Embrapa abre acesso da biblioteca de Dados Geoespaciais

Agência FAPESP – A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) acaba de abrir ao público geral o acesso à Biblioteca Geoespacial, sistema de armazenamento e de consulta de conteúdo geoespacial produzido e administrado pela Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna (SP).

O modelo conceitual foi desenvolvido pela pesquisadora Margareth Meirelles, da Embrapa Solos (Rio de Janeiro).

“Trata-se de um instrumento de apoio à execução de projetos que envolvem dados geoespaciais para troca e disposição dessas informações, que são armazenadas e distribuídas na forma de arquivo de documentos, vetorial, raster, SigWeb ou mapa digital”, disse Sandro Pereira, analista em geoprocessamento da Embrapa Meio Ambiente e administrador da Biblioteca.

A Biblioteca Geoespacial conta com um servidor de dados onde são registrados os metadados de cada informação armazenada e tem interfaces gráficas para consulta ao conteúdo e para armazenar novas informações.

O acesso para consulta e download na área pública é livre para qualquer usuário, cadastrado ou não. Já na área privada o usuário, de acordo com os privilégios recebidos dos administradores, pode cadastrar dados, incluir notícias e atalhos para outros endereços.

Também são disponibilizados outros endereços da internet, de outros repositórios de dados e de informações geoespaciais. Além disso, é possível acessar outros projetos da Embrapa Meio Ambiente ou de parceiros.

O sistema pode ser acessado em português, inglês ou espanhol. A consulta ao conteúdo cadastrado pode ser por atributos de identificação do arquivo ou por projeto, sendo necessário somente se cadastrar.

A adaptação do programa da biblioteca para o ambiente institucional da Embrapa Meio Ambiente foi consolidada em parceria com o Programa Marco de Gestão Sustentável dos Recursos Hídricos da Bacia do Prata.”

Mais Informações: http://geo.cnpma.embrapa.br

Fonte: http://agencia.fapesp.br/17381

Informação Tecnológica em Agricultura (Infoteca-e)

O serviço Informação Tecnológica em Agricultura (Infoteca-e) reúne e permite acesso a informações sobre tecnologias produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as quais se relacionam às áreas de atuação de seus demais centros de pesquisa. Suas coleções são formadas por conteúdos editados na própria instituição (em forma de cartilhas, livros para transferência de tecnologia, programas de rádio e de televisão), com linguagem adaptada de modo que produtores rurais, extensionistas, técnicos agrícolas, estudantes e professores de escolas rurais, cooperativas e outros segmentos da produção agrícola possam assimilá-los com maior facilidade, e, assim, apropriarem-se de tecnologias geradas pela Embrapa. (Fonte: Infoteca-e)

O domínio permite buscas através das Unidades da Embrapa, dos autores, títulos, assuntos, além da interessantíssima opção da Árvore Hiperbólica, na qual a navegação é dedutiva dentro da hierarquia das informações e organização do conhecimento. Há inclusive um manual definindo os conceitos e sistema para download.

O link principal da infoteca-e é http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/

Zoneamento Agroecológico do Estado do Rio de Janeiro

“O objetivo geral do Zoneamento Agroecológico do estado compreende o fornecimento de subsídios técnicos para a execução de políticas públicas para fixar o homem ao campo, de forma econômica e ecologicamente viável, buscando o desenvolvimento sustentável do território fluminense. Apesar da pequena extensão territorial, compreendendo 43.797,5 km2, o estado do Rio de Janeiro apresenta uma grande diversidade ambiental, tanto em termos do meio físico e biótico, quanto sob os aspectos socioeconômicos. A grande variedade de solos que ocorre no estado, é um reflexo dessa diversidade, em especial quanto ao material de origem, relevo, vegetação e clima. Os principais indicadores considerados na elaboração do Zoneamento Agroecológico foram a vulnerabilidade das terras, o potencial de produção agrícola sustentável e a legislação ambiental vigente. As áreas de Proteção Ambiental são constituídas por: Unidades de Conservação da Natureza, remanescentes da Mata Atlântica, dunas, mangues, escarpas e afloramentos de rocha; as áreas indicadas para Atividades Agrícolas compreendem aquelas de produção agrícola intensiva, produção agrícola semi-intensiva, lavouras especiais (perenes, anuais e hortaliças), pastagens e reflorestamento; e as áreas indicadas para Recuperação Ambiental, constituem as terras desmatadas de elevada vulnerabilidade e/ou inaptas para atividades agrícolas, planícies fluviolagunares e áreas de mineração. O estado apresenta cerca de 35% da sua superfície localizada em áreas consideradas de Proteção Ambiental, 10% são indicadas para Recuperação Ambiental e 51% são adequadas para Atividades Agrícolas. Os terrenos mecanizáveis adequados para atividades agrícolas representam cerca de 21% da superfície No entanto, as condições climáticas em geral são restritivas à produção agrícola, principalmente devido ao longo período de estiagem, de cerca de 4 a 6 meses, muitas vezes com ocorrência de veranicos no período das chuvas. Em vista disso, somente 4% da superfície do estado são de terras mecanizáveis ocorrendo em condições climáticas mais favoráveis para atividades agrícolas. Estas questões demonstram o quanto é importante a adoção da irrigação para a garantia da produção, tendo em vista que estes locais, embora com limitações variadas, em geral são adequados para irrigação, a depender da disponibilidade de água em volume e qualidade adequadas. As terras indicadas para lavouras perenes (unidade LP1), pastagens (unidade PA1) e reflorestamento (unidade RN), compreendendo cerca de 30% da superfície estadual. Ocorrem em relevo declivoso e estão sujeitas a acentuados processos erosivos, verificando-se elevados níveis de degradação em muitos locais, em especial no Norte-Noroeste Fluminense e Médio Vale do rio Paraíba do Sul. Tendo em vista a conjugação entre os parâmetros de solo, clima e as características ecológicas dos cultivos, foram indicadas para as áreas de Atividades Agrícolas: 102 culturas anuais e perenes, tanto em sequeiro como sob irrigação, referindo-se o método mais adequado, 90 espécies florestais e 37 gramíneas ou leguminosas forrageiras.”

Zoneamento agroecológico do Estado do Rio de Janeiro / José Francisco Lumbreras… [et al.]. – Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2003. 113 p. – (Embrapa Solos. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento; n. 33)

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GEOPortal Digital EMBRAPA

O GeoPortal é um sistema de armazenamento e consulta à geoinformação produzida na Embrapa e seus laboratórios associados. É necessário login para acesso à determinadas informações, mas as pesquisas e acesso a links sugeridos podem ser feitos sem cadastro. O sistema também oferece acesso a informações de solos, que incorpora amostras e perfis de solos de todo Brasil, apresentando uma descrição detalhada das características morfológicas, físicas, químicas e mineralógicas, além de análises de fertilidade de solos desses perfis com suas localizações geográficas.

Mais informações sobre o sistema são encontradas no Manual do Usuário disponível no link a seguir:

http://mapoteca.cnps.embrapa.br/ajuda/ajuda.htm

Para acesso ao sistema basta clicar no link: http://mapoteca.cnps.embrapa.br/Default.aspx

Manejo e conservação do solo e da água no contexto das mudanças ambientais.

A EMBRAPA disponibiliza para download o livro: Manejo e conservação do solo e da água no contexto das mudanças ambientais. Sustentabilidade na agricultura, 2010. Prado, R. B.

“o livro foi resultante da décima sétima edição da reunião Brasileira de Manejo e Conservação do Solo e da água que ocorreu no Rio de Janeiro em 2008, que teve como tema Manejo e conservação do solo e da água no contexto das mudanças ambientais. O mesmo é composto por vinte e sete capítulos, organizados em cinco grandes abordagens: manejo e conservação do solo e da água e das mudanças ambientais, expansão da agricultura brasileira e relações com as mudanças ambientais, novos cenários com a expansão da agroenergia, manejo e conservação do solo e da água no contexto dos serviços ambientais, difusão do conhecimento e envolvimento da sociedade em manejo e conservação do solo e da água. Apresenta o estado da arte e os desafios relacionados aos temas abordados, no intuito de contribuir para o manejo sustentável do solo e da água na agricultura brasileira e transferir à sociedade conhecimento e tecnologia capazes de suprir as demandas advindas das mudanças climáticas e ambientais.”

Link para download: http://www.cnps.embrapa.br/solosbr/pdfs/livro_2010_manejo_cons_solo_agua.pdf

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