Geodiversidade do Estado do Amazonas

O Mapa Geodiversidade do Estado do Amazonas foi gerado a partir dos SIGs Geologia e Recursos Minerais do Estado do Amazonas (2006), escala 1:1.000.000, e do Mapa Geodiversidade do Brasil (2006), escala 1:2.500.000, e de informações agregadas obtidas por meio de trabalho de campo, consulta bibliográfica e dados de instituições públicas e de pesquisa.

Dotado de uma linguagem de compreensão universal, tendo em vista seu caráter multiuso, o produto compartimenta o território amazonense em unidades geológico-ambientais, destacando suas limitações e potencialidades, considerando-se a constituição litológica da supraestrutura e da infraestrutura geológica. São abordadas, também: características geotécnicas; coberturas de solos; migração, acumulação e disponibilidade de recursos hídricos; vulnerabilidades e capacidades de suporte à implantação de diversas atividades antrópicas dependentes dos fatores geológicos; disponibilidade de recursos minerais essenciais ao desenvolvimento social e econômico do estado. Nesse particular, em função de fatores estratégicos, são propostas Áreas de Relevante Interesse Mineral (ARIMs), constituindo-se em valioso subsídio às tomadas de decisão conscientes sobre o uso do território. (Fonte: Geodiversidade do Amazonas)

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A Evolução da Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil

A publicação “A Evolução da Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil” oferece o panorama das Regiões Hidrográficas no Brasil e registra a história da evolução do sistema de recursos hídricos brasileiro até a criação da ANA, e o processo de participação dos setores do governo, dos técnicos, dos usuários e da sociedade civil, que legitima e dá sustentabilidade ao sistema construído para ser descentralizado, integrado e participativo.

A evolução de gestão dos recursos hídricos no Brasil  – The evolution of water resources management in Brazil / Agência Nacional de Águas – Brasília: ANA, 2002.

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A gestão dos recursos hídricos e a mineração

“A presente publicação, ao contemplar uma abordagem inter-relacionada da gestão de recursos hídricos e mineração e apresentar o estado da arte de significativos casos da atividade minerária no Brasil, contribuirá efetivamente para um melhor entendimento da interação entre a mineração e o uso da água, dos impactos ambientais produzidos e de sua possível reversão, dos instrumentos de gestão de recursos hídricos aplicáveis e, por fim, dos requerimentos para que essa atividade se desenvolva de forma sustentável.”

A gestão dos recursos hídricos e a mineração. / Agência Nacional de Águas, Coordenação-Geral das Assessorias ; Instituto Brasileiro de Mineração ; organizadores, Antônio Félix Domingues, Patrícia Helena Gambogi Boson, Suzana Alípaz. Brasília : ANA, 2006. 334 p. : il.

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Sumário Resumido

CAPÍTULO 1: A GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E A MINERAÇÃO: VISÃO INTERNACIONAL

CAPÍTULO 2: GESTÃO DESCENTRALIZADA E PARTICIPATIVA DOS RECURSOS HÍDRICOS E A MINERAÇÃO: RISCOS E OPORTUNIDADES

CAPÍTULO 3: OS INSTRUMENTOS DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS E SUA IMPLANTAÇÃO NA MINERAÇÃO: A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA

CAPÍTULO 4: A MINERAÇÃO E O USO DA ÁGUA NA LAVRA E NO BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO

CAPÍTULO 5: A GESTÃO INTEGRADA ENTRE A MINERAÇÃO E OS RECURSOS HÍDRICOS, ESTUDOS DE CASO

CAPÍTULO 6: O IBRAM E A GESTÃO INTEGRADA DE RECURSOS HÍDRICOS

CAPÍTULO 7: A ATUAÇÃO INSTITUCIONAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS E A MINERAÇÃO

 

 

Atlas Nordeste: abastecimento urbano de água – Alternativas de oferta de água para as sedes municipais da Região Nordeste do Brasil e do norte de Minas Gerais

A Agência Nacional de Águas oferece para download o livro Atlas Nordeste: abastecimento urbano de água. Alternativas de oferta de água para as sedes municipais da Região Nordeste do Brasil e do norte de Minas Gerais – ANA, SPR, 2006 (coordenação geral, João Gilberto Lotufo Conejo).

A publicação analisa a oferta de água bruta à população urbana dos nove Estados da Região Nordeste e do norte de Minas Gerais e propõe alternativas técnicas para garantir o abastecimento de água para mais de mil sedes municipais, em grande parte inseridas na região do Semi-Árido brasileiro.

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