Conversão de Coordenadas no Excel (Tutorial)

O presente post tem por objetivo oferecer simples dicas para a conversão de coordenadas em GMS (Graus, Minutos e Segundos) para GD (graus decimais). Este tipo de conversão é o caminho mais curto para importar pontos (coordenadas x,y) para os Sistemas de Informação Geográfica.

1º Passo: Formatação das colunas de entrada das coordenadas: Latitude e Longitude

É ideal que a lista de coordenadas esteja formatada da mesma forma, porque o procedimento que utilizaremos fará a contagem de caracteres. Portanto, tenha atenção voltada para a quantidade de caracteres e espaço entre eles. Elimine o orientador de direção (S, W, N, E), porque ao final do procedimento teremos estas direções representadas pelos sinais de “-” ou “+”.

2ºPasso: Fórmulas de extração de caracteres

As fórmulas aqui definidas tem por objetivo separar graus, minutos e segundos para aplicação da fórmula de conversão.

  • Na coluna GRAUS: =EXT.TEXTO(A2;1;2) — O texto será extraído da cédula A2, a partir do 1º caractere e terá a extensão de 2 caracteres.
  • Na coluna MINUTOS: =EXT.TEXTO(A2;4;2– O texto será extraído da cédula A2, a partir do 4º caractere e terá a extensão de 2 caracteres.
  • Na coluna SEGUNDOS: =EXT.TEXTO(A2;7;6– O texto será extraído da cédula A2, a partir do 7º caractere e terá a extensão de 6 caracteres.

3º Passo: Fórmulas de Conversão

Neste momento, utilizaremos a fórmula tradicional de conversão : GRAUS+((MINUTOS/60)+(SEGUNDOS/3600)), que no excel corresponderá à cédula na qual a informação está hospedada, por exemplo =B2+((C2/60)+(D2/3600)).

Se você está trabalhando com coordenadas S e W, deve lembrar de inserir o sinal negativo no seu resultado final (multiplicando seu resultado em uma nova coluna por “-1″). Você também pode utilizar o sinal negativo desde o começo das operações, mas não se esqueça de considerá-la na contagem de caracteres.

Sobre estes anúncios

Metodologia de Cálculo da Compensação Ambiental

A Câmara Federal de Compensação Ambiental – CFCA é um órgão colegiado criado no âmbito do Ministério do Meio Ambiente, por meio da Portaria MMA nº 416, de 3 de novembro de 2010. A CFCA foi criada para atender ao disposto no art. 32 do Decreto 4.340/2002, com redação dada pelo Decreto nº 6.848/2009. A CFCA possui caráter supervisor e tem por objetivo orientar o cumprimento da legislação referente à compensação ambiental oriunda do licenciamento ambiental federal.

Metodologia de Cálculo da Compensação Ambiental

Segundo o art. 31-A do Decreto 4.340/02, com redação dada pelo Decreto 6.848/09, o Valor da Compensação Ambiental derivada do licenciamento ambiental federal deve ser calculado pelo produto do Grau de Impacto – GI com o Valor de Referência – VR:

CA = VR x GI, onde:

CA = Valor da Compensação Ambiental;

VR = somatório dos investimentos necessários para implantação do empreendimento, não incluídos os investimentos referentes aos planos, projetos e programas exigidos no procedimento de licenciamento ambiental para mitigação de impactos causados pelo empreendimento, bem como os encargos e custos incidentes sobre o financiamento do empreendimento, inclusive os relativos às garantias, e os custos com apólices e prêmios de seguros pessoais e reais;

GI = Grau de Impacto nos ecossistemas, podendo atingir valores de 0 a 0,5%.

O GI será obtido conforme tópico Metodologia.

O EIA/RIMA deverá conter as informações necessárias ao cálculo do GI.

As informações necessárias ao calculo do VR deverão ser apresentadas pelo empreendedor ao órgão licenciador antes da emissão da   licença de instalação.

Nos casos em que a compensação ambiental incidir sobre cada trecho do empreendimento, o VR será calculado com base nos investimentos que causam impactos ambientais, relativos ao trecho.” (NR)

Caberá ao IBAMA realizar o cálculo da compensação ambiental de acordo com as informações a que se refere o art. 31-A do Decreto nº 6.848 de 14 de maio de 2009.

Da decisão do cálculo da compensação ambiental caberá recurso no prazo de dez dias, conforme regulamentação a ser definida pelo órgão licenciador.

O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à autoridade superior.

O órgão licenciador deverá julgar o recurso no prazo de até trinta dias, salvo prorrogação por igual período expressamente motivada.

Fixado em caráter final o valor da compensação, o IBAMA definirá sua destinação, ouvido o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – Instituto Chico Mendes e observado o § 2o do art. 36 da Lei no 9.985, de 2000.” (NR)

Nos processos de licenciamento ambiental já iniciados na data de publicação do Decreto nº 6.848 de 14 de maio de 2009, em que haja necessidade de complementação de informações para fins de aplicação do disposto no Anexo do Decreto nº 4.340, de 2002, as providências para cálculo da compensação ambiental deverão ser adotadas sem prejuízo da emissão das licenças ambientais e suas eventuais renovações.

Metodologia de Cálculo do Grau de Impacto Ambiental

1.Grau de Impacto (GI)

O Grau de Impacto é dado pela seguinte fórmula:

GI = ISB CAP IUC, onde:

ISB = Impacto sobre a Biodiversidade;

CAP = Comprometimento de Área Prioritária; e

IUC = Influência em Unidades de Conservação.

1.1. – ISB: Impacto sobre a Biodiversidade:

ISB = IM x IB (IA IT)/140, onde:

IM = Índice Magnitude;

IB = Índice Biodiversidade;

IA = Índice Abrangência; e

IT = Índice Temporalidade.

O ISB terá seu valor variando entre 0 e 0,25%.

O ISB tem como objetivo contabilizar os impactos do empreendimento diretamente sobre a biodiversidade na sua área de influência direta e indireta. Os impactos diretos sobre a biodiversidade que não se propagarem para além da área de influência direta e indireta não serão contabilizados para as áreas prioritárias.

1.2 – CAP: Comprometimento de Área Prioritária:

CAP = IM x ICAP x IT/70, onde:

IM = Índice Magnitude;

ICAP = Índice Comprometimento de Área Prioritária; e

IT = Índice Temporalidade.

O CAP terá seu valor variando entre 0 e 0,25%.

O CAP tem por objetivo contabilizar efeitos do empreendimento sobre a área prioritária em que se insere. Isto é observado fazendo a relação entre a significância dos impactos frente às áreas prioritárias afetadas. Empreendimentos que tenham impactos insignificantes para a biodiversidade local podem, no entanto, ter suas intervenções mudando a dinâmica de processos ecológicos, afetando ou comprometendo as áreas prioritárias.

1.3 – IUC: Influência em Unidade de Conservação:

O IUC varia de 0 a 0,15%, avaliando a influência do empreendimento sobre as unidades de conservação ou suas zonas de amortecimento, sendo que os valores podem ser considerados cumulativamente até o valor máximo de 0,15%.  Este IUC será diferente de 0 quando for constatada a incidência de impactos em unidades de conservação ou suas zonas de amortecimento, de acordo com os valores abaixo:

G1:parque (nacional, estadual e municipal), reserva biológica, estação ecológica, refúgio de vida silvestre e monumento natural = 0,15%;

G2:florestas (nacionais e estaduais) e reserva de fauna = 0,10%;

G3:reserva extrativista e reserva de desenvolvimento sustentável = 0,10%;

G4:área de proteção ambiental, área de relevante interesse ecológico e reservas particulares do patrimônio natural = 0,10%; e

G5:zonas de amortecimento de unidades de conservação = 0,05%.

2. Índices:

2.1 – Índice Magnitude (IM):

O IM varia de 0 a 3, avaliando a existência e a relevância dos impactos ambientais concomitantemente significativos negativos sobre os diversos aspectos ambientais associados ao empreendimento, analisados de forma integrada.

Valor

Atributo

0

ausência de impacto ambiental significativo negativo

1

pequena magnitude do impacto ambiental negativo em relação ao comprometimento dos recursos ambientais

2

média magnitude do impacto ambiental negativo em relação ao comprometimento dos recursos ambientais

3

alta magnitude do impacto ambiental negativo

2.2 – Índice Biodiversidade (IB):

O IB varia de 0 a 3, avaliando o estado da biodiversidade previamente à implantação do empreendimento.

Valor

Atributo

0

Biodiversidade se encontra muito comprometida

1

Biodiversidade se encontra medianamente comprometida

2

Biodiversidade se encontra pouco comprometida

3

Área de trânsito ou reprodução de espécies consideradas endêmicas ou ameaçadas de extinção

2.3 – Índice Abrangência (IA):

O IA varia de 1 a 4, avaliando a extensão espacial de impactos negativos sobre os recursos ambientais. Em casos de empreendimentos lineares, o IA será avaliado em cada microbacia separadamente, ainda que o trecho submetido ao processo de licenciamento ultrapasse os limites de cada microbacia.

Nota: para empreendimentos lineares deverão ser considerados compartimentos homogêneos da paisagem para que os impactos sejam mensurados adequadamente em termos de abrangência, não devendo ser considerados de forma cumulativa. O resultado final da abrangência será considerado de forma proporcional ao tamanho deste compartimento em relação ao total de compartimentos.

Valor

Atributos para empreendimentos terrestres, fluviais e lacustres

Atributos para empreendimentos marítimos ou localizados concomitantemente nas faixas terrestre e marítima da Zona Costeira

Atributos para empreendimentos marítimos (profundidade em relação à lâmina d’água)

1

impactos limitados à área de uma microbacia

impactos limitados a um raio de 5km

profundidade maior ou igual a 200 metros

2

impactos que ultrapassem a área de uma microbacia limitados à área de uma bacia de 3a ordem

impactos limitados a um raio de 10km

profundidade inferior a 200 e superior a 100 metros

3

impactos que ultrapassem a área de uma bacia de 3a ordem e limitados à área de uma bacia de 1a ordem

impactos limitados a um raio de 50km

profundidade igual ou inferior a 100 e superior a 50 metros

4

impactos que ultrapassem a área de uma bacia de 1a ordem

impactos que ultrapassem o raio de 50km

profundidade inferior ou igual a 50 metros

2.4 – Índice Temporalidade (IT):

O IT varia de 1 a 4 e se refere à resiliência do ambiente ou bioma em que se insere o empreendimento. Avalia a persistência dos impactos negativos do empreendimento.

Valor

Atributo

1

imediata: até 5 anos após a instalação do empreendimento;

2

curta: superior a 5 e até 15 anos após a instalação do empreendimento;

3

média: superior a 15 e até 30 anos após a instalação do empreendimento;

4

longa: superior a 30 anos após a instalação do empreendimento.

2.5 – Índice Comprometimento de Áreas Prioritárias (ICAP):

O ICAP varia de 0 a 3, avaliando o comprometimento sobre a integridade de fração significativa da área prioritária impactada pela implantação do empreendimento, conforme mapeamento oficial de áreas prioritárias aprovado mediante ato do Ministro de Estado do Meio Ambiente.

Nota: para empreendimentos lineares deverão ser considerados compartimentos homogêneos da paisagem para que os impactos sejam mensurados adequadamente em termos de comprometimento de área prioritária, não devendo ser considerados de forma cumulativa. O resultado final do ICAP será considerado de forma proporcional ao tamanho deste compartimento em relação ao total de compartimentos.  Impactos em Unidades de Conservação serão computados exclusivamente no IUC.

Valor

Atributo

0

inexistência de impactos sobre áreas prioritárias ou impactos em áreas prioritárias totalmente sobrepostas a unidades de conservação.

1

impactos que afetem áreas de importância biológica alta

2

impactos que afetem áreas de importância biológica muito alta

3

impactos que afetem áreas de importância biológica extremamente alta ou classificadas como insuficientemente conhecidas

Fonte: MMA / Câmara Federal de Compensação Ambiental (CFCA)

Link: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=250

Eliminando a Faixa Preta de Imagens de Satélite (LANDSAT, CBERS…)

As imagens de satélites, costumam a apresentar um background negro e quando sobrepostas encobrem a imagem daquela que ficar no plano de informação inferior.

Muitas vezes, para resolver este tipo de problema os usuários simplesmente vão até as propriedades da imagem e indicam que os pixels 0,0,0 devem ser mostrados como “no color“. Muitas vezes é uma solução sim, simples, rápida e prática. Entretanto, quando o background não tem diferenciação da área que de fato corresponde à imagem, acontece como na figura abaixo.

Neste caso, a solução então seria retirar a borda da imagem. Vou descrever o passo a passo no Arc Gis, buscando a solução mais simples, que entretanto não é a única.

  1. Crie um polígono com a área que está imageada, deixando totalmente de fora a área preta da borda. Não se esqueça de definir a projeção do arquivo.
  2. Abra o ARC TOOL BOX >> Spatial Analist Tools >> Extraction >> Extract by mask
  3. Selecione para o “input raster” a imagem que será recortada
  4. Selecione para o “input raster or feature mask data” o arquivo com a área que será usada para o recorte.
  5. No campo “output raster” indique a direção e o nome do arquivo de saída.
  6. Execute

E o resultado é este:

Outros softwares, como Spring e ENVI, também executam este procedimento, não com estes passos obviamente. No ENVI, por exemplo, há duas opções mais simples, uma seria o Region of Interest, mas o caminho é mais longo. Para ter um arquivo ROI (Region of Interest) o usuário deve transformar o shapefile da área no formato vector do envi (evf) e então criar um ROI. A segunda opção seria fazer o recorte espacial “spatial subset” diretamente do arquivo vetor.

Apesar de preferir softwares específicos para trabalhar com imagens, esta função se mostrou mais prática e sem déficit de qualidade no GIS.

Reprojetar Dados (WSG-84, SIRGAS, SAD-69…) com projeções customizadas.

Datum é um problema para muita gente, em especial para aqueles que estão començando. Então, primeiro vamos entender rapidamente alguns conceitos antes de dar partida no GIS.

Datum:

Refere-se ao Sistema de Referência no qual os dados estão baseados a partir de onde são calculadas as altitudes e coordenadas geográficas. Os sistemas de referência são utilizados para descrever as posições de objetos, que por sua vez estão associados a uma superfície (elipsóide de referência) que mais se aproxima da forma da terra, e sobre a qual são desenvolvimentos todos os cálculos das suas coordenadas.

Elipsóide de Referência:

O Elipsóide de Referência é um modelo matemático que representa o Geóide.

É uma figura geométrica tridimensional, de representação matemática simples, formada pela revolução de uma elipse em torno do eixo menor. O elipsóide é usado como base para os cálculos da rede geodésica e definição das coordenadas de pontos tais como latitude, longitude e elevação. Quando um elipsóide de referência é fixado num determinado ponto do geóide define-se um datum geodésico. Esse ponto, designado ponto de fixação, é o ponto de uma rede geodésica que estabelece as relações entre o geóide e o elipsóide de referência, e entre as coordenadas astronômicas e as coordenadas geodésicas. Nos data locais o ponto de fixação é escolhido de forma a minimizar as distâncias entre o geóide e o elipsóide de referência. O elipsóide de Hayford e o WGS84 (World Geodetic System 1984) são as superfícies de referência geodésicas atualmente mais utilizadas nos data geodésicos globais.

Geóide:

O Geóide é a forma aproximada da Terra, trata-se de um modelo físico da forma da terra. O geóide é uma superfície equipotencial e que, em média, coincide com o valor médio do nível médio das águas do mar. A superfície do geóide é mais irregular do que o elipsóide de revolução usado habitualmente para aproximar a forma do planeta, mas consideravelmente mais suave do que a própria superfície física terrestre. A superfície física terrestre varia entre os + 8,850m (Monte Everest) e − 11,000m (Fossa das Marianas), o geóide varia apenas cerca de ±100 m além da superfície do elipsóide de referência. Vale ressaltar que um receptor de GPS pode mostrar as variações de altitude de um elipsóide (cujo centro coincide com o centro de massa terrestre), mas não a altitude ortométrica, relativa ao geóide.

Agora que algumas coisas básicas já foram pontuadas, vamos ao problema do Datum.

Se eu recebo um dado em wgs-84 e estou trabalhando em sad-69, preciso reprojetá-lo? A resposta correta é não, visto que o ArcGis em suas versões mais recentes reprojeta no dataview, mas não reprojeta o dado. Por isso, eu prefiro uma resposta mais prudente. Você não precisa reprojetar se usa o ArcGis ou outro software que faça essa adequação, mas meu conselho é que faça a reprojeção para evitar quaisquer problemas no futuro, em exportações de arquivos por exemplo.

Então, se você é prudente e quer reprojetar, como deve fazer? Que equação escolher?

A resposta está no link da ESRI, que traz uma enorme tabela com as especificações de cada uma das “transformações” disponíveis.

http://downloads.esri.com/support/techArticles/PE9xtrans.zip

Se você pretende mudar de SAD-69 para SIRGAS 2000 ou vice versa, recorra ao documento do IBGE disponível no link:

ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/geodesia/pmrg/legislacao/RPR_01_25fev2005.pdf

Este documento traz os parâmetros de transformação necessários para a reprojeção, a partir dele crie uma projeção customizada (este método também pode ser utilizado para transformações sad-69 para wgs-84 e vice-versa, caso não queira utilizar a transformação disponível).

Vá ao ArctoolBox >>Data Management Tools>>Projections and Transformations>>Create a Custom Greographic Transformation.

1) Em “Geographic Transformation Name” digite o nome da transformação. Sugiro que insira os nomes das projeções que sarão transformadas, para facilitar a busca quando necessário.

2)Clique para selecionar o sistema de coordenadas de entrada que queremos converter.

3) Clique em para selecionar o sistema de coordenadas de saída na qual queremos transformar.

4) Selecione o método de transformação.

5) Em parâmetros, insira os dados disponíveis no documento do IBGE. Observando sempre a ordem do INPUT e do OUTPUT para que os sinais de “+” e “-” acompanhem adequadamente.

6) Clique em OK e está concluído

Breve relação de parâmetros para transformação:

  SAD69     WGS84 CÓRREGO   SIRGAS
Translação X -66,87 m +138,70 m -67,348 m
Translação Y +4,37 m -164,40 m +3,879 m
Translação Z -38,52 m -34,40 m -38,223 m
  SIRGAS     WGS84 CÓRREGO   SAD69
Translação X +0,478 m +206,048 m +67,348 m
Translação Y +0,491 m -168,279 m -3,879 m
Translação Z -0,297 m +3,823 m +38,223 m
CÓRREGO   WGS84   SIRGAS   SAD69
Translação X -205,57 m -206,048 m -138,70 m
Translação Y +168,77 m +168,279 m +164,40 m
Translação Z -4,12 m -3,823 m +34,40 m
  WGS84     SIRGAS CÓRREGO   SAD69
Translação X -0,478 m +205,57 m +66,87 m
Translação Y -0,491 m -168,77 m -4,37 m
Translação Z +0,297 m -72,623 m +38,52 m

Como fazer o excel reconhecer as colunas de um arquivo txt?

Receber dados nem sempre é tarefa simples, tão menos organizá-los para executar uma operação. Muitas vezes nos deparamos com infinitas linhas dispostas num arquivo .txt . Cada linha dessas representa um elemento e as coordenadas dele estão ali, mas como plotar esses dados no GIS?

Se você marcar todo o texto, copiar e colar no excel, todas as informações ficarão dispostas na mesma coluna. Isso é um problema, mas não é complicado de resolver.

Bem, Latitude, Longitude, Altitude e outros atributos devem estar organizados através de separadores como “;” “,” “espaço” ou qualquer outro, portanto você deve observar como está organizado o seu arquivo.

Para a versão 2007 do Excel, os passos para fazer o excel reconhecer as colunas são:

Dados>>Obter dados Externos>>De texto>> Selecione o arquivo>>Importar>> Deixe a opção “Delimitador” marcada>> Selecione o delimitador e o problema estará resolvido.

Esse é um pequeno problema, mas é chatinho e vai acontecer muito ainda!

Até a próxima!

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