Calculadora Geográfica (INPE)

O INPE disponibiliza no link http://www.dpi.inpe.br/calcula/  uma ferramenta on line que converte as coordenadas entre vários tipos de representação (ver imagem abaixo) com a opção de selecionar o datum de entrada e o datum de saída, permite ainda que o ponto convertido seja visualizado no Google Maps.

Outras opções do link são: o cálculo da distância entre dois pontos e do meridiano central.

inpe_calc

Anteriormente, apresentei no blog algumas fórmulas para conversão de coordenadas no excel. Este procedimento é ideal para quem tem uma lista de coordenadas para converter, sem a necessidade de correção de datum. O post anterior pode ser encontrado no link http://sosgisbr.com/2012/11/23/conversacao-de-coordenadas-no-excel-tutorial/

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Comparador de Mapas (Maps Compare)

O Maps Compare é uma ferramenta free que permite observar simultaneamente diferentes links de mapas, são eles Google Maps, Google Earth, Yahoo Maps e Bing Maps.

Maps Compare - Área Alvo Maracanã

Maps Compare – Área Alvo Maracanã

O acesso à ferramenta se dá diretamente no navegador, não há necessidade de downloads, somente plugins caso você não tenha.

CLIQUE AQUI para acesso à ferramenta.

 

Mapeamento de Áreas com Potencial de Risco do Estado do Espírito Santo

“O Mapeamento das Áreas com Potencial de Risco do Estado do Espírito Santo é de fundamental importância para a Defesa Civil Estadual no sentido da adoção de uma política preventiva relacionada à segurança pública e privada e na geração de futuros estudos em âmbito local e regional do Estado. As informações contidas nos mapas gerados nos formatos analógico e digital (Atlas de Riscos do Estado do Espírito Santo – ARES) se constituem em dados estatísticos geograficamente representados dentro de normas técnicas, reproduzindo a realidade da segurança pública, em uma visão macro do Espírito Santo, quanto ao risco de determinadas ocorrências ambientais, humanas e biológicas” (Fonte: Defesa Civil ES)

LOCALIDADE DE PEDRA AZUL, DISTRITO DE ARACÊ, MUNICÍPIO DE DOMINGOS MARTINS, ES

Todo o material apresentado oferece elementos essenciais à compreensão do leitor, como Introdução, Objetivos, Metodologia e Bibliografia. A seguir é apresentado um MDE executado a partir de curvas com equidistância de 20 metros para Microregião Serrana.

RELEVO TRIDIMENSIONAL DA MICRORREGIÃO CENTRAL SERRANA

 

No site, são dispostas muitas informações sobre as condições naturais do Estado e inclusive com importantes pontos georreferenciados como é o caso dos pontos de Deslizamento de Encostas e Erosão Marinha. Apesar do site precisar de um nível maior de maturidade, as informações disponíveis valem o esforço, principalmente se você pretende elaborar trabalhos na área.

O link direto é http://www.defesacivil.es.gov.br/riscos/Riscos.htm

Articulação das Folhas 1:25.000 – Projeto RJ-25 – IBGE

O Projeto RJ-25 oferece para download as Ortofotos do Estado do Rio de Janeiro em escala 1:25.000. A seguir é apresentada a articulação e disponibilidade das folhas no Estado(Download em PDF).

RJ25_folhas_sigilosas

CLIQUE AQUI para download da Articulação em Shapefile.

CLIQUE AQUI para acessar a página com as Ortofotos em formato TIF.

CLIQUE AQUI para acessar a página com as Ortofotos em formato PDF.

(Fonte: IBGE)

Cartas de Risco Remanescente a Escorregamentos nos Municípios de Teresópolis e Nova Friburgo – RJ

“O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ) divulga as Cartas de Risco Remanescente a Escorregamentos nos Municípios de Teresópolis e Nova Friburgo, após o registro do Megadesastre da Serra Fluminense.

Resumidamente, o DRM-RJ indica que os setores de risco foram divididos em zonas de exclusão – onde não seriam permitas construções – e zonas de risco iminente – onde somente seriam permitidas reconstruções ou ocupação continuada, caso as intervenções de estabilização reduzissem ou eliminassem o risco de novos acidentes.

carta_sta_cecilia_rosario_e _rerpetuo

Carta de Risco em Teresópolis (Fonte: DRM-RJ)

O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro, até por conta da continuidade dos estudos na área, deu seqüência à atualização do instrumento técnico-científico que pode servir como subsídio para a elaboração do Plano de Contingência para o verão 2011-2012 e para a consecução dos Planos Municipais de Redução de Risco. (…)

Os resultados do trabalho nesses Municípios, no período pós-desastre, apontam para a necessidade de adoção de providências urgentes, com destaque para a elaboração de um Plano de Contingência que contemple: implantação de sistema meteorológico para aviso prévio sobre a ocorrência de chuvas fortes a extremas; criação de abrigos próximos aos setores de risco iminente; planejamento detalhado das obrigações de cada ente público; e treinamento da população.” (Fonte: DRM-RJ)
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