Zoneamento Ecológico Econômico do Estado de Minas Gerais – ZEE-MG

Está disponível na rede mais um sigweb, desta vez com o ZEE-MG (http://www.zee.mg.gov.br/). Além de oferecer ferramentas comuns aos sig’s para pesquisas e levantamento de informações, também estão disponíveis os mapeamentos da Vulnerabilidade Natural e cenários exploratórios, além de informações sobre biodiversidade, recursos hídricos e outros.

As camadas de cenários exploratórios trazem uma diversidade de temas espacializados, tais como erosão, grau de conservação de vegetação nativa, qualidade da água, qualidade ambiental, áreas prioritárias para conservação, aptidao edafo-climática para determinadas culturas, risco ambiental, vulnerabilidade natural das rodovias, qualidade ambiental em áreas de mineração entre outros.

Através do link principal, há acesso à publicações que incluem o manual da aplicação SIGWEB e relatórios dos componentes, e também um curso de utilização do sistema à distância. Nele é possível entender de forma didática a metodologia de elaboração do ZEE-MG e ter acesso a um glossário com definições básicas. A seguir, segue a breve descrição do sistema de de sua metodologia.

“O Zoneamento Ecológico Econômico do Estado de Minas Gerais – ZEE-MG consiste na elaboração de um diagnóstico dos meios geo-biofísico e sócio-econômico-jurídico- institucional, gerando respectivamente duas cartas principais, a carta de Vulnerabilidade Ambiental e a Carta de Potencialidade Social, que sobrepostas irão conceber áreas com características próprias, determinando o Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado. O ZEE-MG tem a coordenação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, participação de todas as Secretarias de Estado de Minas, de outras entidades e da sociedade civil.

Além de compor uma grande base organizada e integrada de informações oficiais, esta ferramenta, sem caráter limitador, impositivo ou arbitrário, apoiará a gestão territorial fornecendo subsídios técnicos à definição de áreas prioritárias para a proteção e conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento, segundo critérios de sustentabilidade econômica, social, ecológica e ambiental. O ZEE/MG será de grande importância no planejamento e elaboração das políticas públicas e das ações em meio ambiente, orientando o governo e a sociedade civil na elaboração dos seus programas e em seus investimentos. Estes, aos serem planejados e implementados respeitando-se as características de cada zona de desenvolvimento, irão promover com maior acertividade a melhoria na qualidade dos serviços prestados e na qualidade de vida de toda a população de Minas Gerais.

zee-mg

METODOLOGIA BÁSICA

O Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) foi elaborado a partir das diretrizes metodológicas propostas pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA para elaboração do ZEE, em conformidade às diretrizes da Política e Legislação Ambiental do Estado de Minas Gerais, orientando-se pelos patamares:

(i) referente às Unidades Regionais do Copam;

(ii) patamar referente às Bacias Hidrográficas do Estado;

(iii) referente às meso e microregiões;

(iv) referente ao ordenamento Municipal. Este trabalho foi desenvolvido no âmbito do Convênio de Cooperação Administrativa, Técnica, Científica, Financeira e Operacional, firmado entre o SISEMA e Universidade Federal de Lavras, através da Fundação de Apoio ao Ensino Pesquisa e Extensão, e contou, em especial, com a parceria da Fundação João Pinheiro para a sua execução.

O ZEE-MG objetiva, como premissa técnica, subsidiar o planejamento e orientação das políticas públicas e das ações em meio ambiente nas regiões, por meio de um Macro­ diagnóstico do Estado, viabilizando a gestão territorial, estimulando a participação dos Conselhos Plurais, COPAM, CERH e Comitês de Bacia, com vistas à sua gestão, segundo critérios de sustentabilidade eco­nômica, social, ecológica e ambiental. Entretanto, os interesses federais, estaduais e municipais situam-se em escalas diferenciadas e, portanto, não devem ser vistos horizontalmente sob pena dos resultados não corresponderem às expectativas iniciais.

No caso do zoneamento municipal, trata-se da célula mais real dos acontecimentos territoriais, sociais e econômicos que poderão ser tratados em suas origens ou somados a outros para fazerem parte de decisões superiores. A primeira condição é a que mais interessa no momento, pois se volta ao preparo mais direto do município que, representando a menor unidade ter­ ritorial administrativamente constituída, assumirá suas responsabilidades e, ao mesmo tempo, possuirá maior propriedade no encaminhamento de seus interesses, como o uso e destinação do solo, propriedade e posse da terra, proteção e uso da natureza. Para o tratamento de questões mais abrangentes, tratando-se de interesse comum a mais de um município, o aconselhável é envolver esses agentes, o que pode ser feito pela definição de outros limites para efeito de zoneamento e gestão compartilhada de rios ou corpos d’água, de domínios florísticos, de unidades do solo ou subsolo. Um consórcio municipal pode ser previsto como forma de integração desses municípios para o encaminhamento de seus interesses em comum. Isto pressupõe acordos prévios que possam ser tomados como intenções formalizadas.

No ZEE Estadual, os dois eixos temáticos representam a relação do homem com a natureza (critérios ecológicos e critérios sócio-econômicos), além de serem importantes para o desenvolvimento regional, identificando conflito de usos e recursos. Pode, portanto, ser utilizado como cenário alternativo para consolidação de potencialidades econômicas, recuperação de áreas degradadas, ocupação territorial integrada e ordenada, bem como para o planejamento dos projetos de infra-estrutura influenciados pela adoção de modelos (parâmetros) de desenvolvimento social, econômica, cultural e ambientalmente sus­tentáveis, com sensível melhoria na qualidade de vida da população.”

FONTE: http://www.zee.mg.gov.br/

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Mapeamento da Cobertura Vegetal e Uso da Terra no Município do Rio de Janeiro

A SMAC – Prefeitura do Rio – oferece o SIG Florestas do Rio, cujo objetivo é permitir a visualização na web, a partir de qualquer navegador, dos mapas, das informações gráficas e dos dados de cada fragmento florestal  mapeado, incluindo os dados obtidos do levantamento florístico. O sistema também possui a funcionalidade de cadastro de alertas para auxiliar no monitoramento destes fragmentos.

O SIG Florestas do RIO permite:

  • Navegar no mapa sobre os temas: cobertura vegetal e do uso das terras, sub-bacias hidrográficas, maciços, áreas protegidas, Regiões Administrativa (RAs), Áreas de  Planejamento (APs), bairros, favelas, Imagem de satélite 2010, arruamentos, curvas de  nível e o limite municipal do Rio de Janeiro;
  • Consultar as informações dos fragmentos florestais (classe, área, fotografias, resultados do levantamento florístico);
  • Consultar as áreas e percentuais de cada classe de cobertura e uso da terra por regiões administrativas (RAs, APs e bairros) e pelas unidades de análise ambiental (sub-bacias hidrográficas e maciços rochosos);
  • Fazer download do shapefile de cobertura vegetal e dos relatórios técnicos em formato pdf.

“Os parâmetros legais para definição das classes de mapeamento, escala 1:10.000, estão presentes nas seguintes legislações: LEI Nº 11.428, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica, e dá outras providências; DECRETO Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008, que regulamenta dispositivos da Lei no 11.428, de 22 de dezembro de 2006; RESOLUÇÃO CONAMA N° 06, DE 4 DE MAIO DE 1994, que estabelece definições e parâmetros mensuráveis para análise de sucessão ecológica da mata atlântica no estado do Rio de Janeiro, e RESOLUÇÃO CONAMA N° 388, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2007, que dispõe sobre a convalidação das resoluções que definem a vegetação primária e secundária nos estágios inicial, médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica para fins do disposto no art. 4o § 1o da lei no 11.428, de 22 de dezembro de 2006.

Além da legislação pertinente, a legenda do mapeamento da cobertura e uso da terra do município do Rio de Janeiro teve como embasamento o Manual Técnico de Vegetação Brasileira (IBGE, 1992), o Manual Técnico de Uso da Terra (IBGE, 2006) e Mapeamento de Cobertura Vegetal e Uso das Terras do município do Rio de Janeiro (SMAC, 1999).” (SIG Florestas Rio)

O link para acesso ao sistema é http://sigfloresta.rio.rj.gov.br/

Rio Atlas

 O RIO ATLAS é um sistema destinado tanto ao público leigo quanto ao especializado, com o objetivo de democratizar o acesso a mapas e informações sobre a cidade, difundindo a cultura do geoprocessamento através dos trabalhos disponibilizados pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. É um sistema simples e de uso fácil que integra informações estatísticas e censitárias aos mapas da cidade, permitindo níveis de utilização distintos a pessoas dos mais variados perfis profissionais e acadêmicos.

Com este produto é possível consultas simples às informações contidas em seu banco de dados, possibilitando visualização, manipulação e personalização de mapas e tabelas, inserção de informações complementares pelo usuário, geração de mapas temáticos pré-definidos e personalizados, bem como a impressão de tabelas e mapas em qualquer escala e tamanho padronizado.

REQUISITOS MÍNIMOS
Para instalação do RIO ATLAS são necessários:
– Sistema operacional WINDOWS 98, 2000, XP ou NT; (Se não instalar diretamente, utilize o modo de compatibilidade e instale como XP)
– 64 MB de memória RAM;
– 80 MB de espaço no disco rígido;

É possível instalar o RIO ATLAS de duas maneiras: pelo CD de instalação, disponível na livraria do IPP, ou por meio de download. Caso escolha fazer o download dos arquivos, não deixe de ler o Tutorial de Instruções para Download. Para maiores informações sobre como utilizar o Rio Atlas, acesse o Tutorial do Rio Atlas ou envie um e-mail para armazem@pcrj.rj.gov.br. O arquivo de download está compactado, por isso, para instalar é necessário ter instalado o programa WINZIP ou similar.

Clique aqui para abrir o TUTORIAL DO USUÁRIO DO RIO ATLAS - Última modificação: 20/7/2005
Clique aqui para abrir o TUTORIAL DE INSTRUÇÕES PARA DOWNLOAD – Última modificação: 12/5/2006
Clique aqui para baixar o arquivo de instalação (Disk1.zip, 18,5 MB) – Última modificação: 02/6/2006


IBGE lança nova ferramenta de visualização da INDE

O IBGE apresentou nesta segunda-feira, 04 de junho, a nova ferramenta de visualização da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE). A ferramenta disponibiliza uma enorme quantidade de dados distribuídos por temas e instituições. A seguir está uma imagem da tela com a vegetação da Amazônia Legal em escala 1:250.000.

Este e outros produtos fazem parte de um grande projeto e a INDE passará a integrar as informações geoespaciais do país na internet e facilitará a tomada de decisões sobre planejamento e gestão de recursos, bem como a elaboração de políticas públicas e privadas.

A ferramenta pode ser acessada no endereço a seguir:

http://temp.visualizador.inde.ibge.gov.br/ 

Conversor de Coordenadas

A R&D TEC coloca a disposição na rede um conversor de coordenadas on line que permite identificar os elementos nos 2 sistemas de representação de dados: coordenadas métricas (UTM) e coordenadas geográficas (decimais e graus).

Link: http://www.rdtec.com.br/rdgeomg/localmaster.htm

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