Planície Costeira, Planalto da Bacia do Amazonas, Planalto Rebaixado da Amazônia, Planalto Dissecado Jari-Araguari e Planalto Dissecado do Norte do Amapá e afirmam existir uma correspondência com as unidades geotectônicas definidas no estado. Segundo esses autores a Planície Costeira corresponde à faixa de ocorrência de sedimentos quaternários, de ambiência fluvial, flúvio-lacustre e flúvio-marinha; o Planalto Rebaixado da Amazônia como uma extensa faixa de platôs é constituída pelos sedimentos continentais dos Grupos Barreiras e Alter do Chão, este último tendo uma grande importância econômica pelos seus depósitos de caulim e bauxita. As zonas serranas do domínio Tumucumaque-Iratapuru são integrantes do Planalto Dissecado Jari-Araguari e as litologias do Núcleo Arqueano Oiapoque corresponderiam ao Planalto Dissecado do Norte do Amapá (…)

Com base no contexto geológico, nos inúmeros depósitos e ocorrências minerais, no número e na concentração de títulos minerários e muito por decorrência da fertilidade mineral do estado Amapá, a CPRM, ao executar o Projeto Geodiversidade do Estado do Amapá identificou e individualizou 9 (nove) Áreas de Relevante Interesse Mineral ou áreas com potencial para produção mineral…

Fonte: CPRM, 2016

Downloads:
Mapa: http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/13678/geodiversidade_amapa.pdf
Livro: http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/17171/1/LivroGeodiversidadeAP.pdf
SIG: http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/gdap_lito.zip

Fonte: Geodiversidade do estado do Amapá / Organização Xafi da Silva Jorge João [e] Sheila Gatinho Teixeira – Belém: CPRM, 2016.

Geodiversidade do Estado de Alagoas

“A evolução geológica do território pertencente ao estado de Alagoas, localizado na região Nordeste do Brasil, remonta a um histórico de colisões continentais que originaram sequências vulcanossedimentares deformadas e formação de crosta oceânica, que deram origem aos depósitos plataformais, além de sucessivos processos erosivos e de sedimentação aplainando as superfícies e formando as bacias sedimentares. (…)”

Uma das formações mais imponentes encontradas no estado correspondem aos Granitoides Tardi a Pós-orogênicos . As rochas que compreendem esse domínio perfazem a Suíte Intrusiva Xingó, que ocorre em corpos alongados no setor sudoeste da área próximo à divisa com o estado de Sergipe, sendo formado por leucogranitos, granodioritos com muscovita e/ou biotita e turmalina-muscovita granitos.

Fonte: CPRM, 2016

Links para download:
Livro: http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/17029/3/LivroGeodiversidadeAL051216.pdf
Mapa: http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/13677/Geodiv-Alagoas.pdf
SIG: http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/gdal_lito.zip

Fonte: Geodiversidade do estado de Alagoas / Organização Tereza Cristina Bittencourt Villanueva, – Salvador: CPRM, 2016.