SOS GIS BR

Desde junho de 2011 informando sobre Geografia, Geoprocessamento, Geoinformação, Cartografia, Meio Ambiente e Licenciamento Ambiental

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O que são datums?

Vídeo sobre Datums. O que é datum e quais as diferenças entre datum vertical e horizontal, entre outros.

Sistema de Informações Geográficas de Terremotos (USGS)

O Serviço Geológico dos Estados Unidos disponibiliza e mantem atualizado um Sistema de Informações sobre ocorrência de Terremotos ao redor do mundo. O sistema permite diversas buscas baseadas em datas, magnitude, localização, além de oferecer material para download, incluindo KML.

Day, All Magnitudes Worldwide Earthquakes (USGS)

Day, All Magnitudes Worldwide Earthquakes (USGS)

Para acesso ao sistema CLIQUE AQUI

Página principal: http://earthquake.usgs.gov/

Mapas Históricos do Mundo

Seguindo a premissa dos mapas históricos lançada em um postagem anterior, agora divulgo uma biblioteca do governo dos Estados Unidos que reune mais de 15mil itens cartográficos no acervo on line, incluindo mapas do século X.

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Mapa de 1650 da América do Norte. (Amérique septentrionale / Cartes générales de toutes les parties du monde )

LINK DE ACESSO : https://www.loc.gov/maps/

Le Bresil , 1656 (Cartes générales de toutes les parties du monde)

Le Bresil , 1656 (Cartes générales de toutes les parties du monde)

LINK PARA OS MAPAS HISTÓRICOS DO BRASIL: https://www.loc.gov/maps/?fa=location%3Abrazil

LINK PARA ACESSO DE COLEÇÕES ESPECÍFICAS: https://www.loc.gov/maps/collections/

O objetivo da Biblioteca é disponibilizar e apresentar coleções universais, que documentam a história e promover a criatividade dos usuários, contribuindo para o avanço da civilização e do conhecimento em todo o mundo, e para adquirir, organizar, prover acesso, manter, proteger e preservar estas coleções .

Cartografia Histórica

A Biblioteca Digital de Cartografia Histórica reúne a coleção de mapas impressos cedidos ao Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP), por determinação da Justiça Federal do Estado de São Paulo. Além de disponibilizar os mapas em alta resolução, o site oferece informações cartobibliográficas, biográficas, dados de natureza técnica e editorial; assim como verbetes explicativos que procuram contextualizar o processo de produção, circulação e apropriação das imagens cartográficas.

Carte du Cours du Maragnon ou de la Grande Riviere des Amazones dans sa partie navigable depuis Jaen de Bracomoros jusqu'à son embouchure et qui comprend la Province de Quito, et la Côte de la Guiane depuis le Cap de Nord jusqu'à Esséquebè, ANO 1745

Carte du Cours du Maragnon ou de la Grande Riviere des Amazones dans sa partie navigable depuis Jaen de Bracomoros jusqu’à son embouchure et qui comprend la Province de Quito, et la Côte de la Guiane depuis le Cap de Nord jusqu’à Esséquebè, ANO 1745

A concepção da Biblioteca Digital foi desenvolvida pela equipe do Laboratório de Estudos de Cartografia Histórica (LECH), da Cátedra Jaime Cortesão, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/USP), e executada pelo Centro de Informática de São Carlos (CISC/USP), com o apoio da FAPESP (Projeto Temático Dimensões do Império Português). A equipe do IEB realizou a digitalização dos mapas, sendo também responsável pela conservação dos mesmos.

Fonte: http://www.cartografiahistorica.usp.br/

Caso haja interesse em reproduzir alguns mapas dos acervos, encaminhe solicitação ao e-mail colecieb@usp.br obedecendo as seguintes condições:

  1. Relação das imagens de interesse.
  2. Especificação do uso, com dados relevantes da publicação, tais como autoria, título, tiragem, editora, e quaisquer outros dados que julgar relevantes.
  3. Utilização da obra tal como especificado.
  4. Identificação da imagem conforme informado pelo IEB/USP.
  5. Pagamento de taxa de manutenção, quando for o caso.
  6. Quaisquer pagamentos relativos a direito autoral caberá ao autorizatário.
  7. Envio de três exemplares da publicação.

Por ser acervo sob judicie, após esta solicitação, o IEB/USP informará à Justiça, a quem cabe à responsabilidade de autorização.

Mais informações no site: http://www.ieb.usp.br/administrativo-home

Utilização de imagens LANDSAT – 8 para caracterização da cobertura vegetal

Publicado em MundoGEO

Por Izabela Prates | 13h44, 10 de Junho de 2014

Por André S. Alvarenga e Marcelo F. Moraes

Processamento digital de imagens LANDSAT – 8 para obtenção dos índices de vegetação NDVI e SAVI visando a caracterização da cobertura vegetal no município de Nova Lima – MG

A redução dos recursos naturais devido à ação antrópica, estimula uma constante aquisição de informações ambientais espaço-temporais com o objetivo de compreender padrões de uso e ocupação e organização do homem no espaço. Para tanto, a utilização de imagens de satélite para fins de mapeamento, planejamento e monitoramento ambiental tem sido realizada há várias décadas. Atualmente, novas tecnologias aliadas a softwares cada vez mais modernos têm possibilitado o uso de imagens de satélite para variados fins.

(…)

A pesquisa ora apresentada justifica-se na demonstração da utilização de índices de vegetação por meio de técnicas de sensoriamento remoto, destacando a importância de se ter seletividade na escolha do índice de vegetação mais apropriado para a área e para a finalidade da pesquisa proposta. Para tanto, a pesquisa busca analisar o desempenho de dois índices de vegetação; o Índice de Vegetação da Diferença Normalizada (NDVI) e o Índice de Vegetação Ajustado ao Solo (SAVI), visando identificar qual melhor representa e discrimina a cobertura vegetal do município de Nova Lima – MG.

Sendo assim, esta pesquisa tem como objetivo geral realizar análises em imagens de satélite Landsat-8 processadas por meio de técnicas de sensoriamento remoto, bem como comparar a configuração da cobertura vegetal obtida por meio dos índices de vegetação NDVI e SAVI. Para tanto, o município de Nova Lima – MG será considerado a área de pesquisa devido às características inerentes ao município. Características que são abobadadas no item 3.2.7 e que estão enraizadas no desenvolvimento do setor de extração mineral que, por sua vez, contribuí de forma significativa no uso e ocupação do solo e desenvolvimento econômico do município de Nova Lima.

Os objetivos específicos deste trabalho são:

  • Determinar a cobertura vegetal por meio de técnicas de sensoriamento remoto relativas aos índices de vegetação;
  • Determinar o índice de vegetação (NDVI ou SAVI) mais eficaz na detecção da cobertura vegetal da área pesquisada;
  • Demonstrar que índices relativos à vegetação são técnicas que propiciam a caracterização da cobertura vegetal e outros alvos sem necessidade de levantamento em campo;
  • Avaliar o desempenho dos índices de vegetação para fins de planejamento urbano.
Fluxograma metodológico simplificado (Autor: André S. Alvarenga)

Fluxograma metodológico simplificado (Autor: André S. Alvarenga)

Resultados e Discussão

A álgebra de mapas para os índices de vegetação NDVI e SAVI das imagens Landsat-8 de 25/06/2014 que englobam o município de Nova Lima – MG apresentaram resultados muito aproximados, representando de forma satisfatória a vegetação e outros alvos (água, solo exposto e área edificada). Os valores mínimos e máximos obtidos por meio da álgebra de mapas para os índices NDVI e SAVI apresentaram diferenças, contudo, para maior clareza da interpretação, foram adotados nos dois mapas os mesmos intervalos temáticos para as classes definidas. Portanto os dois índices foram segmentados em 6 classes a saber:

Índice de Vegetação da Diferença Normalizada (NDVI): -1,0 a -0,9 (água), -0,9 a -0,16 (solo exposto), -0,16 a 0,1 (área edificada), 0,1 a 0,5 (vegetação arbustiva), 0,5 a 0,6 (transição de vegetação arbustiva – arbórea) 0,6 a 1,0 (vegetação arbórea).

Índice de Vegetação Ajustado ao Solo (SAVI): -1,49 a -1,4 (água), -1,4 a -0,25 (solo exposto), -0,25 a 0,15 (área edificada), 0,15 a 0,75 (vegetação arbustiva), 0,75 a 0,9 (transição de vegetação arbustiva – arbórea) 0,9 a 1,49 (vegetação arbórea).

Apesar dos índices apresentarem diferenças entre os valores mínimos e máximos devido os algoritmos serem diferentes, observa-se que após a divisão das classes (6 em ambos) os mesmos apresentaram diferença visual imperceptível como podemos observar na Figura 3. Contudo, apesar da utilização das mesmas bandas nos algoritmos, a real diferença entre ambos está no fato da adição da constante “L” no índice SAVI modificar a escala de valores que acompanha o resultado para o índice, proporcionando um range mais amplo que pode ser explorado a favor do número de classes determinadas pelo pesquisador.

Mapas dos Índices de Vegetação NDVI e SAVI com máscara do limite municipal (IBGE) referente a imagem Landsat-8 datada em 25/06/2014.

Mapas dos Índices de Vegetação NDVI e SAVI com máscara do limite municipal (IBGE) referente a imagem Landsat-8 datada em 25/06/2014.

Artigo completo em : http://mundogeo.com/blog/2014/06/10/processamento-digital-de-imagens-landsat-8-para-obtencao-dos-indices-de-vegetacao-ndvi-e-savi-visando-a-caracterizacao-da-cobertura-vegetal-no-municipio-de-nova-lima-mg/