Limites das Unidades de Conservação Federais (atualizado em janeiro de 2019). Áreas Embargadas ( atualizadas em maio de 2019)

O ICMBio disponibiliza uma série de dados sobre as Unidades de Conservação Federais, eles podem ser adquiridos a seguir:

Áreas embargadas

Mapa Temático das Unidades de Conservação Federais

Dados Geoestatísticos das Unidades de Conservação Federais

Limites das Unidades de Conservação Federais (atualizado em janeiro de 2019)

Fonte: http://www.icmbio.gov.br/

Cidades e Estados do Brasil (IBGE)

O IBGE conta com uma série de produtos para atender a grande variedade de demandas e usuários distintos.
O Brasil em Síntese é um sistema agregador de informações sobre os municípios e estados do Brasil, onde é possível encontrar as pesquisas do IBGE, infográficos e mapas. Além disso podem ser elaboradas comparações de indicadores entre municípios e estados. É possível ver rankings e séries históricas sobre diversos temas, como trabalho, educação, gênero, saúde, entre outros. Além disso, você também pode encontrar dados do PIB, IPCA, IDH, Censo e de diversas outras pesquisas.

Acesse e conheça:
https://cidades.ibge.gov.br/

Geodiversidade do Pará – Mapa, SIG e Relatório

O Geodiversidade do Estado do Pará foi lançado em 2013. Os arquivos constituintes do SIG encontram-se em formato vetorial e raster, compatíveis com a escala 1:1.000.000. Os dados utilizados na elaboração do SIG e mapa impresso estão representados no Sistema de Projeções de Coordenadas Geográficas e em Policônica, respectivamente, tendo ambos referência geodésica do Elipsoide União Geodésica e Geofísica Internacional (UGGI67), como datum planimétrico o World Geodetic System 1984 (WGS84), com latitude de origem 0º e longitude de origem 54º W de Greenwich. Para maiores informações sobre os dados disponíveis no SIG, acesse o arquivo de Informações ao Usuário.

Links para Download

Mapa de Geodiversidade do Pará

Mapa em PDF >>http://rigeo.cprm.gov.br/xmlui/bitstream/handle/doc/14705/geodiversidade_para.pdf?sequence=1

Relatório >> http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/bitstream/doc/16736/1/Geodiversidade_PA.pdf

Informações ao Usuário >> http://www.cprm.gov.br/publique/media/geodiversidade/mapas_estaduais/InformacoesUsuario_PA.pdf

SIG COMPLETO >> http://gd.cprm.gov.br/mapas_geodiversidade/gdpa_lito.zip

Atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Européia

Está disponível para download o “Atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Européia“, elaborado pela Profa. Larissa Mies Bombardi da Faculdade de geografia da USP.

Trata-se de um levantamento de dados exaustivo e sem precedentes sobre o consumo de agrotóxicos no Brasil (todos com fontes oficiais) e faz um paralelo com o que acontece na União Européia. Conta com uma introdução sintetizando o trabalho de pós-doutoramento da professora e, a partir da página 67, são mais de 200 páginas com infográficos que exploram, quantificam e facilitam a compreensão do TAMANHO DO PROBLEMA.

Considero de leitura obrigatória, não só para os profissionais das ciências agrárias, saúde e economia, mas para todos os que se alimentam e bebem da água produzidos neste país.


Acesso

O Atlas encontra-se no formato digital para download gratuito no link: https://drive.google.com/file/d/1ci7nzJPm_J6XYNkdv_rt-nbFmOETH80G/view  , ou para compra no formato impresso, a partir do dia 11/12/2017, no blog: https://www.larissabombardi.blog.br/atlas2017

BOMBARDI, Larissa Mies. Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Européia. São Paulo. FFLCH – USP, 2017. 296p.

Atlas das representações Literárias de Regiões Brasileiras (IBGE)

Atualmente em seu terceiro volume, o Atlas das Representações Literárias de Regiões Brasileiras associa o conhecimento específico da Geografia à percepção espacial presente em tramas  de grandes obras da Literatura brasileira, sem restringir-se aos limites convencionais político-administrativos.

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VOLUME 1 – Brasil Meridional (2006)

Este Atlas está composto por cinco capítulos e um glossário. Cada um dos capítulos aborda uma região, à exceção do primeiro, que aborda a área das Missões Jesuíticas. Os capítulos que abordam as regiões geográficas incluem a apresentação da região como a Geografia a definiu, tanto no IBGE quanto por geógrafos de outras instituições, estando esta parte composta de texto e mapa. Segue-se a percepção da região pela Literatura e passagens de romances que permitem sua visibilidade -esta parte intitulada Região e Romance. Por fim, tem-se os mapas localizando a região que emerge dos romances e fotos ou imagens da mesma. Em todos os textos foram destacados, em negrito, os termos regionais referentes ao território e seu processo de apropriação. Estes termos formam um glossário no final do Atlas.

Dos cinco capítulos, apenas quatro referem-se a regiões geográficas brasileiras Campanha Gaúcha, Colônias, Vale do ltajaí e Norte do Paraná. A área das Missões no Rio Grande do Sul não pode, a rigor, ser assim classificada, uma vez que, no processo de incorporação daquele território pela Coroa portuguesa, a experiência das Missões, como tal, foi destruída.


VOLUME 2 – Sertões Brasileiros I (2009)

Nesse novo trabalho, o IBGE apresenta algumas das regiões que se formaram ao longo do processo de ocupação do Território Nacional e, particularmente, em segmentos aos quais, por alguma razão, como se verá, foi atribuída um dia a condição de sertão. Estão nele representadas as regiões do vale do Paraíba, da Zona da Mata mineira e do vale do rio Doce – os Sertões do Leste no Século XVIII; a região das Minas, dos Currais da Bahia e do Curral d’El Rei e entorno – os Sertões do Ouro em fins do Século XVII e os Sertões dos Currais ao longo do Século X VIII, respectivamente; a região da Chapada Diamantina dentro de vasta área denominada Sertão de Cima no Século XVIII; e, finalmente, as regiões do Cariri Paraibano, do vale do Pajeú e do Cariri Cearense, que compõem parte dos Sertões Nordestinos no Século XX.


VOLUME 3 – Sertões Brasileiros II (2016)

Esta nova publicação abrange extensa área do Território Nacional em que dois grandes processos deram a tônica no desbravamento. Um deles refere-se a uma ocupação forte mente marcada pelas disputas entre as Coroas portuguesa e espanhola para a definição dos limites de seus respectivos territórios coloniais. O outro foi a incorporação inicial às possessões portuguesas na América predominantemente como áreas de passagem. Assim, este volume foi organizado em duas partes – Sertões do Oeste e Sertões de Passagem. Estão aqui representadas as seguintes regiões: Minas de Cuiabá e de Mato Grosso, Minas dos Goyazes, Pantanal , Ervais Mato-Grossenses , referentes à primeira parte; e Sertão da Farinha Podre (região do atual Triângulo Mineiro), Sertão dos Garcias , Região da Alta Sorocabana e o Pontal do Paranapanema e, por fim, o Jalapão, na segunda.

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Fonte: IBGE