Eólicas. Nem tudo são flores.

Encontrei uma matéria interessante no site da BBC. Como trabalho com empreendimentos ligados ao setor energético e muitas vezes vou a reuniões para ouvir as maravilhas das fontes limpas, achei por bem publicar alguns “poréns”. Não, não sou contra o desenvolvimento, sou super a favor. Mas acho que há muito o que melhorar ainda e essa matéria não é um “diga não” às Eólicas, ninguém é maluco. É uma matéria que aponta para um problema pertinente e mostra que tem gente interessada em estudar e criar soluções. Vou colocar um resuminho aqui e quem se interessar, pode buscar no link de origem.

“(…)A instalação das imensas hélices costuma ser acompanhada de muito barulho. Em parte, literalmente, já que os argumentos da oposição vão desde mudanças na paisagem natural e riscos para populações de pássaros e insetos até o ruído que elas fazem.

Alguns falam até na “síndrome da turbina de vento”, uma suposta doença, proposta pela médica americana Nina Pierpoint, cujos sintomas são dores de cabeça, zunir nos ouvidos, náusea e insônia, entre outros.

Por essas e outras, pesquisadores da universidade de Adelaide, na Austrália, decidiram ir atrás das causas. Os especialistas em acústica sabem que o ruído é provocado pelo choque do ar turbulento contra o lado mais afiado das hélices.No entanto, ainda não se sabe exatamente de que forma a interação entre a turbulência e a beirada das hélices amplifica o som. (…)”

Notícia completa no link:

http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/planeta_clima/2011/06/va_se_dormir_com_um_barulho_de.shtml

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Sobre SOS GISbr
Trabalho como freelancer e meu tempo disponível é sempre um mistério. Estou na área de consultoria ambiental desde 2008 desenvolvendo mapas, bases cartográficas e relatórios para estudos ambientais. Sou geógrafa formada pela UFF e mestre em Geomática pela UERJ.

One Response to Eólicas. Nem tudo são flores.

  1. Renata disse:

    São muitas informações, principalmente quando elas dizem respeito a formas de energia. Não há benefício sem prejuízo. Isto é, não há progresso sem impacto. O mais importante no meu ponto de vista é estudar e procurar sempre o melhor caminho, o de alguma maneira menos impactante.

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