II Workshop AESAS

II Workshop AESAS – Associação Brasileira das Empresas de Consultoria e Engenharia Ambiental

“Comissão de Estudo Especial de Avaliação da Qualidade do Solo e da Água para Levantamento de Passivo Ambiental e Avaliação de Risco à Saúde Humana – ABNT/CEE- 00:00.68 e Normas relacionadas a Áreas Contaminadas”

Informações do Evento

Apresentar a Comissão de Estudo Especial de Avaliação da Qualidade do Solo e da Água para Levantamento de Passivo Ambiental e Avaliação de Risco à Saúde Humana – ABNT/CEE- 00:00.68, Normas elaboradas e suas aplicações, Normas em fase de elaboração e Pauta de novos projetos.

Objetivo

Orientar e esclarecer dúvidas afetas às normas da ABNT, que possam contribuir para melhor aplicabilidade nas atividades das empresas de Consultoria e Engenharia Ambiental, Usuários e Órgãos Ambientais e oferecer oportunidade de discussão e troca de experiências.

Data/Horário/Local

21 de Junho, terça-feira, de 9:00 h às 16:00 h.

Auditório Alceo Magnanini do INEA –  Instituto Estadual do Ambiente , na Av. Venezuela, 110 – 6º andar – Bairro: Saúde – Rio de Janeiro – RJ. (link de como chegar ao local : http://www.inea.rj.gov.br/instituicao/mapas.asp)

Gismaps – Mapas Digitais

Esta é uma opção de download de dados organizados em 24 temas, todos trazendo a fonte de informação e a data. Os arquivos estão disponibilizados em formato Shape e o site ainda conta com um visualizador (Gismaps Viewer).

Link : http://www.gismaps.com.br/gismaps/index.htm

Arquivo Matricial Vs. Arquivo Vetorial

Essencialmente existem dois tipos de arquivos no GIS, os arquivos matriciais e os arquivos vetoriais. Abaixo, serão descritas suas principais características.

Num arquivo matricial, o espaço é representado como uma matriz P(m, n) composto de m colunas e n linhas, onde cada célula possui um número de linha, um número de coluna e um valor correspondente ao atributo estudado e cada célula é individualmente acessada pelas suas coordenadas.

A representação matricial supõe que o espaço pode ser tratado como uma superfície plana, onde cada célula está associada a uma porção do terreno. A resolução do sistema é dada pela relação entre o tamanho da célula no mapa ou documento e a área por ela coberta no terreno. A figura a seguir mostra um mesmo mapa representado por células de diferentes tamanhos (diferentes resoluções).

Fonte: Câmara, Fundamentos de Geoprocessamento

No arquivo vetorial, a localização e a aparência gráfica de cada objeto são representadas por um ou mais pares de coordenadas. Este tipo de representação não é exclusivo do GIS: sistemas CAD e outros tipos de sistemas gráficos também utilizam representações vetoriais. Mas o uso de vetores em GIS é bem mais sofisticado do que o uso em CAD, poisem geral GISenvolve volumes de dados bem maiores, e conta com recursos para tratamento de topologia, associação de atributos alfanuméricos e indexação espacial.

No caso de representação vetorial, consideram-se três elementos gráficos: ponto, linha e pólígono.

Fonte: Câmara, Fundamentos de Geoprocessamento

Eólicas. Nem tudo são flores.

Encontrei uma matéria interessante no site da BBC. Como trabalho com empreendimentos ligados ao setor energético e muitas vezes vou a reuniões para ouvir as maravilhas das fontes limpas, achei por bem publicar alguns “poréns”. Não, não sou contra o desenvolvimento, sou super a favor. Mas acho que há muito o que melhorar ainda e essa matéria não é um “diga não” às Eólicas, ninguém é maluco. É uma matéria que aponta para um problema pertinente e mostra que tem gente interessada em estudar e criar soluções. Vou colocar um resuminho aqui e quem se interessar, pode buscar no link de origem.

“(…)A instalação das imensas hélices costuma ser acompanhada de muito barulho. Em parte, literalmente, já que os argumentos da oposição vão desde mudanças na paisagem natural e riscos para populações de pássaros e insetos até o ruído que elas fazem.

Alguns falam até na “síndrome da turbina de vento”, uma suposta doença, proposta pela médica americana Nina Pierpoint, cujos sintomas são dores de cabeça, zunir nos ouvidos, náusea e insônia, entre outros.

Por essas e outras, pesquisadores da universidade de Adelaide, na Austrália, decidiram ir atrás das causas. Os especialistas em acústica sabem que o ruído é provocado pelo choque do ar turbulento contra o lado mais afiado das hélices.No entanto, ainda não se sabe exatamente de que forma a interação entre a turbulência e a beirada das hélices amplifica o som. (…)”

Notícia completa no link:

http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/planeta_clima/2011/06/va_se_dormir_com_um_barulho_de.shtml