Mapa de Cobertura Vegetal do Pantanal

O site do MMA está de cara nova e oferecendo uma série de produtos atualizados de forma mais clara e organizada, entre eles está o mapa de cobertura vegetal do Pantanal, em formato impresso e digital.

Em território brasileiro, o Pantanal cobre uma área estimada em 150.355 km2 (IBGE, 2004). Para o mapeamento da vegetação do bioma foram utilizadas 16 imagens Landsat, todas de 2002. A elaboração das cartas de cobertura vegetal na escala 1:250.000 obedeceu ao seguinte procedimento metodológico: reunião do material já existente, sistematização dos dados, trabalho de campo, inserção dos mapas no banco de dados georreferenciado e elaboração do relatório final.

Foram gerados os seguintes produtos finais:

1) mapa índice digital  em escala 1:1000.000, contendo as iniciativas prévias de mapeamento do bioma Pantanal;

2) banco de dados ;

3) 20 cartas-imagem no recorte 1:250.000 e uma carta-imagem do mosaico final, em escala 1:1.000.000;

4) 20 cartas de vegetação em escala 1:250.000, apresentadas em formato digital e impresso;

5) relatório final.

Os dados obtidos indicam que o bioma Pantanal ainda é bastante conservado (ano base 2002), apresentando 86,77 % de cobertura vegetal nativa, contra 11,54% de áreas antrópicas (Tabela 1). As fitofisionomias florestais (Floresta Estacional Semi-decidual e Floresta Estacional Decidual) respondem por 5,07% da área do bioma, enquanto as fitofisionomias não-florestais (Savana [Cerrado], Savana Estépica [Chaco], Formações Pioneiras, Áreas de Tensão Ecológica ou Contatos Florísticos [Ecótonos e Encraves] e Formações Pioneiras) respondem por 81,70% da área do Pantanal. A Savana (Cerrado) predomina em 52,60% do bioma, seguida por contatos florísticos, que ocorrem em 17,60% da área. Com relação à área antrópica, nota-se que a agricultura é inexpressiva no bioma (0,26%), dando lugar à pecuária extensiva em pastagens plantadas, que equivalem a 10,92% da área do bioma e ocupam 94,68% da área antrópica.

Os produtos gerados durante a execução dos trabalhos de mapeamento da cobertura vegetal do bioma Pantanal podem ser acessados no site do MMA por meio dos seguintes links diretos:

Instituições executoras:
Embrapa Informática Agropecuária
Embrapa Gado de Corte
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE
Instituto de Meio Ambiente Pantanal - IMAP/SEMA, MS.

(FONTE: MMA)

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IBGE lança nova ferramenta de visualização da INDE

O IBGE apresentou nesta segunda-feira, 04 de junho, a nova ferramenta de visualização da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE). A ferramenta disponibiliza uma enorme quantidade de dados distribuídos por temas e instituições. A seguir está uma imagem da tela com a vegetação da Amazônia Legal em escala 1:250.000.

Este e outros produtos fazem parte de um grande projeto e a INDE passará a integrar as informações geoespaciais do país na internet e facilitará a tomada de decisões sobre planejamento e gestão de recursos, bem como a elaboração de políticas públicas e privadas.

A ferramenta pode ser acessada no endereço a seguir:

http://temp.visualizador.inde.ibge.gov.br/ 

Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos sobre a Biodiversidade

Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos sobre a Biodiversidade – 2ª Edição.
2007. 212 p. Autor: José A. Marengo.

Este livro apresenta uma revisão atualizada dos estudos sobre alterações climáticas no século XX e projeções do clima futuro no século XXI considerando os impactos na biodiversidade e no meio ambiente do continente sul-americano, com particular ênfase no território brasileiro e seus ecossistemas.

Download:

Biodiversidade do Médio Madeira

Biodiversidade do Médio Madeira Bases Científicas para Propostas de Conservação:
2007. 244 p. Organizadores: Lúcia Rapp Py-Daniel, Cláudia Pereira de Deus, Augusto Loureiro Henriques, Daniel Mansur Pimpão e Ordilene Marinho Ribeiro.

Este livro é resultado da iniciativa do Ministério do Meio Ambiente em suprir as lacunas de conhecimento e estabelecer os fundamentos para o planejamento da conservação da biodiversidade no Brasil por meio do fomento de estudos sobre biodiversidade em biomas brasileiros e traz o resultado de inventários de biodiversidade na região do médio rio Madeira, AM.

Download:

Fonte: PortalBIO/MMA

Planejamento Sistemático da Conservação

Historicamente, a criação de unidades de conservação no Brasil em sua maioria segue uma lógica não fundamentada em aspectos técnico-científicos, em função de questões de conflitos pelo território que acabam sobrepujando quase toda e qualquer justificativa técnica. Embora tais questões sociopolíticas sejam consideradas indissociáveis do processo de criação, para que um sistema de UCs cumpra efetivamente o objetivo de conservar a biodiversidade, no sentido amplo, conceitos e princípios da biologia da conservação devem orientar o estabelecimento de uma rede ideal de áreas protegidas.

Está disponível a apostila de Planejamento Sistemático da Conservação foi elaborada pela Coordenação de Zoneamento Ambiental do IBAMA, e é fruto da compilação de uma série de outros impressos: manuais, apostilas, cursos rápidos, tutoriais e apresentações. Esta apostila foi elaborada para facilitar a vida do usuário desta metodologia, sendo uma primeira aproximação, esperamos melhorar e atualizar seu conteúdo para as próximas versões.

O documento em formato PDF está disponível em http://www.ibama.gov.br/zoneamento-ambiental/wp-content/files/Planejamento_Sistematico_da_conservacao-6.pdf

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