Projeto Rio – CPRM

O CPRM disponibiliza os relatórios e mapas do Projeto Rio, uma iniciativa de levantamento e diagnóstico das características Naturais do Estado do Rio de Janeiro.  O projeto contempla estudos de Apdidão Agricola, Diagnóstico Geoambiental, Estudo de Chuvas Intensas, Geologia, Geomorfológica, Hidrogeologia, Inventário de Escorregamento, Levantamento Geoquímico, Solos, Uso e Cobertura do Solo, Recursos Minerais e Economia Mineral, além de temas específicos de geofísca, como: Composição Ternária, Contagem Total e Sinal Analítico.

A página principal contendo os links para os temas específicos é:

http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=621&sid=26

Documentos da UHE Belo Monte para Download

O IBAMA disponibiliza para consulta e download algumas dezenas de documentos elaborados nas etapas de licenciamento da UHE Belo Monte, entre estes documentos estão EIA/RIMA, Licenças, PBA, Inventários e até mesmo Relatórios de Acompanhamento de Condicionantes.

Link Principal:

http://siscom.ibama.gov.br/licenciamento_ambiental/UHE%20PCH/Belo%20Monte/

MORE – Mecanismo on line de Referência

MORE:  Mecanismo On-line para Referências  foi desenvolvido por Maria Bernardete Martins Alves (bibliotecária) e Leandro Luis Mendes (aluno de graduação em Sistemas de Informação), numa parceria entre a BU (Biblioteca Universitária) e o RExLab (Laboratório de Experimentação Remota), sob a coordenação de João Bosco da Mota Alves (professor titular do Departamento de Informática e de Estatística, INE, e coordenador do RExLab), todos da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), no âmbito do Projeto ALFA II-0465-A – RExNet–Yippee (Remote Experimentation Network – Yielding an Inter-university peer-to-peer e-service), do qual a UFSC é uma das 10 universidades envolvidas dos 5 países participantes. Tanto o RExLab quanto o consórcio RExNet tem como princípio basilar, a inclusão social em todas as suas modalidades, e MORE não foge a essa regra, pois é um serviço  gratuito.
MORE é uma ferramenta gratuita e fácil de usar, que produz automaticamente citações no texto e referências no formato ABNT, para quinze (15) tipos de documentos, a partir de formulários próprios, selecionados em um menu principal. Os documentos cobertos pelo mecanismo são os mais usados no meio acadêmico: livros, dicionários, enciclopédias, teses e dissertações, artigos de revistas, artigos de jornais, nos formatos impresso e eletrônico, além dos documentos exclusivos em meio eletrônico: home-page e e-mail.
Além disso o programa automatiza algumas procedimentos tais como: a inversão dos nomes dos autores (sobrenome, prenomes); uso de maiúsculas e minúsculas, grifo no título e pontuação.
O MORE foi disponibilizado em uma versão Beta, em setembro de 2005. Em março de 2006 a versão 1.0 está sendo disponibilizada, com duas grandes inovações: a criação de um banco de dados pessoal e um banco de dados público que armazena e organiza todo o material bibliográfico formatado pelo sistema e, possibilita a função Pesquisa que é utilizada para recuperar tanto uma referência em um banco de dados pessoal, desde que o usuário tenha feito o login com sua senha, quanto do banco de dados público. O sistema avisa quando o usuário está anônimo, é uma maneira de lembrá-lo de fazer o login. A preocupação com a acessibilidade permitiu corrigir as falhas apresentadas na versão beta, e ganhar o selo da W3C, para a versão 1.0.

Link: http://www.rexlab.ufsc.br:8080/more/index.jsp

A Natureza do Espaço, Milton Santos

A Natureza do Espaço. Técnica e Tempo, Razão e Emoção, Milton Santos (1996) é um clássico da Geografia que busca entender o espaço geográfico, transcorrendo por uma série de conceitos. Segue abaixo alguns parágrafos do capítulo de introdução.

” Nosso desejo explícito é a produção de um sistema de ideias que seja, ao mesmo tempo, um ponto de partida para a apresentação de um sistema descritivo e de um sistema interpretativo da geografia. Esta disciplina sempre pretendeu construir-se como uma descrição da terra, de seus habitantes e das relações destes entre si e das obras resultantes, o que inclui toda ação humana sobre o planeta. Mas o que é uma boa descrição?

Descrição e explicação são inseparáveis. O que deve estar no ali­cerce da descrição é a vontade de explicação, que supõe a existência prévia de um sistema. Quando este faz falta, o que resulta em cada vez são peças isoladas, distanciando-nos do ideal de coerência próprio a um dado ramo do saber e do objeto de pertinência indispensável.”

(…)

“A partir da noção de espaço como um conjunto indissociável de sistemas de objetos e sistemas de ações podemos reconhecer suas cate­gorias analíticas internas. Entre elas, estão a paisagem, a configuração territorial, a divisão territorial do trabalho, o espaço produzido ou produtivo, as rugosidades e as formas-conteúdo. Da mesma maneira e com o mesmo ponto de partida, levanta-se a questão dos recortes espaciais, propondo debates de problemas como o da região e o do lugar, o das redes e das escalas. Paralelamente, impõem-se a realidade do meio com seus diversos conteúdos em artifício e a complementa­ridade entre uma tecnoesfera e uma psicoesfera. E do mesmo passo podemos propor a questão da racionalidade do espaço como conceito histórico atual e fruto, ao mesmo tempo, da emergência das redes e do processo de globalização. O conteúdo geográfico do cotidiano também se inclui entre esses conceitos constitutivos e operacionais, próprios à realidade do espaço geográfico, junto à questão de uma ordem mundial e de uma ordem local.

O estudo dinâmico das categorias internas acima enumeradas su­põe o reconhecimento de alguns processos básicos, originariamente externos ao espaço: a técnica, a ação, os objetos, a norma e os even­tos, a universalidade e a particularidade, a totalidade e totalização, a temporalização e a temporalidade, a idealização e a objetivação, os símbolos e a ideologia. “

Para acesso ao texto completo o link é : http://pt.scribd.com/doc/16391201/Santos-Milton-a-Natureza-Do-Espaco

E em pdf para download no link http://www.4shared.com/file/MXHKDbbu/Milton_Santos_-_A_NATUREZA_DO_.html

IBGE lança Manual de Geociências sobre Base Cartográfica do Brasil 1:250.000

O IBGE lançou o Manual Técnico de Geociências utilizado na construção da Base Cartográfica Contínua na escala de 1:250.000, que pode ser acessado em ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/cartografia/Manual_Procedimento_Tecnico.pdf.

Este Manual tem por objetivo estabelecer e padronizar as normas e os procedimentos para a fiscalização, controle de qualidade, validação e homologação das Bases Cartográficas Digitais Contínuas do Brasil na escala de 1:250.000 elaboradas por contratação de empresas especializadas na prestação de serviços de mapeamento e atualização cartográfica.

A Base Cartográfica Contínua (BC250) é um mosaico digital do Brasil em escala 1:250.000 (em que 1 cm no mapa significa 2,5 km no terreno), disponível em formato shape no link ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapas/base_vetorial_continua_250mil para 89% do território nacional, com previsão para conclusão no primeiro semestre do próximo ano. Essa base constitui referência cartográfica para as ações de planejamento, monitoramento e atualização das informações dos recursos naturais do país.